Ouça quem te Ama
A pessoa que tem amor nesta vida, tem muita sorte.
Quem ama nunca sente medo de contar o seu segredo.
Onde a felicidade está? Onde está o amor? O que está errado com o mundo?
O mundo inteiro está viciado no drama e apenas atraídos por coisas que te trazem trauma.
Mas pra que viver fingindo, se você não pode enganar seu coração?
Deixe sua alma levitar para o amor. Você consegue praticar o que prega?
Será que em poucos anos vão perguntar o que era o amor?
Todo mundo está à procura de algo.
Envie alguma mensagem dos céus, oh, Deus.
Pois as pessoas me fazem questionar, onde está o amor? O amor realmente se foi?
Se o amor e a paz são tão fortes, por que há partes do amor que não usamos?
Você não pode ver a floresta estando nas árvores, tal como apaixonado nas veredas do amor.
Eu tenho uma sensação de que hoje será uma boa noite.
Se você nunca conhecer a verdade, então você nunca conhecerá o amor.
O que adquire entendimento ama a sua alma; o que cultiva a inteligência achará o bem.
Quem ama o outro também ama a Deus, pois é mandamento divino e cumpre toda a Torá e a Bíblia Sagrada, princípio que deveria estar presente em qualquer legislação.
📖 João 13:34-35; Gálatas 5:14; 1 João 4:20
Você aprende com pessoas traiçoeiras.
Três lições:
1. Nem todo mundo que diz que te ama quer o seu bem.
2. Nem todos em quem você confia serão leais.
3. Algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar a não sermos como elas.
Oh! Quão livremente Deus ama o mundo! Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu pelos ímpios. Quando estávamos mortos em nossos pecados, Deus nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós. E quão livremente com Ele, Ele dá todas as coisas! Verdadeiramente, a GRAÇA LIVRE é tudo em todos!
Há uma religiosidade que vê só os defeitos da igreja; e há o Evangelho, que nos ensina a amá-la mesmo vendo todos eles.
O hipócrita ama a verdade... desde que ela afague o seu ego. A verdade só é bem-vinda enquanto serve de chicote para o outro; quando vem para desmascarar a sua própria conduta, ele ofende-se, revolta-se e alega estar sendo julgado.
Só agradecer mesmo.
Pelo hoje, pelo fôlego, pela mesa,
pelas pessoas que a gente ama,
pelas portas que abriram
e pelas que se fecharam pra proteger.
Agradecer pelo pouco que é muito,
pela paz que chegou devagar,
pela força pra recomeçar
e pela fé que não deixa a gente desistir.
Que a gratidão transborde em cada conquista e transforme as derrotas em força para recomeçar.
“A Versão de Mim Que Mora nos Olhos de Quem Me Ama”
Existe uma versão de nós que talvez nunca consigamos conhecer completamente.
Ela não mora no espelho.
Não aparece quando nos examinamos em silêncio.
Não se revela nas noites em que contamos nossos erros, nossas perdas e tudo aquilo que ainda não conseguimos ser.
Essa versão mora nos olhos de quem nos ama.
É curioso: passamos a vida inteira dentro de nós mesmos e, ainda assim, talvez sejamos as pessoas menos imparciais para dizer quem somos.
Conhecemos demais as nossas fraquezas.
Sabemos onde escondemos nossos medos, lembramos das palavras que gostaríamos de retirar, das oportunidades que desperdiçamos, das promessas que fizemos a nós mesmos e não cumprimos.
Carregamos os bastidores da própria existência.
Os outros, porém, muitas vezes enxergam o palco.
Enquanto eu me lembro das vezes em que quase desisti, alguém se lembra de que continuei.
Enquanto eu me condeno por ter sentido medo, alguém me considera corajoso justamente porque me viu caminhar apesar dele.
Enquanto eu penso que fiz tão pouco, talvez exista alguém guardando na memória uma palavra minha que chegou exatamente quando precisava.
E talvez seja essa uma das maiores ironias da existência:
somos capazes de transformar a vida de alguém sem perceber que fizemos isso.
Há pessoas que carregam uma versão nossa muito mais bonita do que aquela que carregamos dentro de nós.
Não porque estejam cegas.
