Pai Nao Entende nada
Mas um estranho em uma terra estranha, ele não é ninguém. As pessoas não o conhecem e não conhecer é não se importar.
Não precisamos da violência.
Não precisamos da miséria.
Não precisamos da pobreza.
Não precisamos de mortes sem sentido.
Precisamos de amor...
Pode ser que um dia nos reencontraremos, pois nosso amor não morreu, simplesmente adormeceu, e pode acordar mais forte.
Eu acredito que todo ser humano tem um número limitado de batimentos cardíacos. Eu não pretendo perder nenhum dos meus.
Quero os melhores romances, ou prefiro ficar sozinha. Quero as melhores lembranças, ou prefiro não lembrar. Ou vivo intensamente, ou vou levando essa rotina que não incomoda, não interfere, não fere, mas também não é vida. Vou dispensando tudo o que não julgo suficiente pra me roubar a solidão. Vou excluindo do meu convívio todos que não parecem prontos pra marcar meus dias.
Sabe o que eu queria a lhe dizer...
Queria dizer tudo àquilo que não disse ainda...
Tudo aquilo que guardo dentro de mim...
Dizer o quanto você é importante...
O quando me faz bem...
Faz-me feliz...
O quanto me faz ter vontade de seguir em frente...
Pois sua presença e seu carinho
Me acalmam...
me confortam...
me fazem pensar no que a vida pode oferecer...
sou muito jovem para compreender totalmente isso...
mas sei o suficiente para saber o que quero...
e o que eu quero...
É estar com você.
É obvio que o historiador não deve se deixar influenciar por preconceitos ou dogmas partidários. Aqueles que consideram eventos históricos como instrumentos para apoio das teses defendidas por seu partido, não são historiadores mas propagandistas e apologistas.
Não pretendem adquirir conhecimento, mas, apenas justificar seus partidos. Estão lutando pelos dogmas de uma doutrina metafisica, releigiosa,nacional, política ou social.
Usam o nome de história como fachada com intuíto de iludir o crédulo.
A questão não é quem vai me permitir, é quem vai me impedir.
Nota: Apesar de a frase exata não constar na obra de Ayn Rand, acredita-se que ela tenha sido adaptada de um diálogo entre os personagens Howard Roark e o reitor de sua faculdade na obra “A Nascente”.
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