Os Seres Vivos

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Dizem que os seres humanos são criaturas irracionais, mas chegar tão longe sem uma razão é raro.
(Kirari Momobami)

Independente de família, clã, máfia ou grupo étnico somos seres humanos

Mentira e hipocrisia são demasiadamente abundantes em alguns seres...humanos.

Os seres humanos são superficiais e pouco perspicazes, e um homem de roupa diferente lhes parece um outro homem.

Gostamos de pensar que somos seres racionais. Humanos. Conscientes. Civilizados. Pensantes. Mas quando tudo dá errado, mesmo que só um pouco, fica claro que não somos nada além de animais. Temos polegares opositores, pensamos, andamos eretos, falamos, sonhamos. Mas lá no fundo, ainda estamos ligados às nossas raízes primitivas, mordendo, dando patadas, arranhando uma existência nesse mundo escuro e sombrio como o resto dos sapos e dos bichos-preguiça.
[...]
Há algo de animal em todos nós e talvez isso seja algo a ser celebrado. Nosso instinto animal é o que nos faz procurar o conforto, aconchego, um grupo pra andar. Talvez nos sintamos enjaulados, talvez nos sintamos presos. Mas como humanos, ainda podemos achar caminhos para sentirmos livres. Nós somos os protetores uns dos outros. Mais ainda: somos os guardiões da nossa própria humanidade. E mesmo havendo um monstro dentro de todos nós... O que nos separa dos animais, é que podemos pensar, sentir, sonhar e amar. E contra todas as possibilidades, contra todos os instintos... nós evoluímos.

Os seres humanos me assombram.

in A menina que roubava livros(pág 478).

Mulheres são seres que não aguentam as respostas mas são obcecadas pelas perguntas.

A Música é a arte perfeita que exprime os sentimentos dos seres imperfeitos

Para associar os seres humanos entre si, não basta a identidade da sua natureza; é necessário ensinar-lhes a falar uma mesma linguagem, isto é, a da compreensão; a usufruir uma cultura comum; e a compartilhar os mesmos sentimentos. De outro modo, o ser humano preferirá encontrar-se com o seu cão, a encontrar-se com uma pessoa estranha".

Meus animais de estimação já me disseram e fizeram por mim muito mais do que muitos seres humanos que me cercam.

Eu sou o que eu sou independentemente dos seres que desejam transformar o meu ser.

Em um mundo tão violento, em que os humanos tornaram-se seres tão frios... Ser vampiro tornou-se algo romântico... Eu até entendo... Os humanos assumiram atos tão monstruosos, que diante deles, parecemos os mocinhos !

(Ser Vampiro)

Quero viver num mundo em que os seres sejam simplesmente humanos, sem mais títulos além desse, sem trazerem na cabeça uma regra, uma palavra rígida. Quero que a grande maioria, a única maioria, todos, possam falar, ler, ouvir, florescer. Nunca compreendi a luta senão como um meio de acabar com ela. Quero um caminho, porque creio que esse caminho nos leva a todos, a essa amabilidade duradoura. Quero uma bondade ubíqua, extensa, inexaurível. Resta-me no entanto uma fé absoluta no destino humano, uma convicção cada vez mais consciente de que nos aproximamos de uma grande ternura. Neste sobressalto de agonia, sabemos que entrará a luz definitiva pelos olhos entreabertos. Entender-nos-emos todos. Progrediremos juntos. E esta esperança é irrevogável...

A maior descoberta de qualquer geração é que os seres humanos podem modificar suas vidas alterando sua maneira de pensar.

"Os humanos são os únicos seres q se divertem com o sofrimento dos semelhantes"

Os seres humanos não necessariamente necessitam de um amor, mas sem o amor de alguém não saberemos o que é ser gentil, carinhoso ou realmente se apaixonar. Então não necessitamos mas precisamos.

Deus é apenas um ídolo criado pelos seres humanos para terem de quem depender.

Lado a lado com a espécie humana corra outra raça de seres, os inumanos, a raça dos artistas que, incitados por desconhecidos impulsos, tomam a massa sem vida da humanidade e, pela febre e pelo fermento com que a impregnam, transformam a massa úmida em pão, e o pão em vinho, e o vinho em canção. Do composto morto e da escória inerte criam uma canção que contagia. Vejo esta outra raça de indivíduos esquadrinhando o universo, virando tudo de cabeça para baixo, os pés sempre se movendo em sangue e lágrimas, as mãos sempre vazias, sempre se estendendo na tentativa de agarrar o além, o deus inatingível: matando tudo ao seu alcance que lhe rói as entranhas (...) Um homem que pertence a essa raça precisa ficar em pé no lugar alto, com palavras desconexas na boca, e arrancar as próprias entranhas. É certo e justo, porque ele precisa! E tudo quanto fique aquém dessa aterrorizador espetáculo, tudo quanto seja menos sobressaltante, menos tetrificante, menos louco, menos delirante, menos contagiante, não é arte. O resto é falsificação. O resto é humano. O resto pertence à vida e à ausencia de vida.

Henry Miller

As pessoas ao redor parecem manequins.
Olhar os seres humanos já é depressivo,
se exibindo por pagar mil reais num jeans
que sai da moda, por isso prefiro comprar livros.

Os seres humanos podem ansiar pela certeza absoluta; podem aspirar a alcançá-la; podem fingir, como fazem os partidários de certas religiões, que a atingiram. Mas a história da ciência - de longe o mais bem sucedido conhecimento acessível aos humanos - ensina que o máximo que podemos esperar é um aperfeiçoamento sucessivo de nosso entendimento, um aprendizado por meio de nossos erros, uma abordagem assintótica do Universo, mas com a condição de que a certeza absoluta sempre nos escapará.
Estaremos sempre atolados no erro. O máximo que cada geração pode esperar é reduzir um pouco as margens dele e ampliar o corpo de dados a que elas se aplicam. A margem de erro é uma auto-avaliação visível e disseminada da confiabilidade de nosso conhecimento.
[Carl Sagan em: O mundo assombrado pelos demônios, capítulo 3 - Ciência e Esperança]