Outros
Pessoas frustradas, fracassadas, mal-amadas e que não tem o que fazer cuidam da vida dos outros, pois a vida alheia é mais interessante.
A EXCELÊNCIA é obtida quando você se IMPORTA MAIS do que os outros julgam ser NECESSÁRIO, se ARRISCA MAIS do que os outros julgam ser SEGURO, SONHA MAIS do que os outros julgam ser PRÁTICO, e PERSISTE MAIS do que os outros julgam ser POSSÍVEL.
Um caminho é só um caminho, e não há desrespeito a si ou aos outros em abandoná-lo, se é isto que o coração nos diz...
Examinhe cada caminho com muito cuidado e deliberação.
Tente-o muitas vezes, tanto quanto julgar necessário.
Só então pergunte a você mesmo, sozinho, uma coisa...
Este caminho tem coração?
Se tem, o caminho é bom,
se não tem, ele não lhe serve.
Um caminho é só um caminho.
Vou me desligar um pouco dessa paranoia de ”o que os outros vão pensar?” e agir, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu. E daí se eu acordar arrependida? Pelo menos não terei dormido na vontade. E se eu errar? Ah, arquiva aí como experiência.
Quero ver outras pessoas, outros corpos, outras caras, mesmo que sejam inexpressivos, desconhecidos. Eu também serei inexpressivo e desconhecido para elas, e nesse desconhecimento e nessa inexpressividade mergulharemos todos juntos num filme qualquer, de mãos dadas no escuro, como um bando de meninos dançando a cirandinha.
Limite Branco
Viver para os outros é não somente a lei do dever como da felicidade.
E outros obstáculos sobrevirão, até que o discípulo aprenda a: dominar-se, educar-se, vencer serenamente, com a lições recebidas.
O maior bem que podemos fazer aos outros não é oferecer nossa riqueza, mas levá-los a descobrir a deles.
A sua mente fica perturbada pensando nas imperfeições dos outros. Deixe as imperfeições dos outros apenas para eles, deixe que eles cuidem disso. Cuide da sua própria mente. Cuide das suas próprias imperfeições e isto é o bastante.
Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.
Vivemos, agimos e reagimos uns com os outros, mas sempre e em quaisquer circunstâncias existimos a sós. (...) Abraçados, os amantes buscam desesperadamente fundir seus êxtases isolados numa única auto-transcendência; debalde. Cada espírito, em sua prisão corpórea, está condenado a viver e gozar em solidão.
Não permita que os outros tirem a sua paz. A paz vem de dentro de você mesmo. Não procure à sua volta.
