Padre Fabio de Melo Cultivo
sei que nosso amor é proibido por isso vou te beijar como o último ato de amor antes de partir para me lembrar de você neste beijo
O amor
Bom como alguém que tá sempre postando sobre o amor
Eu posso resumir dizendo que
O amor não precisa ter uma explicação
Simplesmente acontece
Mas, só com quem deseja amar de verdade.
Eu já morri
Eu morri de rir
Eu morri de chorar
Eu morri de felicida e tristeza
Já morri de amor
Morri de pena e de pobreza
Eu já morri
Morri de tanto viver
Morri de tanto morrer
Eu já morri de saudades
Morri de ganhos e perdas
Morri de preguiça
Morri de tanto trabalhar
Morri por ganhos
Mas também morri pod não ganhar nada
Foram tantas as vezes que eu morri
Que de tanto morrer já não sei se
Morri ou se vou morrer ainda
Talvez eu morre de fez
No fim da minha vida...
Eu já morri
Durante muitos anos eu passei pelas mesmas portas que abrigaram e me dei conta que com o tempo
Elas se desgastaram rangindo as velhas e desgastadas dobradiças
Algumas arriadas raspava o piso criando uma marca no chão de tacos uma circunferência mas eram as mesmas portas que me abrigaram por anos que eu vivi a porta de entrada e saída
A porta de quartos hoje vazios
Onde em alguns ficam entalhados meus escritos algumas das minhas arte sem valor algum esquecidos metendo a porta fechada já me esqueci de lembrá-las
As portas envelheceram envelheceu também a casa
Eu envelheci
E um dia as portas serão substituídas
Por portas novas
E a casa reformada
E eu
Eu provavelmente não estarei aqui mais
Nem minhas obras
Talvez algo do que vivi escrevi seja lembrado
E as portas só existirão nas fotos antigas de momentos importantes da velha casa
Onde entrei e saí pelas mesmas portas
Onde vivi...
Portas
Arranquei meu coração do peito e o plantei a beirara da estrada com o tempo que me afastei cresceram flores
No lugar onde havia plantado meu coração era primavera as flores que cresceram exalavam um perfume suave
Que atraia as mas belas damas e as borboletas e os colibris decorava o pequeno e lindo jardim que despertava nos olhares das belas damas um paixão
Como um poema que lhes tocava
o coração como o amor.
Coração em flores
Não importa quão grande seja a sua dor, a sua dor nunca será maior que a dor dos outros, nem a dor dos outros será maior que a sua dor, mesmo que você esteja na cama sem conseguir se levantar devido a uma doença, mesmo que o seu os problemas são grandes e sua situação é a mais tensa te causando desconforto descuido enquanto você acaba tendo medo de que existam pessoas para te provar que os problemas deles são maiores que os seus sempre haverá pessoas com muito mais dor que você com muito mais problemas do que você o que você sente que seus problemas sempre serão amenizados pelos problemas dos outros, por isso é aconselhável nunca compartilhá-los com outras pessoas e evitar que essas pessoas aumentem seu desânimo com os problemas delas.
Eu me sinto egoísta quando penso em mim
Então eu paro de pensar em mim por um momento e penso em você e
Eu percebo que você está pensando em mim...
O medo
O que é o medo?
O medo e a projeção de nossas fraquezas ou fruto de uma ente criativa que foi capaz de criar imagens positivas e negativas
Como os sonhos e pesadelos
Segundo Freud são memórias ou Traumas que escapam do inconsciente para o consciente
Como eu disse projeções do que tememos
Numa criança são influências externas como o bicho papão!
Ela cria uma imagem monstruosa do bicho papão
Hoje em desenhos animados o bicho papão é o mocinho bom ou alguém que convive em uma espécie de sociedade(ficção)
Então o medo e o que projetamos seja por uma influência externa ou interna
No caso da pessoa madura e adulta são compromissos e responsabilidades trabalho família estes compromissos alimenta um medo o medo de errar de falhar além de criarmos a ideia de sucesso que ceia o medo da derrota de qualquer forma somos fitimas do medo
Aí vem os medos por influências externas
Além claro do medo de morrer ou ficar dependente do outro ou de um sistema falho ou ainda ser um Peso pra alguem(lembrando que ser um peso não justifica desistir de lutar)
O medo e assombroso depressivo é enfraquece qualquer pessoa em qualquer nível independentemente de sua classe social ou posição
Reagir aos nossos medos é o que nos torna capazes e nós fortalece
Além de nós conhecermos melhor e as experiências que adquirimos
Resistir e enfrentar nossos medos está é a motivação.
Um homem inteligente é um homem predestinado a sofrer
O sofrer é inerente ao própria existência do ser
E o homem inteligente consegue ampliar esta percepção da vida o que o revela lacunas no mundo real que outros por ignorância não enxergam por cegueira
O homem inteligente reconhece e compreende estes conflitos pessoais e com o mundo
Este se torna mais sensível aos paradoxos da existência
Plantão garante que este é o homem que sai da caverna e Nietzsche o chama de Übermensch
Isto não tem relação com o ouro e a prata em si mas com a maior riqueza que um homem pode de fato garimpar ao longo da sua vida a sabedoria pelo conhecimento...
RUÍNAS
Caminho entre os restos do que um dia fui.
Não há mapa para quem precisa reaprender a existir.
O silêncio pesa, como se o mundo inteiro tivesse sido deixado sobre o meu peito.
Mesmo assim, algo pequeno insiste. Uma luz quase tímida entre as rachaduras da alma.
Ela não grita, não exige... Apenas lembra, paciente, que até as ruínas guardam espaço para um novo começo.
>•< IANI MELO
|Amar é Ser Presente|
Ser diferente não é ser indiferente.
