Os Ventos que nos Tira algo que Amamos
Cafona é algo hereditário. Avó cafona, mãe cafona, e netos cafona e meio. Pior que ser brega é ser cafona, o brega tem o ar de sua graça, mais cafona não tem graça nenhuma... cafona não tem gosto, é um desgosto ver uma cafona achar que seu mal gosto é o melhor de todos os gostos...cafona quer ser diferente e copia tudo...pior que copiar, e copiar mal, e sempre acrescentando algum detalhe... rsrsrs, e aumenta o péssimo gosto. Cafona se acha o máximo dos máximos... no reino da cafonice, reina inveja, egoísmo e um imenso vazio. O simples é o mais sofisticado, se você não nasceu para usar seda, a chita com certeza vai lhe cair bem como uma seda.
O que mais dói não é só a possibilidade de perder alguém,
é a ideia de que algo que foi real, forte e verdadeiro possa simplesmente se dissolver no tempo,
como se nunca tivesse importado.
Tenho observado algo que poderia, inclusive, se tornar objeto de estudo: a crescente irritação de muitos homens diante da autonomia e da liberdade das mulheres. Em conversas cotidianas e nas redes sociais, percebe-se um movimento de retrocesso comportamental, quase uma ressurreição da misoginia dos séculos passados.
Homens voltam a repetir que as leis “beneficiam demais” as mulheres, que elas “são o problema dos relacionamentos” e até que “provocam” as próprias violências. Alguns chegam a justificar o feminicídio e a apoiar discursos que reforçam o controle masculino sobre elas. É como se, diante do avanço feminino, parte dos homens reagisse com medo e ressentimento, um verdadeiro backlash (retaliação) contra a igualdade e contra a equidade.
Nada substitui um bom vocabulário e uma escrita refinada. Há algo de sedutor na arte das palavras bem ditas.
Se você também sente algo — mesmo que seja uma fala venha conversar. Não peço promessas imensas, apenas presença honesta: um encontro, uma carta, um telefonema. Se não houver retorno, guardarei o que restou com gratidão; se houver, prometo escutar antes de falar, cuidar antes de julgar, e tentar, com toda a paciência que me resta, reconstruir o que for possível.
"A poesia é algo tão nosso e tão intimo, que chega a ser uma pouca vergonha o hábito de a mostrar "
É engraçado como só percebemos o valor de algo quando ele vira inexistente, a vida é estranha como uma bola de basquete quanto mais você bate mais alta ela fica e quando ela cai você até pode apanhar, mas não vais bater ela do mesmo jeito que antes.
O talvez ..
Talvez, você sinta algo .
Talvez, você entenda esse sentimento.
Talvez, um dia você se importe .
Talvez, você me ame .
Mais só, Talvez!
Não tenha medo de tentar algo novo, pois é na coragem de arriscar que encontramos as maiores conquistas.
A vida é breve, o tempo é frio, implacável e cruel, se tiver que fazer algo bom, faça enquanto há tempo, porque chegará um tempo, que não haverá mais tempo.
O Malvadão
A trajetória do Flamengo em 2025 pode ser lida como algo maior do que uma simples coleção de troféus.
Ela se parece mais com um manifesto sobre identidade,
ambição e grandeza.
Ganhar títulos é o objetivo de todo clube gigante, mas o que realmente separa os grandes dos extraordinários é como eles competem quando o limite é alcançado...
e o Flamengo chegou a esse limite sem nunca abaixar a cabeça.
Ao longo do ano,
o time empilhou conquistas, confirmou favoritismos e transformou finais em afirmações de força!
Cada troféu não foi apenas metal levantado, mas a prova de um projeto sólido,
de um elenco que entendeu o peso da camisa e de uma torcida que empurrou como poucas no mundo sabem fazer.
O Flamengo de 2025 não venceu por acaso: venceu porque soube ser melhor na regularidade,
na pressão e na decisão.
Mas talvez o momento mais simbólico da temporada não tenha sido uma vitória.
Encarar o melhor time do mundo da atualidade, levar o jogo à prorrogação, disputar cada metro do campo como se fosse o último e cair apenas nos pênaltis é, paradoxalmente,
um ato de consagração.
Ali,
o Flamengo mostrou que não estava tentando alcançar o topo...
já estava nele.
Perder nos pênaltis,
naquele contexto,
não foi fracasso, foi a confirmação de que a diferença entre o Flamengo e qualquer outro gigante do planeta é mínima, quase invisível.
E é justamente aí que nasce a maior reflexão:
ser o melhor time do mundo não é apenas vencer todas as disputas, mas ser reconhecido pela coragem de enfrentar qualquer adversário, em qualquer palco, sem medo.
O Flamengo de 2025 fez isso.
Jogou de igual para igual, sustentou a pressão, honrou sua história e saiu maior do que entrou, mesmo sem a taça final.
Hoje,
quando se fala em futebol de excelência, intensidade e mentalidade vencedora,
o Flamengo não é mais referência apenas no Brasil ou na América do Sul.
É referência no mundo!
Porque títulos constroem currículos, mas trajetórias constroem lendas.
E a de 2025 já entrou para a história como uma das mais extraordinárias que o clube e o futebol já viram.
Darwin Melo
"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"
Há algo anterior ao nome, ao trauma e à memória — o PRIMEVO — onde a alma não se explica, apenas pulsa. É desse território que brotam as neuroses, não como falhas, mas como mensagens mal traduzidas do fundo arcaico que insiste em existir. Quando a consciência tenta domesticar o PRIMEVO, nasce o sintoma; quando aprende a escutá-lo, nasce o sentido. Toda cura começa no instante em que o ser aceita que não é senhor da própria origem, apenas intérprete tardio de um chamado antigo.
