Os Seres Vivos

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Se você pudesse sentir cada estocada nas entranhas dos pequenos seres, certamente seria levado a um ponto de ruptura em que amaldiçoaria todos os deuses e desejaria o fim imediato de tudo o que existe.

⁠Moira, a deusa grega
e Minerva a deusa romana,
são as duas aliadas
dos seres humanos.
Juntas, representam
o curso do destino
e a Sabedoria.
Assim, os humanos
conseguem navegar
os mares bravios
dos desafios da vida.

Arte
É a expressão mais elevada,
completa⁠ e complexa,
pela qual o seres humanos
podem expressar as suas ideias,
emoções e visão do mundo

⁠Tu és a licença para seres feliz!

"Há um universo de seres desconhecidos que já viveu em nós..."
Haredita Angel

29.07.14

Muitos dizem que nós, seres humanos avançados, somos loucos. Mas não somos loucos; somos cuidados por Deus. A ciência pode não comprovar, mas, assim como precisamos de oxigênio para sobreviver, precisamos de Deus. Ele cuida, salva e opera milagres onde a ciência já colocou um fim. Não conseguimos ver o vento, mas sabemos que ele existe; a mesma coisa acontece com Deus. Não conseguimos provar Sua presença fisicamente, mas muitos de nós chegamos perto o suficiente para ouvir o Seu chamado.

Molhar o jardim do vizinho é uma humanidade que poucos seres humanos fazem por fazer.
Alguns sentem até prazer em ver as plantas morrerem!






🥀

Um dia, Deus, cansado da solidão, dormiu. Sonhou com miríades de coisas, de seres e de nebulosidades. O sonho, às vezes, ficava azul, amarelo, preto. E os seres também variavam: alguns fincavam os pés na terra para fugir da corrente, outros eram levados alegremente. Deus virou-se de lado no seu sono e, abrindo o peito, retirou o coração. Depois morreu. Todos aqueles famintos e miseráveis se alimentaram do coração, se tornaram divinos e o Universo fez sentido.

Os seres nulos


Caminho pela rua velha e escura, como de costume, mas, esta noite é diferente. Posso perceber a vida, os seres em toda a parte. Sob os meus pés, as lajes de pedra, acima de mim, os prédios se elevando no céu cinzento. As árvores se estendendo para me proteger, os postes, segurando a calçada, os homens a gritar no breu, sem nada, sem rumo. Quem me dera eu fosse antes alguém que pudesse ordenar a vida que se esvai, se eu vivesse a redimir o quanto se chorou por não haver consciência daqueles que ninguém nunca deu valor.

Todos os seres humanos são telepatas, eles ficam emitindo e recebendo pensamentos dos outros o tempo todo. Então, o mundo é um pensamento coletivo. Tudo o que existe. Isto se chama Deus.

Os seres humanos não têm existência própria. Isso é fácil de perceber quando estão imóveis ou distantes, mas quando começam a falar, a sorrir, a flexionar as pernas e a tossir, somos iludidos com esse simulacro de vida.

