Os Dias Passam
1934 📜 "Apesar de lamentável, existe 'Greve de Fome'. Então, por que, nos dias frios e sem aquecimento adequado, não pode haver 'Greve de Banho'? Hein?"
1974 📜 "Quem escreve cartas nos dias de hoje? Pois recebi carta manuscrita, elogiosa, saudosa e relembrando um passado... Há muito passado! Lembrei das únicas que me escreviam cartas: Leonor, Denise ou Lívia. Só pode ser uma dessas. Vou descobrir!"
2223 📜 "Minhas Tias das Igrejas vão às Missas ou aos Cultos, todos dias, menos aos domingos, quando faço churrasco. Nesses domingos elas trocam a Ladainha pela Picanha. E o Herege sou Eu, Hum e AiAiAi!"
1131 📜 " 'Sejem' francos... Pode haver timidez na mulher que se diz tímida e, nos dias de hoje, tem dez, doze filhos? Pode haver timidez?"
2681 📜 Há dias, para Mim, em que o mais importante é o Café da Manhã. No meu caso são todos os dias, HeHeHe!
2982 📜 Minha Copeira (dos Dias de Semana) serviu-nos Papa de Aveia com Leite de Cabra e Tiras de Damasco. Ordens da Minha Nutricionista (uma delas), como Eu disse e vivo dizendo!
3332 📜 Sonhei que Eu estava Dormindo. E há dias em que Sonho que estou Sonhando. Dizem, aqui, que Eu sou Fenômeno!
3359 📜 Em relação ao Ministro Que Não Se Intimida e os Discursos Repetidos que vejo todos dias, só lembro daqueles Meus Cunhados Fanfarrões: Discursam, 'Analisam' Tentam se Mostrar Espertos, Justos e Videntes, mas... Conseguem nada, além de impressionar só os Incautos.
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Nunca chega o prometido 'Impíchima' do Ministro, não tiram o Ministro, não assustam nem intimidam o Ministro. Alguém aí quer trocar de Cunhados? HeuHein!
Que o Espírito Natalino que hoje nos une, permaneça em nós, em todos os outros dias da nossa Vida, para podermos e sabermos celebrá-la, sempre Espalhando Amor e Semeando Esperança.
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.
Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.
O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.
Nesses dias, é preciso muita paciência.
Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.
Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.
Quando enfim se reencontram, não há alarde.
O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.
Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.
Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.
Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.
A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.
Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.
Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.
Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.
Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.
E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.
Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.
Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.
O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.
O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.
E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.
A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.
Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.
Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.
Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.
Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.
Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.
Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.
Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.
E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.
Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.
Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.
O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.
Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.
No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.
E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.
Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.
É este.
O único que realmente chegou — o agora.
Para as Almas Abençoadas que se despertam dispostas a aprender todos os dias, até o Encardido tem ensinamentos.
Inicialmente parece um baita despropósito, e antes fosse…
Mas definitivamente não é.
O Encardido sabe que não tem salvação nem morte que o espere, e mesmo assim faz as suas tentações todo santo dia, como se fosse o último.
Quantos de nós, cheios de Vida Eterna para vivermos, medimos esforços todo santo dia?
É curioso — e até muito desconcertante — perceber que aquele que já perdeu tudo, ainda assim, não perde o ímpeto.
Ele insiste.
Persiste.
Não por esperança, mas por natureza.
Nem por fé, mas por constância.
Há nisso uma disciplina ligeiramente sombria que, se olhada sem o véu do orgulho, sem a santidade fabricada, revela-nos um espelho absurdamente incômodo.
Porque nós, que ainda temos escolha, que ainda temos tempo, que ainda temos propósito, tantas vezes nos damos ao luxo da inércia.
Adiamos o bem que sabemos fazer, protelamos a transformação que sentimos necessária, e negociamos com a própria consciência como se o amanhã fosse uma garantia — e não apenas uma possibilidade.
O Encardido não espera o momento ideal.
Ele age.
Não escolhe o dia perfeito.
Ele insiste.
E talvez seja aí que reside a provocação mais profunda: não naquilo que ele é, mas naquilo que nós deixamos de ser.
Se até quem está perdido mantém sua constância no erro, o que dizer de nós, que ainda podemos escolher o acerto?
Se até ele se levanta todos os dias para cumprir o que acredita ser sua missão, por que nós hesitamos tanto em cumprir a nossa?
A verdade é que não nos falta luz — falta-nos Decisão.
Não nos falta Caminho — falta-nos passos.
Nem nos falta Propósito — falta-nos Entrega.
Aprender com o que é torto não é se contaminar, é reconhecer que até na escuridão há lições sobre movimento, sobre foco e sobre continuidade.
E, sobretudo, é lembrar que, ao contrário dele, nós ainda podemos escolher a Direção.
Que a nossa constância não seja menor que a dele — mas que seja infinitamente mais Luminosa.
Despertemos — Despertai-vos!
Buscai as Coisas do Alto!
Todos
os dias que você Desistiu de Desistir
— também —
foram dias vencidos.
Nem toda Vitória faz barulho.
Algumas não recebem aplausos, medalhas ou reconhecimento.
Há dias em que vencer significa apenas levantar da cama, respirar fundo e continuar, mesmo quando tudo dentro da gente pede para parar.
Todos os dias em que você Desistiu de Desistir também foram dias vencidos.
Foram dias em que a esperança falou mais alto do que o desânimo, em que a coragem não apareceu como ausência de medo, mas como a decisão de seguir apesar dele.
A vida nem sempre é feita de grandes conquistas.
Muitas vezes, ela é construída nas pequenas e silenciosas escolhas: continuar tentando, recomeçar depois de um fracasso, acreditar mais uma vez quando as circunstâncias dizem o contrário.
