Padre Fabio de Melo Coragem
Acho que tenho um pretendente, mas ainda não me acostumei direito com ele. É incrivelmente charmoso e me faz corte com refeições deliciosas, mas às vezes acho que prefiro pretendentes nos livros em vez daqueles de carne e osso.
Nunca diga eu acho,eu já fiz meu melhor,eu tentei.Nâo há tentativas ou se faz ou não faz.Á cada dia somos melhores que ontem e quando se tem a certeza de sua aptidão e sucesso faça,!é logico falhas podem existir uma vez ou outra,mas com erros vem os acertos ,os erros só servem pra gente melhorar nossa capacidade de acertar.
Temos que representar bem o nosso papel no palco da vida, pois ao final do espetáculo poderemos ser vaiados ou aplaudidos.
Quando meu filho morreu (...), as visitas vinham me dar pêsames e, achando que isso iria me consolar, diziam: “A vida continua.” Que bobagem, eu pensava, porque é claro que ela não continua. É a morte que continua (...). Não existe fim para isso mas, talvez, haja um fim para o sofrimento que isso causa.
"Não discuta. Converse. Não exija. Peça. Não seja indiferente. Agradeça. Não se amedronte. Confie. Não amaldiçoe. Compreenda. Não se desgaste. Pondere. Não viva ansioso. Saiba esperar. Não se descontrole. Respire. Não reclame. Trabalhe. Não fale demais. Ouça. Não se atormente. Acalme-se."
Quem trabalha e mata a fome,
Não come o pão de ninguém.
Quem ganha mais do que come,
Sempre come o pão de alguém.
Quem não luta pelo que come,
Merece o salário que tem.
As pessoas bem sucedidas trabalham mais por realização do que por poder de posição. Elas têm autoconhecimento e respeitam seus limites. Elas amam, dão conta de ser amadas e têm vida amorosa sem grandes rodízios.
Aqueles que dão uns tapinhas nas costas e aquele empurrãozinho para você se jogar do penhasco, são os mesmos que não largam o osso nem que a vaca tussa.
“Um só coração e uma só alma” "Cor unum et anima una"
*Madre Maria Beatriz Sdn**
Após uma fundamentada, incontestável vivência de vida religiosa, ante outra congregação a das irmãs Servas de Maria do Brasil, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, a jovem Adélia filha de Carlos Augusto Frambach, de ascendência, originalidade alemã e de Marcelina Fanei, italiana, recebeu o nome de Maria Beatriz integrou a esta Congregação no decorrer de oito anos. Depois de uma válida experiência de vida religiosa na referente congregação Madre Maria Beatriz ao lado de Pe Júlio Maria De Lombaerde foi a coluna, viga principal, Co-fundadora da Congregação das Missionárias Sacramentinas de Nossa Senhora em Manhumirim
Do ano 1930 até 1968 foi nomeada Superiora Geral, com o consentimento do Bispo de Caratinga, Dom Carloto foi nomeada Superiora Geral da Congregação. De mãos dadas com o fundador Padre Júlio Maria De Lombaerde, hoje "Servo de Deus" comungando mesmas crenças, opiniões, e mesmos ideais, portou, deteve sempre os olhos e o coração canalizados, direcionados para os desvalidos, encorajando, acolhendo e motivando nos colégios, a plebe. No seu modelo de confraternidade, insinuava à Congregação o lema: “um só coração e uma só alma” "Cor unum et anima una". A fé no Crucificado, em Maria Santíssima, Senhora do Ss, confiança inabalável em Deus, a impetuosidade, humildade, permitindo-se ser moldada, esculpida, por Ele, a habilitou para ser a Co-Fundadora, que transmitia, comunicava às Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, grande inspiração, impulso pela Vida Religiosa Consagrada. Em 1974, Madre Beatriz foi vítima de um espasmo cerebral. A enfermidade atormentou-a no decurso falho de cinco anos. Após muito padecer, o óbito aconteceu em Manhumirim, dia 03 do sétimo mês, julho de 1979. Solange Malosto
Que o futuro não esteja restrito aos dias parecidos com esse início de semana. Que continue atento aos nossos sonhos e desejos, ocupando todos os lados do meu pensamento. Que você venha amanhã na mesma brevidade com que me visitou hoje tão cedo. Chegando no momento em que abri os olhos, apenas para me lembrar que será maravilhoso o dia que pudermos acordar e sorrirmos para os mesmos raios de sol dourados adentrando pelas frestas da nossa janela. Gostaria de pedir que essas marcas ficassem um pouco menos evidentes em mim, que fossem rápidas, e, não tão ofuscantes dessa forma que, até mesmo uma criança é capaz de saber que amo você, porque nenhuma lucidez cumprirá minha necessidade de poder tocar sua mão e dizer: “está tudo bem, vou estar sempre aqui para cuidar de você”. Que hoje qualquer palavra incompreendida, qualquer lembrança faltosa, qualquer desencontro brusco que o destino tenha nos presenteado seja capaz de ir embora, porque assim, certo como o azul do céu, nossas vidas reformularão caminhos para voltarmos.
