Os Ventos que nos Tira algo que Amamos

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Cafona é algo hereditário. Avó cafona, mãe cafona, e netos cafona e meio. Pior que ser brega é ser cafona, o brega tem o ar de sua graça, mais cafona não tem graça nenhuma... cafona não tem gosto, é um desgosto ver uma cafona achar que seu mal gosto é o melhor de todos os gostos...cafona quer ser diferente e copia tudo...pior que copiar, e copiar mal, e sempre acrescentando algum detalhe... rsrsrs, e aumenta o péssimo gosto. Cafona se acha o máximo dos máximos... no reino da cafonice, reina inveja, egoísmo e um imenso vazio. O simples é o mais sofisticado, se você não nasceu para usar seda, a chita com certeza vai lhe cair bem como uma seda.

Lembre-se, você é apenas uma pessoa
estúpida fingindo ser algo que não é.

Amigos e inimigos são algo que todos sempre terão. Especialmente dentro de si mesmos.
🕊

O que mais dói não é só a possibilidade de perder alguém,
é a ideia de que algo que foi real, forte e verdadeiro possa simplesmente se dissolver no tempo,
como se nunca tivesse importado.

Queria dizer algo que nunca tivesse sido dito, mas às vezes as palavras simplesmente não obedecem.

Tenho observado algo que poderia, inclusive, se tornar objeto de estudo: a crescente irritação de muitos homens diante da autonomia e da liberdade das mulheres. Em conversas cotidianas e nas redes sociais, percebe-se um movimento de retrocesso comportamental, quase uma ressurreição da misoginia dos séculos passados.


Homens voltam a repetir que as leis “beneficiam demais” as mulheres, que elas “são o problema dos relacionamentos” e até que “provocam” as próprias violências. Alguns chegam a justificar o feminicídio e a apoiar discursos que reforçam o controle masculino sobre elas. É como se, diante do avanço feminino, parte dos homens reagisse com medo e ressentimento, um verdadeiro backlash (retaliação) contra a igualdade e contra a equidade.

Nada substitui um bom vocabulário e uma escrita refinada. Há algo de sedutor na arte das palavras bem ditas.

⁠Do nada, quando menos esperarmos, pode acontecer algo para melhorar o nosso dia.

Se você também sente algo — mesmo que seja uma fala venha conversar. Não peço promessas imensas, apenas presença honesta: um encontro, uma carta, um telefonema. Se não houver retorno, guardarei o que restou com gratidão; se houver, prometo escutar antes de falar, cuidar antes de julgar, e tentar, com toda a paciência que me resta, reconstruir o que for possível.

Tudo que se luta carrega em si a esperança de se transformar em algo belo, mesmo em meio à aflição.

⁠"A poesia é algo tão nosso e tão intimo, que chega a ser uma pouca vergonha o hábito de a mostrar "

É engraçado como só percebemos o valor de algo quando ele vira inexistente, a vida é estranha como uma bola de basquete quanto mais você bate mais alta ela fica e quando ela cai você até pode apanhar, mas não vais bater ela do mesmo jeito que antes.

⁠O talvez ..

Talvez, você sinta algo .
Talvez, você entenda esse sentimento.
Talvez, um dia você se importe .
Talvez, você me ame .

Mais só, Talvez!

Não espere de mim algo que você mesmo diz que é importante, porque eu não represento isso.

⁠Não tenha medo de tentar algo novo, pois é na coragem de arriscar que encontramos as maiores conquistas.

Se não sabe o quer, pelo o menos faça algo.
A jornada é a única forma de se descobrir.

A vida é breve, o tempo é frio, implacável e cruel, se tiver que fazer algo bom, faça enquanto há tempo, porque chegará um tempo, que não haverá mais tempo.

O Malvadão

A trajetória do Flamengo em 2025 pode ser lida como algo maior do que uma simples coleção de troféus.
Ela se parece mais com um manifesto sobre identidade,
ambição e grandeza.
Ganhar títulos é o objetivo de todo clube gigante, mas o que realmente separa os grandes dos extraordinários é como eles competem quando o limite é alcançado...
e o Flamengo chegou a esse limite sem nunca abaixar a cabeça.
Ao longo do ano,
o time empilhou conquistas, confirmou favoritismos e transformou finais em afirmações de força!
Cada troféu não foi apenas metal levantado, mas a prova de um projeto sólido,
de um elenco que entendeu o peso da camisa e de uma torcida que empurrou como poucas no mundo sabem fazer.
O Flamengo de 2025 não venceu por acaso: venceu porque soube ser melhor na regularidade,
na pressão e na decisão.
Mas talvez o momento mais simbólico da temporada não tenha sido uma vitória.
Encarar o melhor time do mundo da atualidade, levar o jogo à prorrogação, disputar cada metro do campo como se fosse o último e cair apenas nos pênaltis é, paradoxalmente,
um ato de consagração.
Ali,
o Flamengo mostrou que não estava tentando alcançar o topo...
já estava nele.
Perder nos pênaltis,
naquele contexto,
não foi fracasso, foi a confirmação de que a diferença entre o Flamengo e qualquer outro gigante do planeta é mínima, quase invisível.
E é justamente aí que nasce a maior reflexão:
ser o melhor time do mundo não é apenas vencer todas as disputas, mas ser reconhecido pela coragem de enfrentar qualquer adversário, em qualquer palco, sem medo.
O Flamengo de 2025 fez isso.
Jogou de igual para igual, sustentou a pressão, honrou sua história e saiu maior do que entrou, mesmo sem a taça final.
Hoje,
quando se fala em futebol de excelência, intensidade e mentalidade vencedora,
o Flamengo não é mais referência apenas no Brasil ou na América do Sul.
É referência no mundo!
Porque títulos constroem currículos, mas trajetórias constroem lendas.
E a de 2025 já entrou para a história como uma das mais extraordinárias que o clube e o futebol já viram.
Darwin Melo

⁠"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"

Há algo anterior ao nome, ao trauma e à memória — o PRIMEVO — onde a alma não se explica, apenas pulsa. É desse território que brotam as neuroses, não como falhas, mas como mensagens mal traduzidas do fundo arcaico que insiste em existir. Quando a consciência tenta domesticar o PRIMEVO, nasce o sintoma; quando aprende a escutá-lo, nasce o sentido. Toda cura começa no instante em que o ser aceita que não é senhor da própria origem, apenas intérprete tardio de um chamado antigo.