Padre Fabio de Melo Cultivo
Não pode existir sentimentos medidos e, tampouco, felicidade mais ou menos.
Existem metades, apenas, no sentido figurativo, pois ao ser dividido o todo!... mesmo as metades serão inteiras.
Não existem indivíduos repartidos.
O que existe e, muito comum, são criaturas desprezíveis.
Estas não merecem nem a nossa indiferença.
Não se arrime nas desculpas, quaisquer que sejam, pois a vida não oferece prorrogação!
Seja feliz e pronto!
Originando uma definida alternativa de rumo!... sigamos!
Não nos prendamos ao que iremos deixar!
O rio deságua no mar!
Ele, jamais, repete seu curso!
Assine sua história com a caneta das suas pegadas!
Não permita rasuras e, tampouco, delete o que já viveu!
Autoaceite seus resultados e persista na caminhada mudando as escolhas que causaram as suas decepções!
Não chegará pulando espaços!
Viva intensamente cada passo, mas seja a verdade que espera dos outros!
A luz surge e a escuridão deixa de existir!
Para evitar outra escuridão!... mantenha a chama acesa!
As flores murcham, mas o importante desta natureza foi o perfume que existiu!
Sejamos, apenas, o perfume!
Pudesse criar outro tempo!... certamente, mesmo não sendo um novo tempo... mudaria muitos fatos vividos!
Um Instrutor de tiro policial não obrigatoriamente precisa já ter participado de confrontos, mas é essencial que tenha experiência operacional e seja um estudioso dos eventos de encontros fatais, além de conhecer a psicofisiologia do combate Armado.
Ao acordar, agradeça! Pois, aí está outra oportunidade de fazer diferente e mais uma chance de agora dar certo.
Durante toda a minha vida, pensei que a história terminava quando o herói e a heroína ficavam juntos, em segurança - afinal, o que é bom o suficiente para Jane Austen deveria ser bom o suficiente para qualquer um. Mas é mentira. A história está só começando, e todo dia será uma nova peça do enredo.
Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.
Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.
Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.
Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.
Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
