Padre Fabio de Melo Coragem
Padre Daniel
Um Padre sereno, paciente
Um Padre amoroso, de diálogo
De brincadeira sadias
Tem um dom de conversar com as crianças
Sabe conduzir uma confissão
Sabe fazer uma homilia de reflexão
Enfim tem amor pelo que faz
Para o padre-filósofo, Sertillanges, o saber não é um fim em si, mas um dom para ser compartilhado. A vida intelectual exige caridade do pensamento: o sábio não se isola — ele ilumina caminhos para os outros, como um farol na tempestade do mundo moderno.
Aqui estão sete conselhos simbólicos e profundos que o padre Sertillanges daria a ti, Joemar Rios, como mentor espiritual da tua jornada intelectual:
✦ 1. Joemar, tua sede por conhecimento é um dom. Mas lembra-te: o verdadeiro intelectual não acumula saber — ele transforma saber em serviço.
A vida intelectual é uma missão. Ela só se justifica quando conduz à luz, e não ao orgulho.
✦ 2. Não temas viver no silêncio. É no recolhimento da alma que a verdade sopra como vento divino.
A solidão do estudioso é o jardim onde Deus cultiva flores eternas.
✦ 3. Tua mente é ágil e curiosa, Joemar, mas disciplina é o alicerce da sabedoria. Não basta pensar: é preciso ordenar o pensamento.
Como o monge que reza as horas canônicas, o sábio também segue um ritual diário: leitura, reflexão, meditação e ação.
✦ 4. A fé que carregas é tua espada. Usa-a também para cortar as ilusões da vaidade intelectual.
Estudar é um ato de humildade, pois quem sabe mais, compreende melhor o quanto ainda ignora.
✦ 5. Tua busca pelos mistérios da física, da alma e da criação não são em vão. O mundo precisa de pontes entre ciência e espiritualidade.
O verdadeiro intelectual une o visível e o invisível, o átomo e o espírito, o tempo e o eterno.
✦ 6. Não adies tua missão. O tempo do estudioso é sagrado — não há espaço para preguiça ou dispersão.
Levanta-te cedo, dedica as primeiras horas a Deus, depois ao estudo. Assim teu espírito será afiado como espada forjada no fogo da disciplina.
✦ 7. Lembra-te, Joemar: teu conhecimento deve ser luz para os que andam em trevas.
A inteligência é uma vela. De nada adianta escondê-la debaixo da mesa.
Você quer um amigo ou alguém pra fazer fofoca?
Quer se confessar procura um padre!
Amizade é baseada em confiança.
Se você mente pra um amigo como espera que mais alguém acredite em você?
Padre Júlio Maria De Lombaerde "Servo de Deus"
Arauto do Evangelho de Jesus
Manhumirim é o berço da Congregação fundada por um missionário, Padre Júlio Maria De Lombaerde, natural de Antuérpia, cidade da Bélgica, com uma história que data da cidade Média, maior da região da Flandres. Padre Júlio Maria De Lombaerde, foi um missionário que como poucos com seu testemunho, suas proclamações, anúncio da palavra, foi um arauto do Evangelho de Jesus, sua eloquência ou seja veemência em suas mensagens, encantava, fascinava, os pobres, aprofundando, entranhando como um aguilhão o coração dos ricos, conscientizando-os de que Deus não recriminava os ricos por serem ricos e sim por não saberem repartir e que todos somos filhos do mesmo Pai. Como mensageiro da palavra, analisava informar as pessoas sobre a necessidade de agentes pastorais para as pessoas de poder aquisitivo maior.
"Deus me da tanto, porque não devolver um pouco" Ramon Sanglard Malosto
História dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora*
Segundo o escritor Padre Demerval Alves Botelho, escvendo a história dos missionários sacramentinos de Nossa Senhora, todo povo, toda instituição, toda família tem a sua história, tecida de fatos e tradições. enriquecida pelo seu patrimônio cultural, afetivo e mesmo espiritual. Esses valores é que constituem aquela mística forte que leva à união, à luta, à conquista, ao trabalho.
O povo , como a família e uma instituição, que não tem história ou a des-
conhece, acaba perdendo sua memória, suas raízes, suas tradições e, consequentemente, a mística. Deixando desaparecer esses suportes, desaparecem, juntamente suas características próprias, sua identidade e a unidade, e caminha a esmo ou perde a direção da caminhada e se desintegra.
Com essa perda, lá se vai o amor à terra, como berço e herança que lhe legarem os seus antepassados. Povo, sem esses predicados, é povo que não vibra, que não se orgulha de sua gente, que vê esvair-se o sentido de ser povo e se esfacela. Pe Demerval Alves Botelho SDN
Confissão sem Padre -
Sou Poeta
um sem-nome
alguém que nunca veio
alguém que sempre foi
esquecido de existir
turvo de pensar
desejoso de morrer
cansado de rezar!