Que não haja pretexto para o dia deixar de reforçar sua imagem sólida que une-se aos meus pensamentos. Que as cores oscilem, porque assim o dia poderá explodir numa súbita felicidade azul, descontrolando o vento, espreitando aquelas nuvens que fazem desenhos despenteados no seu céu dourado. Vamos falar desaforos para a saudade persistente e acabar com essa hostilidade porque assim, dessa forma, a saudade poderá escrever um romance e ser heroína em outra história. O que nos resta é deixarmos as definições espiando pela janela e seguirmos o fluxo natural das coisas, transcender todos os dias essa distância.
Que nesse dia de ostensivas possibilidades você chegue com sutileza, para me levar sem hesitação onde você vive em absoluto. Vem, vamos embora desse desalento e transmutar o dia para aqueles dias de encontro, dias que vieram antes e que agora fica fácil de compreender que, hoje isso seria único. Vem, eu tenho um sol pra te dar, uma chuva fina no telhado e beija-flores no jardim. Vem, porque não existe outra forma, nos reconhecemos naquele instante e todas as respostas seguiram num paroxismo absoluto das nossas perguntas. Vem, vamos deixar esse dia amarrotado, diluir nossos sonhos encolhidos, aprumar todo o verde e enristar aquela alegria que fazia parte de todas as nossas manhãs.
E essa alegria compacta que chega definindo o dia? Vamos dar linha aos pensamentos independentes e vislumbrar a felicidade. Como eu gostaria que você pudesse ver a expressão dos meus olhos quando o carteiro passou de novo deixando sua carta, achei até estranho você me escrever assim, repetidamente mas, você falava de amor. Agora vejo suas solicitações firmando cores, lúcidas. Ontem você disse que precisava de mim por perto e eu te falei né, esperar-te-ia com os braços abertos em casa, numa compreensão de sossegar seus sustos, clarear as sombras que ousarem naufragar qualquer esperança do seu dia.
Cansei de ser bonzinho, de tentar ser ideal, de me entregar a algo que no fundo não valia a pena para mim. O meu maior erro foi amar demais e, no final, fui duramente injustiçado. Esse é o grande risco de amar.
Eu apenas quero ser feliz amando de verdade, amando com o coração intensamente palpitando de pura felicidade, dando adeus a muitos sentimentos ruins que só estragam a saúde da alma e fazem o coração morrer de solidão... Viver como se o amanhã fosse apenas uma consequência do presente, morrer só de felicidade não de saudade que não acaba, mas de uma chegada que alivia e faz o corpo arrepiar de uma sensação que só faz muito bem, o alivio de poder dizer com as mais doces palavras D.R AMOR EU AMO VOCÊ.
Um aluno me perguntou hoje qual era o Diretor de teatro que eu tinha como referência. Respondi sem hesitar: SEU MADRUGA! Afinal em "A Festa Da Boa Vizinhança" além de construir o palco, usar sua própria casa como camarim, aguentar o ego das famílias e a falta de talento do "artistas", escrever, dirigir, compor, ser figurinista, cenógrafo, sonoplasta, contra-regras, e até atuar... E por fim, ainda levar porrada! Ufa! Este é o retrato da vida de todo grande diretor de teatro. Sem contar que o camarada já fez um pouco de tudo. Foi vendedor de churros, lutador de boxe, mascate, sapateiro, barbeiro, mecânico, carpinteiro, pintor, jardineiro, homem do saco, fotógrafo, professor, toureiro, vendedor de balões, entre outras tantas... E como qualquer homem de teatro, ainda é chamado de vagabundo!"
As boas mulheres de valores e princípios devem ser cuidadosamente amadas e conquistadas a cada dia, pois, dentro delas, há uma cachoeira de virtudes que edificam os bons sentimentos.
Em termos de didática as novas tecnologias devem ser vistas como mais um recurso a ser utilizado em sala de aula, e não como a única opção, ignorando todas as outras possiblidades.
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