Amar é ser inteiro — presente até na ausência.
Incluir não é limitar-se a falas que nada causam.
Ser diferente é ser igual na alma e no coração.
Amar é enxergar além da forma,
é tocar sem mãos, é ouvir sem som,
é traduzir silêncios com olhos atentos
e acolher o outro como extensão do dom.
É saber que a ausência também pode ser presença,
quando o coração permanece em vigília e afeto.
É entender que nem todo amor grita —
alguns apenas permanecem, serenos e discretos.
Amar é romper o cárcere do ego,
abrir portas para o improvável,
e descobrir que há beleza no que escapa ao padrão,
que há luz onde o mundo só vê sombra.
O amor verdadeiro não mede, não pesa, não rotula.
Ele aceita, respeita e dança conforme o compasso do outro.
Ele não exige que o diferente se molde,
mas se curva com ternura para caminhar junto.
Porque amar não é consertar,
é compartilhar.
Não é corrigir,
é compreender.
É saber que a alma não usa uniforme,
e o coração não tem manual de instruções.
É reconhecer a grandeza de quem caminha em silêncio,
mas carrega um universo inteiro nas mãos e dentro do coração!
Poeta Balsa Melo
#poetabalsamelo✍🏻
#causandocomamor
Arthur G. Melo
Procuro sentido nas palavras,
Dos livros, da fala e da vida.
Mas a vida não as dar.
Pouco ricos muitos pobres.
Miseráveis, famintos e doentes.
Procuro sentido na morte e na dor.
Sentido do nascer, viver e morrer.
A morte, um descanso.
No silencio uma tristeza.
De quem não fez grande e nem tão poucas obras.
Há um homem a quem não nos reverenciamos.
Por sua grandeza, seu amor e suas obras.
Obras que sois vós.
Homem perfeito aos olhos do criador,
e imperfeita a própria criatura.
Parede de vidro
Afasto,
De tudo que não desejo.
Escondo,
De tudo que não quero.
Odeio,
De tudo que não me agrada.
Os defeitos e os erros nunca são meus.
Deserto
Na travessia daquele deserto soturno,
uma jovem de alma pura
segurava minhas mãos.
No calor árido daquele deserto,
suas lágrimas matavam minha sede.
Quando o véu do mistério
se estendia pelo céu
e o frio tomava o mundo,
o abraço da jovem
era a fonte do meu calor.
No silêncio daquela travessia,
quando me perdi naquele deserto,
as miragens tomaram conta do meu ser.
Embebido em minha ignorância,
pintei meu tesouro
com os tons do medo.
Ele jamais voltará a ser o mesmo.
Agora atravessarei o deserto
lavando essa tinta
com as lágrimas
que minhas memórias produzem.
B*
Ela caminhava ao meu lado,
como minha sombra,
sempre a me acompanhar.
Na vergonha do olhar,
miserável eu fui
ao rejeitar
o tesouro que construí
naquele lugar.
Dormia e despertava,
e ela estava lá,
na madrugada,
insistindo em me visitar.
Que saudade
daquele espaço apertado,
onde o cheiro dela
permanecia presente,
sempre a me acalmar.
Despertava na manhã seguinte
apenas para ficar,
prolongando os instantes
antes de me levantar.
Cedo fazia
minhas refeições com ela,
e sua companhia
bastava para me alegrar.
Nossos dias eram curtos,
talvez por isso
tão difíceis de guardar.
Nunca tive tanta noção
de quanto sua ausência
viria me assombrar.
O meu mundo sem forma
Cada dia
meus desejos crescem
como raízes que racham a própria pedra
onde eu tento me firmar.
Ver o belo
e não poder tocá-lo
é aceitar, em silêncio,
uma ferida que ninguém pediu.
Não persigo o futuro.
Todo sonho que antecipo
parece roubar
o gosto do agora.
Então eu me abro.
Deixo o fluxo me atravessar
como o mar atravessa a areia
sem pedir licença.
Quero apenas isto:
ver.
Ser o olho que não prende,
o instante que não exige,
o homem que observa
e não se perde.
A borboleta escarlate
Quando a conheci, era uma lagarta.
Rastejava pelo chão, insegura; os outros a olhavam com certo desprezo. Eu, porém, vi a mais pura beleza no sorriso daquela lagarta e fui arrebatado pelo amor.
Rastejei pelo mundo ao seu lado, admirando cada uma de suas formas. Entrelaçamo-nos em nosso casulo, um ninho de Vênus, onde o tempo parecia incapaz de nos alcançar.
Mas, à medida que Saturno fazia sua contagem, a lagarta transformou-se na mais bela borboleta que meus olhos já contemplaram. Toda metamorfose, porém, exige um preço.
Quando li o futuro em suas linhas, o porvir já me era conhecido. Ébrio de uma paixão egoísta, desejei aprisioná-la em um pote de vidro, para anestesiar meu sofrimento com sua formosura.
Contudo, suas asas ansiavam pelo mundo. Não nasceram para o vidro, mas para o vento.
Então, com o coração dilacerado, abri aquele pote e a deixei partir.
Desde então, ela percorre os céus com a leveza que sempre lhe pertenceu.
E quão lindo é o seu voo.
Acordar
Sinto-me a boiar
No mar do esquecimento.
Todos os dias passam
Como ponteiros apressados,
Relógios antecipando
O dia em que entrarei
Na morada do silêncio.
O sentido se esvaiu
Como purpurina ao vento.
Minha vontade
Foi tragada
Pelo espírito da dúvida.
Caminho em busca
De algo abstrato,
Para que meus anseios,
Lançados sobre a terra,
Não pereçam sem significado.
