Padrão
Sentir-se bem e mutuamente, com uma atmosfera que inspire autoconfiança. Este padrão propicia também, um estado, em que autoestima esteja envolvida; em um círculo energético que vibra igualmente, a uma melodia musical cujo ritmo é suave e harmônico; regido por um Divino Amor.
Quando nos tentamos libertar de um padrão energético negativo, surgem habitualmente novas situações com o mesmo padrão. O universo testa assim a nossa motivação para agarrar a mudança que nos conduzirá à transição energética. Atraímos o que somos, o que temos dentro e o que emanamos.
Ela não está dentro do padrão de beleza a qual a mídia estabeleceu, porém não é descartável. Não importa se é gordinha ou magrinha, se tem 20 ou está na casa dos 30, se é loira ou morena, se é liso ou cacheado, longo ou curto, alta ou baixa, se é executiva ou empregada, se é analfabeta ou formada, se usa roupa curta ou comportada, se é tímida ou descolada. Todo mundo tem o seu valor, quem se importa com peso é balança. Gente bem resolvida não tem tempo pra cuidar da vida alheia dos outros.
Somos iguais...
Somos todos iguais...
Eu, vc, o mundo...
Padrão? Padrão de quê??
Pra que? Todos somos alma..
Todos somos coração...
Eu respiro o mesmo ar que vc...
Todos merecem respeito...
Somos carne..Somos humanos..
Num mundo preto e branco...
Ha quem nasceu pra ser colorido..
E que mal a nisso?
#todoscontraopreconceito..
Singularidade
Ser singular não é ruim
Ser singular é extraordinário,
Diferenciado, fora do padrão.
Como a teoria da Singularidade,
que escapa das Leis da física, onde a matemática não é mãe.
Singularidade, chave da perfeição,
O perfeito não é igual.
O perfeito é você!
O simples singular.
Vivemos atualmente na ditadura da beleza, tudo tem que ter um padrão ideal de beleza. Eu já sou mais a mulher normal, com pouca maquiagem, a típica mulher contemporânea se preocupa consigo mesmo e com a sua aparência, mais não vive em uma regra padrão, segue a vida ao seu modo...
Forrest Gump é uma pessoa que vê a vida de uma forma diferente do padrão comum imposto pelo amadurecimento e pelas exigências sociais. No filme ele é descrito como “retardado”, adjetivo que é contraposto por uma frase do próprio personagem: “idiota é quem faz idiotice”. A visão do personagem em relação a vida é a verdadeira matrix. Matrix que se trata absolutamente da percepção, a forma de ver o que está para ser visto, ou seja, “olhar para a matrix é olhar para a nossa mente.” A ilusão torna-se a realidade do personagem, ou a ilusão é tudo o que ele não vê?
Levando em conta que tudo o que vivemos, criamos e temos definidos como correto ou incorreto, é uma questão de percepção, pode-se dizer que tudo trata-se de uma ilusão. Tendo em vista a realidade cinematográfica, o personagem é o verdadeiro mundo. No filme tudo se torna mais fácil e decorrente para Forrest Gump, que ao longo de sua vida conquista por mérito, milhares de coisas e inspira muitas outras.
Na faculdade, Gump, acredita que conquistaria o mundo com os pés e é com essa fantasia que se torna um grande jogador de futebol e ao se formar entra para o exército americano, do qual participa da tão famosa Guerra do Vietnã. Em meio a tanta crueldade e discórdia, Gump permanece todo o tempo dentro da sua fantasia, o que desmascara todo o controle social existente na época, pois Gump vivencia toda a guerra, vendo somente de forma clara os objetivos, ou seja, ele nunca teve a necessidade de matar ou entender o motivo de sempre “procurarem por alguém chamado Charlie.” A que se remete o bem e o mal? Qual é a linha de separação dessas duas oposições e qual é a vantagem desse binarismo?
