Orfaos do Amor
"Quando o amor chegar "
Busca preservar o seu âmago,
o olhar de carinho e de curiosidade
que aponta o interesse de tudo do outro conhecer,
à expectativa da segurança de que é preservada a sua essência.
Mantenha o brilho no olhar.
Se há risco, busque resgatar,
Alimenta, afaga, deixa ampliar.
Não permita a incerteza chegar.
Se houver, há que reparar
A segurança é o que espera alma do amor esquentar.
Não deixe o coração ferir.
Mas se inevitável for. Repensa, questiona, reflete, volta pra onde teve que intervir.
Não permita o encanto partir.
Esse caro sentimento é admiração
que deve ser cuidada pra fazer o amor sorrir.
Busca o sentido de completude,
em que fazer o outro feliz é realização,
pensar em cuidar do amor é decisão
como as ações que nascem no coração.
Nesse mundo individualista,
em que almas pouco pu nada se respeitam,
atenta entender do amor o que pensar ser difícil;
retoma as músicas que alegria traziam;
cumpra o tempo diário de pensar e permitir falta sentir;
mantenha a chama de querer planejar e juntos sonhar;
e não abra mão do desejo de estar perto que é um dos que deve persistir
Porque quando o amor chegar,
não creia que é fácil manter de forma intensa e feliz.
Preocupa para a pureza e doçura manter,
sem interesse e,
espontaneamente o necessário afeto aquecer.
Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
“Quando uma mãe adoece, todos na casa também adoecem,
Mas juntos, em amor e compreensão, reerguemos o castelo que padece.
Ela, que dá exemplo de coragem e amor incondicional,
É aquela que nos mostra que é preciso cuidar de si, para cuidar dos outros com carinho e dedicação.”
Minha missão é ser mãe! É uma jornada repleta de amor, dedicação e aprendizado constante. Ser mãe é ter o privilégio de nutrir, amparar e guiar uma vida preciosa, moldando um ser humano único. É uma responsabilidade sagrada e uma honra indescritível. Ser mãe é cultivar valores, sonhos e apoio incondicional. É estar presente, com amor inabalável, mesmo nos momentos mais desafiadores. Minha missão é ser mãe, e eu a abraço com todo o meu ser.
O amor é algo tão profundo, que nem todos conseguem explicar. Ele transcende as palavras e se manifesta nas mais sutis e poderosas formas de conexão humana. É um sentimento que vai além das limitações da linguagem, tocando diretamente os corações e as almas. Tentar explicar o amor seria como tentar capturar o vento, pois sua essência escapa às definições e se revela em gestos, olhares e momentos compartilhados. O amor é uma experiência individual e única, que nos transforma e nos inspira a ser melhores a cada dia.
"O meu amor não está prescrito em nenhuma bula, só se acumula nas entre linhas do meu coração ferido."
É que a vida só tem sentido se o amor, que nos leva além do infinito, for o motivo de cada profundo suspiro.
Que o amor e o respeito pelo próximo seja tão forte e verdadeiro quanto o amor que sentimos por nós mesmos. Assim, você perceberá que aquilo que transmite, nada mais é que o reflexo do que existe dentro de você.
Um fragmento de amor que transparece em uma forma de carinho, é a habilidade de transformar a solidão em companhia pra não ficar sozinho...
Já fui tantas vezes amado sem amar.
Já amei tanto sem saber que era amor.
Já vivi tanto sem viver e agora vivo por viver.
A perda de um amor não pode significar o fim mas o recomeço, a renovação da vida em te colocar de novo na busca, secar as lágrimas, iluminar o caminho e resgatar o teu lindo sorriso.
Quando você se imagina sensitivo, fazendo uploads e downloads, conexões no e com o amor, está numa furada. Amor é físico em atos, atitudes e convivência ou seja, você não é Wi Fi.
Ao se imaginar no amor como sensitivo, adivinho, cheio de intuições, fazendo uploads, downloads e conexões, está numa furada, vai quebrar a cara. Amor é físico em atos, atitudes e convivência ou seja, você não é Wi Fi.
Um verdadeiro amor não permite fração, tem ser total, completo e absoluto, trafegando com a mesma intensidade em dois sentidos.
Se não for assim, não é amor, não sendo amor terá frustração, dor e perda de tempo.