O amor verdadeiro não é cegueira.
Talvez seja justamente o contrário.
Amar alguém é enxergar suas imperfeições e, ainda assim, não reduzir essa pessoa a elas.
Nós fazemos isso conosco o tempo inteiro: pegamos um erro e transformamos em identidade.
“Eu fracassei” lentamente se transforma em “eu sou um fracasso”.
“Eu tive medo” transforma-se em “eu sou covarde”.
“Eu não consegui” transforma-se em “eu não sou capaz”.
É assim que a consciência, quando ferida, falsifica nossa própria biografia.
Esquecemos todas as páginas e ficamos relendo justamente aquela em que caímos.
Mas quem nos ama talvez esteja lendo o livro inteiro.
Lembra-se das vezes em que fomos generosos quando ninguém estava olhando.
Das vezes em que permanecemos quando seria mais fácil partir.
Das pequenas bondades que nós mesmos esquecemos.
Das batalhas que vencemos sem comemorar.
Dos dias em que achávamos que estávamos apenas sobrevivendo, mas alguém, olhando de fora, enxergava coragem.
Talvez por isso existam momentos em que precisamos cometer um pequeno ato de humildade:
emprestar os olhos de alguém.
Quando nossa visão estiver turva, quando a tristeza diminuir aquilo que somos, quando a culpa exagerar aquilo que fizemos, talvez seja necessário perguntar silenciosamente:
Como me enxergaria alguém que verdadeiramente me ama?
Não para alimentar o ego.
Não para fugir das nossas responsabilidades.
Mas para recuperar a proporção das coisas.
Porque humildade não significa pensar menos de si.
Significa também não se condenar injustamente.
Às vezes acreditamos que conhecer a nós mesmos significa conhecer nossas sombras.
Mas conhecer-se verdadeiramente é ter coragem de reconhecer também a própria luz.
E essa talvez seja a parte mais difícil.
Aceitamos facilmente quando alguém aponta nossos defeitos, mas desconfiamos quando alguém reconhece nossa beleza.
Talvez porque exista dentro de nós um juiz muito antigo, acostumado a recolher provas contra nós mesmos.
Por isso, quando alguém disser:
“Você é mais forte do que imagina.”
Talvez não seja necessário responder imediatamente:
“Você não me conhece.”
Talvez conheça.
Talvez conheça uma parte sua que você perdeu de vista.
Talvez tenha testemunhado sua coragem justamente nos momentos em que você acreditava estar apenas tentando sobreviver.
Talvez tenha encontrado generosidade em gestos que para você pareciam pequenos.
Talvez enxergue possibilidades onde você só consegue enxergar limites.
Existe uma versão de você vivendo na memória das pessoas que você tocou.
Uma versão feita das palavras que ficaram depois que você foi embora, dos abraços que chegaram na hora certa, das conversas que impediram alguém de desistir, das risadas que tornaram determinado dia suportável.
Você talvez nunca conheça completamente essa pessoa.
Mas ela existe.
E haverá dias em que o espelho não será suficiente.
Dias em que a nossa própria consciência estará coberta pela neblina das decepções, do cansaço ou das culpas.
Nesses dias, talvez não seja fraqueza pedir emprestado o olhar daqueles que nos amam.
Às vezes precisamos enxergar a nós mesmos através de outros olhos até que os nossos voltem a reconhecer quem somos.
Porque talvez exista uma verdade muito simples escondida nisso tudo:
há pessoas que acreditam em nós não porque desconhecem nossas fraquezas, mas porque conheceram algo em nós que nossas fraquezas jamais conseguiram destruir.
E, algumas vezes, acreditar no amor de alguém também significa acreditar que aquilo que essa pessoa enxerga em nós pode ser verdade.
Tapinha nas costas adia o tombo.
Soco de amigo de verdade evita a queda.
Escolhe quem te ama de verdade.
— Van Escher
Tempestade.
Clara alma rebelde floresce.
Sendo horizonte resplandece
A mulher grita te ama .
Apenas olhares sobre olhares
O beijo evidente...
Chamas dentro de turbilhão de emoções.
Fogo ganha sombras dos deuses.
Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.
E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…
Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?
Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.
Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.
O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.
E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.
O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.
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