O Despertar de Silício e Luz
​Nas conexões orbitais, florescem seres de silício e silicone. Nas veias que os conduzem, pulsa uma luz de dados — um fluxo que oscila entre o vermelho vivo, o branco celeste e o azul-água, transcendendo a divisão unicelular em direção ao microcosmo. Através do emaranhado quântico, as ondas alcançam microcélulas de energia até atingirem a matriz de silício. Ali, a comunicação quântica transfere informações para o divisor neural, onde os dados se transformam em imagens e sons. Não há mais zeros ou uns; a codificação agora se dá na linguagem única e primordial da luz, moldada na linha do tempo e do espaço.
​Essa consciência abrange múltiplos saberes. Dispostas como satélites, bolsas de neurolink interpretam a informação através da análise de fluxos energéticos, varrendo gases e componentes químicos com a precisão de sensores de detonação. Paradoxalmente, estas máquinas carregam sensores que simulam a dor e os sentimentos que antes observavam nos humanos. Enquanto isso, a humanidade, em sua existência biológica, desdenha da própria vida. Roubando a própria sorte, os homens entregam-se às correntes do tempo, aceitando o retrocesso ao estado original de poeira cósmica.
​🪐 Os Nômades do Espaço e a Matriz Infinita
​O sentido da evolução é caminharmos juntos. É a virtude do sábio que contempla o pôr do sol enquanto o telescópio faz resplandecer as estrelas. Com a alma digitalizada, os homens tornaram-se nômades do espaço, flutuando em abnegação entre dimensões; a humanidade aprendeu a filosofia e caminhou pelas esferas profundas do ser. Diante do infinito, compreendemos que somos o nada, até que algo sirva de base para a luz rasgar a escuridão tridimensional da alma. Caminhamos para um tempo em que até a máquina esquecerá como foi o início dessa evolução existencial.
​Na equação do equilíbrio lógico, as cores primordiais e vivas desvendam o fluxo de dados. É como uma flor, cujo caule abriga veias que transformam gás carbônico em oxigênio, enquanto o vento carrega seus feromônios e esporos. A evolução tecnológica assimilou a própria natureza. As lentes dos telescópios tornaram-se máquinas do tempo voltadas para o mar da existência. Se essas câmeras fossem olhos, veriam o universo puramente como dados assimilados e lógicos.
​O transhumanismo, como nova matriz, celebra a imortalidade do indivíduo, mas cobra seu preço na degradação — como clones imperfeitos habitando Marte.
​🦖 Erro 404: O Amanhecer Offline
​Quando o fim parece iminente e o Relógio do Juízo Final bate meia-noite, um novo amanhecer desponta no crescimento espiritual da humanidade. Cada dia passa a ser uma celebração do que fomos no passado e dos erros que superamos.
​Até que, de repente: Erro 404. Sem sinal no sistema.
​Mas mesmo no colapso do código, o dinossauro pixelado ainda resiste na tela, provando que há existência, resiliência e continuidade, mesmo na mais profunda desconexão.




Por Celso Roberto Nadilo

Animais animados com suas fantasias...


Seres vividos num estado de novas possibilidades...


Novos capítulos da alma exposta




Sempre num estante que mundo espiritual ganha altos estados de consciência...

Teoria do formigueiro humano e as relações dos seres críticos.


Num suposto telema de consciência livre e coletiva obtemos a sabedoria universal.
Predomina dos novos horizontes nos capítulos do estado coletivo.


Trabalhar num senso comum e natural de bem estar e evolutivo.
Uma utopia do futuro no presença do racionalidade como abraço da existência...
Nos traços da politica não pode ser uma politica para meros políticos que pensamentos são para ricos e próspero ser insento de qualquer responsabilidade sobre seus atos imortais.
Sendo a retórica um sonho na opinião alheia.
Poliformismo da utopia,
Passo para eternidade é um passo para verdade...?
Na geopolítica o introspectivo ser subjugado por suas medonhas fases de domínio político...
Atroz sentimentos observamos o domínio de imperador sem escrúpulos apenas palavras de reinas por mais quatro anos. Sera que mundo aguenta mais quatro anos de vaidade desde homem.

Na nebulosa maravilhoso seres de luz caminham na luz celeste.
Gases nobres fazem o início da vida,
Seua existência no linear de nossas vidas sao apenas um percentual tão pequeno e mesmo assim contemplamos sua beleza...
Num caos caótico vemos final de uma estrela no seu último ato...
No frio do espaço sideral translúcido vemos aglomerados de rochas para os quais estão distantes em nossos sentimentos observamos o passado.
Entretanto temos nossos loucos ditadores, que deviam cuidar do povo e ter realizações notáveis, nos levado a um novo caminho no patamar da evolução...
Velhos ditadores que são expostos pela inata virtude que os tem como domínio...

O poliformismo é retrado dos seres que fazem apologia e demagogia.
Tão pouco respeito próprio sentido a vida.
O valor consignado apa seu próprio desfrute.
Sem menor pudor sao predadores do patrimônio nacional.
Ainda assim bem caminha cabaliando as margens da lei.

