Padre Fabio de Melo Coragem
Obrigado a você pela atenção dispensada, pelo afago na alma, pelo precioso tempo que me deu ouvido. Pelo carinho, pelo cuidado, pela dedicação, por rir, me fazer sorrir, também me levar a sério, por se preocupar comigo. Por oferecer o ombro amigo, por se fazer presente, perguntar por mim, como foi meu dia, minha noite, o mês passado, como tenho passado. Por me estender a mão, me acolher, ser assim comigo. Que atenção, companheirismo, empatia, não é uma questão, necessariamente, de estar junto fisicamente, muitos estão, mas, não estão, propriamente, são tão ausentes como se morasse no Japão. Que estar perto é mais uma questão de ter boa vontade, satisfação. Quando se quer o distante é perto, é qualquer hora, sempre dar-se um jeito, quando se quer de fato nada é obstáculo.
Um caixa de um supermercado disse a outra, que olhava o vazio: "pense não... " Mania da gente de acordar os outros dos seus devaneios. Ou, "quem pensa não casa" e todos querem casar. Por que o mal estar, o incômodo que causa? Pensar talvez seja perigoso, ou sofrível. Também é libertador, idealizar, questionar, calcular, sonhar. Imaginar as coisas diferentes. Daí deve residir o medo de remar contra corrente, inovar, querer as coisas de outro jeito.
O dia do cachorro é um dia após o outro, só come e dorme. Ele sabe que anoitece e adormece, se amanhece não sabe, é só instinto, reação, ração. Todo dia igual ao outro sem inquietação, ansiedade, ambição, até o final dos seus dias, é uma repetição. Não sabe de doenças, nem que terá um fim, apenas vive, está aqui. Só diferencia das plantas porque se move, não tem maiores aspirações, não deseja, planeja, se angustia, se frustra, não faz perguntas, não se interroga, não raciocina, não quer ir além de sua condição. Deita no chão, balança o rabo se o afagam. Não é muito diferenciado dos outros, apenas no porte, raça, cor, espécie, um cão não é mais que um cão.
A mulher sabe de seu poder de sedução, então, ela gosta de se mostrar, ser desejada, afagar seu ego, apostar, ser comida com o olhos, ofecer sem dar. Se não tivesse o que mostrar esconderia... Vi caminhando, um dia, duas moças, uma ao lado da outra, sob sol escaldante, a mais voluptosa exibia as carnes rijas e macias em trajes mínimos, a outra, franzina, vestindo quase uma burca. No homem, pouco se distingue, monótono o tempo todo, só calça e camisa, que nada realça, difere de outros machos. De todas as espécies animais, é o que menos exibe, é o menos enfeitado.
Uma hora, a gente percebe que, para ser feliz, precisa apenas de um ombro amigo, de um sorriso sincero e de um Chimarrão bem cevado.
De tudo se morre, viver é um risco absoluto! Cada decisão, pode provocar uma avalanche, levar um escorregão, de indecisão também morre ao atravessar um sinal por exemplo, será que dá tempo... Se ficar parado, não fizer nada, também uma bala perdida lhe alcança, um vento, um tombo de mal jeito, a cabeça encontrando o chão, morresse por não se movimentar. Levanta-se murro, cercas eletrificadas, pra se proteger, como se fosse só isso, vivessem invadindo casas, fôssemos algum Silvio Santos, pra sequestrar. São inúmeras possibilidades. Então vamos aproveitar... Na volta da festa acontece algo, o carro bate, ou uma inocente taça lhe corta a jugular num encontrão inocente, assim não vale, estávamos tentando aproveitar. Então é bom nem falar... Como evitando de falar não acontecesse essa sucessão de eventos sinistros e trágicos. Acho que a vida é mais uma aposta, e nos os jogadores e o homem nasceu pra ser eterno, mais vida tiver, mais vida quererá, não importando as condições em que viva, enquanto houver vida há esperança. Ou como diria o poeta: "Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido." - Fernando Pessoa.
Dizem que antigamente as pessoas eram mais inocentes, o mundo era melhor, balela, ser humano é o mesmo até hoje. Por exemplo, no meu tempo de criança tinham umas brincadeiras criativas mas bem violentinhas, a começar pelo papagaio, que noutros cantos chamam de pipa, em que além do conhecidos brinquedo de papel de seda confeccionado em casa eram prendidas laminas da marca Gillette na cauda que servia de leme do bicho, também no cabresto pra cortar a linha do papagaio outros, só tinha graça assim, não se contentavam feito eu em vê-lo translucido plainar no céu azul. Eu era pessimo pra empinar, ou levantar ao céu e não era hábil em fazer aquelas manobras que os outros faziam nas linhas que o impulsiona a fazer, sob seus comandos, variadas manobras de lado, pra baixo, etc... Depois a tecnologia competitiva evoluiu pra linha cerol, feita com lâmpadas florescentes picadas e cola aderidos a linha que a transformavam numa arma, um verdadeiro bisturi sobre nossas cabeças. O inventor deveria ter patenteado, ganharia um trocado bom, hoje são industrializadas, quer dizer, também ia preso. Sem falar do violentíssimo garrafão, que consistia numa garrafa desenhada no chão, em que ficava um garoto na boca do gargalo, virando-se de vez em quando, e se ele visse os outros brincantes se movendo, o primeiro deles, fosse mais rápido num golpe de vista, vindo em sua direção, o cara era linchado, mas, também se alguém chegasse antes até ele, era o contrario. Dessas brincadeiras a mais proveitosa, achava, era uma que dizia: "Senhor