Não subestime essas vitórias “invisíveis”.
Elas fortalecem o caráter, amadurecem a fé, ampliam a resiliência e preparam você para os dias em que os frutos finalmente aparecerão.
Se hoje você apenas conseguiu não desistir, celebre.
Você venceu uma batalha que poucos enxergam, mas que pode ser a mais importante de todas.
Porque, às vezes, o maior triunfo não é chegar ao destino.
É decidir, mais uma vez, continuar caminhando.
Força e Fé!
Amo Viver Intensamente cada um dos meus dias como se fosse o último, pois sei que um belo dia hei de acertar.
Esse Propósito pode até soar ousadia, mas ele não fala sobre esperar literalmente o fim.
Ele diz muito mais sobre valorizar o agora.
Afinal, ninguém conhece o amanhã.
O tempo é o único bem que recebemos sem garantias, e, ainda assim, é o que mais desperdiçamos acreditando que sempre haverá outra oportunidade.
Viver intensamente não significa viver desrespeitando os limites.
Significa amar sem economizar sentimentos, abraçar quem faz bem, perdoar quando o coração permitir, agradecer pelas pequenas conquistas e encontrar beleza até nos dias difíceis.
É entender que a intensidade está na presença, não na pressa.
Quando percebemos que cada amanhecer pode ser único, deixamos de adiar palavras importantes, sonhos possíveis e gestos de carinho.
Passamos a dar menos valor ao que nos afasta da paz e mais importância ao que realmente alimenta a nossa alma.
Se um dia este for realmente o último, que ele encontre em nós alguém que viveu com propósito, que espalhou bondade, que colecionou memórias em vez de arrependimentos e que fez da própria existência um testemunho de gratidão.
No fim das contas, viver intensamente é a forma mais charmosa e sincera de honrar o presente que é estar vivo.
E, enquanto esse último dia não chega, que cada novo amanhecer seja mais uma oportunidade de viver, amar, aprender e deixar um pouco de luz por onde quer que passemos.
Quer seja nos dias mais Floridos, quer seja nos mais Espinhosos, sempre amei estar com você, primuxa.
A vida nunca se apresenta com uma única paisagem.
Há dias em que os Caminhos parecem jardins perfumados de alegrias, encontros e até pequenas celebrações.
Mas também existem aqueles em que os passos encontram Espinhos, o céu parece mais pesado e até sorrir exige um pouco mais de coragem.
E, talvez, seja justamente aí que descobrimos o valor de certas companhias.
Porque estar junto só nos dias Floridos é muito fácil.
Difícil — e até bonito — é permanecer quando as Flores desaparecem, quando as palavras faltam e quando tudo o que podemos oferecer é a nossa humilde presença.
Há pessoas que nem precisam resolver nossos problemas; basta que estejam ao nosso lado para que eles pareçam um pouquinho menos pesados.
Você foi — para mim — uma dessas Presenças que tornam a caminhada mais Leve e mais Bonita.
Nos momentos de riso, compartilhamos alegria; nos difíceis, compartilhamos silêncio, força e esperança.
E, entre Flores e Espinhos, fomos colecionando memórias que o tempo jamais há de conseguir apagar.
Talvez amar alguém seja exatamente isso: não amar apenas a paisagem bonita que essa pessoa traz, mas agradecer por caminhar ao seu lado em todas as estações.
Por isso, primuxa, se a vida me oferecesse — novamente — a oportunidade de escolher os caminhos, eu não pediria que fossem sempre Floridos.
Pediria apenas que, entre uma curva e outra, entre Flores e Espinhos, eu pudesse continuar encontrando você.
Porque algumas pessoas não tornam a vida perfeita…
Tornam-na mais leve, mais querida.
Amo-te, primuxa!
Ninguém precisa estar bem todos os dias; o que ninguém pode é se esquecer das suas origens em nenhum deles.
Há dias em que a força parece faltar, em que o sorriso custa mais, os planos perdem o brilho e até aquilo que antes fazia sentido parece distante.
E tudo bem…
Somos humanos, não máquinas programadas para funcionar perfeitamente o tempo inteiro.
Há dias bons, dias difíceis e dias em que simplesmente precisamos respirar fundo e continuar.
Mas existe algo que não deveríamos perder nem nos dias de maior cansaço: a memória de quem fomos, de onde viemos e de tudo aquilo que nos trouxe até aqui.
Porque as origens são muito mais importantes do que qualquer lugar no passado.
São as marcas das mãos que nos ajudaram, as dificuldades que nos ensinaram, os sonhos que nasceram pequenos e as batalhas que ninguém viu.
São as pessoas que acreditaram quando ainda não tínhamos motivos para acreditar em nós mesmos.
Não há problema em mudar, crescer, conquistar novos espaços e até deixar para trás algumas versões de nós mesmos.
O perigo está em subir tão alto que já não consigamos reconhecer o chão que um dia sustentou nossos primeiros passos.
Que a prosperidade nunca nos roube a humildade.
Que as conquistas não apaguem a gratidão.
Que a distância não transforme em estranhos aqueles que fizeram parte da nossa caminhada.
E que, mesmo quando a vida nos levar para lugares que um dia pareciam impossíveis, ainda saibamos olhar para trás com respeito e dizer: eu não esqueci de onde vim.
Porque estar bem todos os dias é impossível.
Permanecer inteiro, apesar dos dias ruins, é uma escolha.
E talvez uma das maiores demonstrações de grandeza seja justamente esta: crescer sem perder a essência, vencer sem esquecer quem caminhou ao nosso lado e chegar longe sem jamais sentir vergonha do lugar de onde partimos.