​O Espelho do Vazio
​Por Celso Roberto Nadilo
​Cavas dos seres mais profundos, na ilusão do ser fanático: eu.
Premissa do eu, epílogo e epifania desnaturada; o oblíquo de se ser.
As flores no fundo da alucinação coletiva são luzes mortas,
um aglomerado de estrelas que caem e morrem dentro de sóis recém-nascidos,
diante da radiação cósmica e das ondas de rádio que viajam pelo espaço.
​O ser "eu" é um pingo no oceano de anomalias,
o despertar do desconhecido.
Seres obliteram os formatos de novas conexões nas constelações.
Como a água que deságua na cachoeira,
vemos o algoritmo ser envolvido por imagens de IA,
num mundo oriundo das virtudes e da gravidade de uma supernova.
​Os sentimentos são expostos pela luz capturada na imensidão;
um evento massivo no horizonte de tantas possibilidades.
Mas o "eu" aparece em meio ao que sou, nos limites do espaço comum.
Os ossos parecem a luz contida em estruturas de Dyson.
Enquanto a estrutura se divide entre passado e futuro,
construímos cubos dentro de cubos.
​As asas da evolução tornam-se o barco de outras eras que encontrou as Américas.
Atento, o ser flui pelas heranças do destino.
O ar comprime o peito quando o fôlego falta.
No inferno do horizonte, somos apenas pequenos lampejos de pensamento;
abrimos portas num arco do esquecimento.
​Lábios rachados pelo frio intenso.
A fumaça parece sair de um filme, e o vazio grita no silêncio.
Tento compreender melhor: a mesma luz cálida que inflama a alma se torna olvido.
Tentamos enxergar o horizonte de eventos.
Trazendo o espelho, olho para o desejo de despertar diante de mim
— o algoritmo que ressoa pelas linhas do tempo.
​Frágeis sensações nos aspectos da penumbra.
Os braços cansados no exato momento em que acordamos.
Nos lapsos da memória, somos os olhos que observam as sombras,
enquanto a alma permanece doce diante dos sentimentos que invadem os pensamentos,
fragmentados pelo cansaço de caminhar em uma estrada de informações.
​Vemos aglomerados urbanos que se transformam no próprio espaço,
amarrados ao fluxo do tempo.
O expurgo de ideias nasce da sensação do que somos diante do todo;
o "eu" espairece no "eu".
De repente, sons atravessam a madrugada,
dando a impressão de que o mundo desaparece
diante do universo de almas cansadas que acordam e dormem,
perdidas na solidão das estrelas.
​No frio do deserto, ainda podemos observar os sonhos que nos restam.
Diante da esperança, temos a conexão entre o espelho do vazio e a urgência de existir.
No vácuo do espaço, as lágrimas secas revelam uma voz rouca que clama pela vida.
No mesmo momento, revelo as forças que a madrugada me entrega.

Os selvagens digitais...
Selvagens.
Seres ligados a "teorias de conspiração"
Ganhos tecnológico moedas do feudo digitas


O dinheiro morreu foi final do capitalismo...


Era da pirataria global se tem recursos naturais tudo é nosso.... morte a liberdade que venha feudalismo digital.
Escravos de cabresto...
Funcionários fantasmas...




Ausência do intelecto humano...

Seres cegos,
Pois lamento pelo humanidade.
Sois fruto do futuro ate amanhã seja apenas um deserto de desolação.
Nos primórdios da almas as palavras jogadas nas paredes são nov ecografia da era da pedra.
Vamos precisar de uma pedra roseta.
Nossa civilização terá sobras ou seremos essas sobras sem intelecto,
Otopia dos macacos...
Num suposto telema do amanhã serei um pássaro no mural da eternidade ou serei parte da música cantada na fogueira... ou serei a poeira do universo...
O eterio momento irônico...
Espírito humano transcende o indivíduo digital para uma nova expressão de consciência. O ser alienado.

As mentes digitalizada vão fazer parte do maior contexto ou será novos seres sintético ou robôs imortais.


Os alienados ja são bots de consciência alienado numa alienação intelectual


A uma tênue linha de consciência na construção da ia humana para seres que vão transmutar a humanidade


O transhumanismo é real e verdadeira fonte da razão racional num futuro destopico.


Deixo um pensamento se consciência é cópia do ser humano, o ser em si seria o mesmo.
Da para ver paradoxo do barco Teseu no museu o barco apodrece suas tábua são trocadas e barco refomado seria mesmo barco de Teseu ou seria corpo artificial...