A riqueza tem muita consequência negativa para o ser humano devido a sua mente egoísta e egocêntrica natural, pois nunca nada é suficiente num mundo capitalista. Essa ilusão consumista não diz respeito a identidade ou classe social, diz respeito ao ego e ao superego da sociedade. No filme, quando a riqueza e a fama chegam á vida de Forrest Gump, ele não percebe essa ocorrência, fato que comprova que o intuito do filme é questionar verdadeira ilusão, pois a riqueza não mudou a vida do personagem e é perceptível na narrativa: "O Tenente Dan investiu em um negócio de frutas e disse que eu não precisaria mais me preocupar com dinheiro, e eu pensei: ‘- Ah, um problema a menos. ’”
Com o passar trama, Gump, depois de mais velho e feito, “maduro” no ponto de vista social, num entardecer de outubro, sentado em sua varanda, decide correr sem destino, e faz isso durante 3 anos, 2 meses, 14 dias e 16 horas. Sem nenhum motivo ou causa, Gump, corre por todo os Estados Unidos. A população com o decorrer da noticia, não entendia que o fato não tinha nenhuma causa e sim, ser só uma questão de liberdade. Diante disso, mil falsas causas tornaram-se para os estadunidenses o motivo para a corrida exaustiva e inspiradora de Forrest Gump. O que era real a partir disso? O fato de Gump usar do seu livre arbítrio e correr sem nenhum motivo, ou a ilusão rotineira da sociedade em acreditar que pra tudo existe uma explicação?
Algo sempre perturbou a mente de Forrest Gump, algo maior que tudo que ele havia conquistado e que ele não explicava, justamente por não viver com a ilusão de que pra tudo existe uma explicação. Era o amor, Jenny, que ele levou a vida inteira por onde andou. Algo que sempre buscou internamente mas que não precisava de libertação por não precisar de reciprocidade. Mas o que é a libertação? A morte de Jenny não afeta Forrest negativamente, justamente por acreditar no natural. A libertação é produto da ilusão. O natural não precisa de salvação, é súbito por ser de certa forma inconcebível.
O filme indaga a curiosidade sobre o real e o imaginário. A posição que a sociedade toma no âmbito da comunidade de todas as formas, como o preconceito, o costume, o imoral, a ética e a noção que passam a ser questionados quando o normal, padrão, se contrapõe ao ver do natural e do comum. A desilusão causa o afrontamento da realidade e o fortalecimento do ilusório.
Fale sempre ao jovem: Você é mais forte e poderoso quando souber apreciar as virtudes como padrão de sua vida.
Começar novo não é reiniciar, é inventar outro padrão. É preciso reconhecer os erros, os nossos e os alheios, as fraquezas, os excessos, os entraves. Começar novo é permitir-se inclusive novos enganos, erros, fragilidades mas não os mesmos.
A confiança não é uma garantia de sucesso, mas um padrão de pensamento que irá melhorar a sua probabilidade de sucesso, a busca tenaz de maneiras de fazer as coisas funcionarem.
Não sou o padrão do que afeta a alma ou impulsiona corações, mas faço bom papel quando quero ser. E quero quase sempre.
A pessoa mais bonita
do mundo pra você,
não é aquela que tem
o padrão de beleza
imposto pela sociedade,
e sim aquela que torna-se
linda aos teus olhos
por tudo que te cativou.
Reciprocidade
No mundo em que vivemos não passamos de meros personagens, onde o padrão imposto pela sociedade faz com que muitos não vivam sua própria cena e assim fantasiam personagens apenas para servir esses padrões, a reciprocidade começa intrinsecamente, a partir do momento em que você se impõe para a sociedade como você realmente é, capitando essa resultante e transformando em algo benéfico para si, sendo assim, o segundo passo é ser recíproco extrínsecamente trabalhando com o próximo e fazendo com que a personalidade reflexa não sofra influências, a reciprocidade e a base relacional resultante da confiança.
Viva a vida sem medo…
Amor, algo fora de padrão
O que é o amor? Será que estou amando? Será que irei amar?
Já me fizeram a pergunta: O que é o amor?
Mas, como poderia responder tal coisa se, somos diferentes, pensamos diferente, agimos diferente, analisamos diferente, sentimo-nos diferente, portanto, amamos diferente!
Como alguém pode padronizar o amor? Por favor, não pergunte o que é o amor. O que posso dizer é que... Saberá quando o tiver.
Beleza
Existe realmente a beleza?
Há um padrão diferente de avaliar o belo...
O belo para uns é o feio para outros.
Porque nos sentimos fascinados por certas "belezas" e repulsas a "outras"?
Este parâmetro varia com o tempo, o que hoje você julga belo, amanhã já não será.