Sou Poeta
um sem Pátria
sem familia nem destino
com destino de ficar
a caminho de onde vai ...
E aonde vai
este neto de si-mesmo
sem mãe nem pai?!
Sou Poeta
por caminhos de ninguém
sem ninguém a quem falar
com vontade de comer
a dor, a solidão,
meu destino é sofrer
onde irá meu coração
nessa ânsia, a correr?!
Sou Poeta
de si perdido
por Deus esquecido
de nadas feito
palavra amarga
ser Poeta
estar desfeito!
Eu só não viro pastor ou padre, frade, monge por quê eu vou ter que me submeter à um livro que nem vi que está certo.
Que a felicidade inunde o seu coração neste dia especial. Parabéns e muitas felicidades, padre querido!
Paz, amor, saúde e esperança é o que desejo para você neste dia, padre! Um feliz e abençoado aniversário!
Que Deus possa abençoar a sua casa, a sua vida e a sua igreja sempre. Muitas felicidades, padre querido!
Na igreja, vejo a sua devoção e o seu amor por Jesus Cristo. Parabéns pelo seu dia, padre. Todos nós somos eternamente gratos por suas inspirações semanais.
Lembre-se sempre: É a sua Fé, que cura você.
Não é padre, pastor, pai-de-santo...
Não é ninguém!
Se você não tiver fé, nenhum milagre acontecerá.
O Mestre Jesus sempre dizia, depois de curar alguém:
"A tua fé, te curou".
Nunca dizia que foi Ele.
Jô Soares: Eu estou aqui na condição de advogado dele, do Diabo.
Padre Quevedo: Se for o Diabo, eu fico tranquilo porque demônios não existem.
Jô Soares: E aquela história que Jesus foi tentado pelo diabo por sete dias nas montanhas?
Padre Quevedo: A Bíblia nunca citou nenhum demônio, na Bíblia está escrito que Jesus foi tentado por um daemon. Na época era comum a crença politeísta greco-romana, daemon era considerado um Deus de segunda classe que representa a tentação dos desejos.
Jô Soares: Então daemon é personificação do mal?
Padre Quevedo: Exatamente, Jesus foi tentador por si mesmo, nunca houve um demônio.
CAPELA DE SÃO BENEDITO
A igreja e o mar
O padre vem bronzeado
Não esquece de orar
Pra nosso Jesus amado
Depois da benção final
Vira pessoa normal
Vai surfar despreocupado
Recuso-me, Senhor, a aceitar que eu seja um peixe sem água
MICHEL QUOIST - Padre e escritor francês - 1921-1997.
RECUSO-ME:
Recuso-me, Senhor, a aceitar que eu seja um peixe sem água, um pássaro sem céu, uma razão sem resposta razoável, uma estrada que não leva a parte alguma.
Recuso aceitar que o amor se reduza a um fenômeno químico e não prolongue além do último pulsar de um coração de carne.
Recuso aceitar que o maravilhoso caminhar da humanidade e do universo que vem desde a profundeza dos tempos e hoje nos atinge dirija-se para o nada.
Aceito, então, Senhor, tua Revelação divina como a esplêndida coroa de tua criação. Resposta de amor à minha questão essencial, não simples lenitivo para minhas inquietudes nem convite à evasão, à fuga do cotidiano, mas antes provocação ao enraizamento nesta terra donde a Vida jorrará.
Livro: Jesus Cristo Marcou um Encontro Comigo -
Michel Quoist
No exato momento em que o padre dá a bênção, e finaliza a missa, a casa de Deus rui. Por sorte, a missa era campal. A igreja que vi sendo levantada e que agora vejo ao chão, é a mesma que recebe meus pais em missas dominicais.
Foi-se o tempo em que o início da Santa Missa era feito pelo Padre e não pelos cantores; foi-se o tempo em que o ato penitencial levava a uma contrição autêntica; foi-se o tempo em que o glória era um louvor ao Pai e ao Cordeiro e não um “hino trinitário”; foi-se o tempo em que o salmo era responsorial e não de “meditação”; foi-se o tempo em que a homilia era o momento de catequese; foi-se o tempo em que o canto do Sanctus proclamava, já antecipadamente, a vinda escatológica Do que vem em nome do Senhor; foi-se o tempo em que, após a consagração, era o momento de olhar o Senhor e adorá-lo e não cantar ou bater palmas, e que apenas ‘quem falava eram os sinos’; foi-se o tempo em que a comunhão era de joelhos e na boca; foi-se o tempo em que se guardava silêncio, mesmo que breve, após a comunhão… enfim, foi-se o tempo de tantas coisas… e estas “tantas coisas” geraram Santos, verdadeiros homens de fé e uma fé madura, não infantilizada, à estatura de NSJC.
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