Pai Nao Entende nada
Do nada, tudo!
E quando eu pensei que eu não era um nada,
Ela veio sorrindo e disse:
Não existe uma pessoa mais preciosa neste mundo, jamais encontrarei alguém igual a você.
Se só existissem dias felizes, na verdade, não seriam dias de felicidade, pois nada haveria para comparar, nenhum contraste para que o sentir se tornasse real.
Não posso ensinar nada, porque ainda vivo em construção, minhas certezas são andaimes e meu eu, uma casa inacabada.
O verdadeiro poder é não ter que provar nada para ninguém, exceto para a sua consciência silenciada.
Aquele que não tem nada tem cruz pesada pra carregar, ensinando na dor o valor da resiliência e da humildade.
Já amei errado, já investi onde não havia nada, já me entreguei onde não havia retorno, mas aprendi, o amor certo nunca exige sacrifício da alma.
A verdadeira liberdade é não precisar provar nada a ninguém, apenas a si mesmo, e viver sob a única régua que importa: a sua paz.
Às vezes, sento-me diante de Deus e não digo nada. O silêncio é a única oração que minha exaustão consegue formular.
A esperança é uma visita inesperada, ela senta em silêncio, não promete nada, mas sua presença torna o ar menos pesado.
Resistir, muitas vezes, não tem nada de heroico. É apenas permanecer no dia mais difícil. É levantar sem acreditar. É seguir mesmo sem sentido. É existir apesar de tudo aquilo que tenta apagar o que ainda resta.
Existe uma tristeza que nem as lágrimas conseguem alcançar.
Ela não grita.
Não quebra nada.
Não pede ajuda.
Apenas se senta em silêncio ao seu lado e passa a morar ali, como se sempre tivesse pertencido àquele lugar.
- Tiago Scheimann
É melhor criticar a conduta de um amigo e perder a sua amizade do que não fazer nada e vê-lo cair no abismo.
Há uma estranha paz em não amar profundamente. Nada falta, porque nada realmente importa. Mas basta um único amor verdadeiro para que a existência deixe de ser tranquila e passe a ser infinita, entre o medo da perda e a certeza de que jamais se volta a ser o mesmo."
O vazio não é o nada, é a arquitetura invisível de tudo o que nos falta. Uma presença que nos habita pelo avesso, ocupando espaço justamente por sua recusa em terminar de partir.