rei mandou dizer... " Em que um soberano de mentira ordenava seus súditos a fazerem determinadas coisa esdrúxulas, fazia parte, ai que tava a graça, como cumprimentar estranhos na rua, etc. Tinha um fator positivo o de estimular a iniciativa e o espirito de superação e a de vencer a timidez. E não se chamavam palavrão, não, diga-se de passagem, ai daquele, que era ameaçado de engolir um ovo quente, castigo aplicado no passado aos escravos rebeldes, soube depois, por acaso, um ovo cozido, fumegantes enfiado guela a dentro. Em compensação era tanta praga que o filho levava: Desgraçado, pestilento, infeliz da costa oca, da meia noite, murrinha, sua gota, sua gota serena... eram alguns deles. Vixi, quanta negatividade atirada numa criança em formação. Quando crescia ficava abestalhado, sem iniciativa, ai os pais diziam: "Não sei a quem esse menino puxou?" Puxou a tu, peste, desnaturado. E as musicas de ninar, então, musicas de acordar, melhor dizendo, isso sim! Já viu ninguém dormir com medo, assustado. "Xô, xô, pavão de cima do telhado" soubesse que o pavão era um bicho tão bonito nem me assustava, não aquele mostro que na musica aparentava, uma ave enorme, preta, em cima das telhas, arriscado a cair em mim. Outra, "Boi, boi, boi da cara preta, pega essa criança que tem medo de carreta" essa sem comentários... Oia os oião arregalado 👁️👁️! Melhor fingir que tá dormindo logo pra pararem de cantar. Sem falar no "Atirei o pau no gato, tô, tô, mas, o gato não morreu. Dona zica, cá, cá, admirou-se, se, se, do berrou, do berrou que o gato deu... " 🙀 Essa era de roda. Minha nossa! Que maldade com o bichano! Hoje da cadeia. (Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º. ... “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.) Ser humano muda só de época, é o mesmo desde o tempo de Adão.
Sem querer conhece-la , conheci.
Sem querer me aproximar de ti , aproximei.
Sem querer ama-la , amei.
Sem querer sofrer , sofri.
Quero te esquecer , mas não é do meu querer.
Preconceito... Tempo desses num jogo envolvendo Brasil e Argentina, não sei se da seleção ou times , um jogador argentino no meio da partida chamou Grafiti de macaco, segundo o Galvão Bueno, que viu tudo, pôs zoo no rosto do rapaz, câmera lenta, congelou, pediu ajuda a um especialista em leitura labial, tanto fez que no meio do segundo tempo um delegado acampando de policiais, entraram em campo e conduziram o jogador preconceituoso pra cadeia algemado e tudo num camburão da policia. É, não pode agir com preconceito, além do mais na casa dos outros, foi estúpido e deselegante. Acontece que num jogo seguinte, entre duas equipes aqui mesmo, no Brasil, pelo campeonato brasileiro, o mesmo Gratiti em campo, um torcedor brasileiro jogou uma banana no jogador, com uma frase escrita de caneta Bic, insultando-o com o mesmo termo pejorativo e depreciativo usado pelo argentino. No Brasil o preconceito é mais cruel e perigoso, porque é velado e covarde.
Cantar o hino nacional era um saco! Achava bonito o da bandeira, o do marinheiro, o resto era maçante. Levavam tão a sério que se cantava errado e ninguem corrigia: "Japonês" da pátria filhos.. ", "Se o "Senhor" dessa igualdade, conseguimos conquistar com "braço" forte, em "terceiro", oh liberdade... ", "A paz queremos com fervor, a guerra "somos causador"... ". Nada imposto presta. Quando as coisas começarem a melhorar cantarão naturalmente sem se aperceberem, hinos cívicos, atirei o pau no gato, etc... Como quem canta embaixo do chuveiro. Rirão a toa, consequentemente, se orgulharão disso aqui. O povo quer ver resultados, o resto virá por acréscimo.
[ #Estetas #da #arte #escrita ]
A obra escrita, deve ser degustada como uma espécie de Ciência. Onde o local da leitura, é seu verdadeiro laboratório Científico!
E o leitor, claro, o cientista da arte escrita que, quando lê, no momento que lê, explora novas descobertas com seu tato refinado e olhar penetrante, perspicaz;
a fim de extrair de cada mínimo detalhe da obra escrita, grandes observações e instruções. Portanto, há uma abismal diferença entre um esteta da arte escrita para a de um mero leitor. Mero leitor, a grande ou esmagadora maioria o é.
Estetas da arte escrita, #raros!
O esteta da obra escrita, é um degustador nato dessa espécie de arte.
A leitura para ele, não é nem pode ser um passa tempo. É um mergulho profundo em busca de novas descobertas!
25.02.2020 às 12:32 h
Um dia, teremos de atravessar os eternos portais, e nos iniciarmos definitivamente, nos mistérios da MORTE.
25.02.2020 às 09:21 h
Há homens vivos que já estão mortos. E o cumprimento de seu ideal, é a RESSURREIÇÃO.
23.02.2020 às 17:03 h
Que mania, coisa mais antiga, anos 70. Vendo agora um programa sobre e-commerce (comprar pela internet) dizendo que poucos lares ainda tem Desktop. Quer Isso? Já ouvi essa palavra, mas não sei o que é. Procuro na internet Desktop=Computador de mesa. Mania desse estrangeirismos. Vou fazer uma selfie, sabe o que é selfie em português? Foto. Foto simplesmente, se a criatura dizer vou tirar uma foto três por quatro vai tirar uma selfie, digo, foto. E bike? Bicicleta em português. Fitness=ginástica. Vou fazer ginástica da no mesmo se disser vou fazer fitness. Ok. Tankyou. Gold Nigth. By. - (01.03.2020)
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