Ovelhas
No púlpito deve ser pregado a psicologia pastoral para que as ovelhas entendam que elas são alvos de uma direção sábia, sadia e comprometida com a saúde espiritual de todos.
Infiltrar a paz, onde vivem
só cachorros loucos.
É o mesmo que colocar pulgas
em ovelhas tosquiadas.
Não faz sentido!
Quero ser como o menino Davi: cuidar das ovelhas com paciência, cantar louvores com sua pequena harpa, e sonhar com o dia em que serei digno da coroa dos céus, podendo enfim estar na presença do Rei dos Exércitos, em um louvor eterno que transcende todo sofrimento.
Verdadeiros profetas despertam a espiritualidade, os falsos pastores cegam as ovelhas com promessas carnais.
Pastores que não resolvem as necessidades, os problemas e as dificuldades das ovelhas, o Inimigo tem a receita para abandoná-los, em vez de ajudá-los com orações.
Ovelhas obedecem por amor, bodes insistem na própria razão. Ambos podem estar no mesmo lugar, mas só um ouve o Pastor.
Ovelhas: São dóceis, obedientes e seguem o pastor — simbolizam os filhos de Deus, os justos, os que praticam o bem.
Bodes: São teimosos e independentes — representam os rebeldes, os que não seguem os mandamentos nem demonstram amor ao próximo.
Anjos nem sempre vivem no céu... Pela divindade cuidando das ovelhas que se perderam, anjos vivem na amizade sincera que pouca reconhecida;
Anjos nem sempre tem asas visivelmente penosa... Anjos podem ser de várias etnias, mas sempre com a alma transparente;
Quando você começar a sentir cheiro de rebanho, prepare o seu cajado, porque as ovelhas estão se aproximando.
Fim do mundo
Quão próximo está o fim do mundo?
Conta-se que um garoto vigiava as ovelhas dos aldeões.
Para agitar um pouco, certo dia ele gritou “lobo! lobo!”, mas não havia lobo algum.
Os aldeões acudiram com paus para a
fugentar o lobo,
mas descobriram que não era nada.
Foi tão divertido que, tempos depois, o garoto gritou de novo.
Novamente os aldeões acudiram com paus, mas descobriram que era outro alarme falso.
Depois um lobo veio mesmo, e o garoto soou o aviso “lobo! lobo!”,
mas os aldeões não fizeram caso de seus gritos, achando que era outro alarme falso.
Haviam sido enganados demasiadas vezes.
Tem acontecido o mesmo com aqueles que proclamam o fim do mundo. Através dos séculos, desde os dias de Jesus, já se fizeram tantas predições não cumpridas que muitos não mais as levam a sério.
Gregório I, papa de 590 a 604 EC, numa carta a um monarca europeu, disse: “Queremos também que Vossa Majestade saiba, como aprendemos das palavras do Deus Altíssimo nas Escrituras Sagradas, que o fim do mundo atual já está próximo e que se aproxima o infindável Reino dos Santos.”
No século 16, Martinho Lutero, fundador da Igreja Luterana, predisse que o fim era iminente. Segundo certo autor, ele disse: “Quanto a mim, tenho certeza de que o dia do juízo está muito próximo.”
Sobre um dos primeiros grupos batistas, relata-se:
“Os anabatistas de princípios do século 16 criam que o Milênio ocorreria em 1533.”
“Edwin Sandys (1519-1588), arcebispo de York e primaz da Inglaterra . . . diz . . .: ‘Asseguremo-nos de que a vinda do Senhor está próxima.’”
Atribuem-se a William Miller, que em geral se crê ter fundado a Igreja Adventista, as palavras: “Estou plenamente convencido de que em alguma época entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844, de acordo com o método judaico de cômputo do tempo, Cristo virá.”
por que tantos alarmes falsos?
