Orfaos do Amor
Não quero que vc tire a minha paz....
quero que vc tire a minha roupa e faça guerra... faça amor... faça tudo que der vontade...
O amor não sustenta relacionamento nenhum...
O alicerce de um relacionamento saudável é o respeito , a cumplicidade e a verdade ... amar é muito mais que um eu te amo... amor é cuidado!!!
O amor é algo tão lindo que quando estamos apaixonados queremos escrever nos muros, contar pra todo mundo... que encontramos a felicidade....
O amor é tão complexo..complicado eu diria...
Deveria ter dicionário... amar é uma aventura é sério eu nem tenho adrenalina pra isso...
Altos e baixos... loucuras, prazer e choro..quando está dando certo é o paraíso..mas quando deixa de ser.. se torna um martírio... a alma dói tanto que parece que vai se rasgar ao meio... não consigo suportar tanto.. não nasci pro sofrimento.. é como se respirar fosse difícil porque o amor mora dentro da gente .. a pessoa que amamos já faz parte da gente... e depois, como tirar pra sempre?
E que a vida me de um novo amor...
e se nao der? eu corro atras de conseguir um...
ano novo , vida nova , relacionamento fresquinho...
novinho em folha.. e o que eu quero..
Que todo rancor .. Vire amor..
Que todo mal.. Vire bem..
Que todo desencontro.. Vire recomeço..
Que toda frustração.. Vire sorrisos...
Me beija até eu perder o fôlego. .
e quando eu morrer de amor..
faça respiração boca a boca. .
me ressuscita denovo..
pra que eu regozije de prazer...
O amor é um pecado gostoso..
pra quem vive a ferro e fogo..
É o combustível do prazer..
me ame ou me odeie..
tanto faz... mas faz..
eu nos teus braços morrer de prazer..
Esse amor insano me mastiga..
me cospe .. me come..me atiça. .
mas é assim que eu gosto..
amor bem quente..ardente..
amor que arrisca..
que mexe com meu psicológico. .
que me enlouquece. .
me põe indefesa..
O meu número um..
o meu melhor. .
meu amante..meu amor..
meu ego..meu obsceno. .
minha loucura..minha dor..
minha solução. .minha perdição. .
meu nada..meu tudo..
Pais, cuidar com amor também é não transferir aos filhos os medos que nasceram das experiências negativas que vivemos. Eles não são os autores da nossa história, nem serão iguais às pessoas que nos feriram. Cada filho tem sua própria história, suas próprias escolhas e merece a oportunidade de construir sua caminhada sem carregar os pesos do passado dos pais.
O Que Está Vivo Agora
O medo imagina o que pode acabar; o amor nos lembra do que está vivo agora.
Talvez uma das maiores contradições de amar profundamente seja esta: quanto mais alguém se torna importante para nós, mais descobrimos que também somos capazes de sentir medo. Não porque o amor seja frágil, mas porque finalmente encontramos alguma coisa que não gostaríamos de perder.
O medo é um viajante apressado. Ele abandona o presente e corre para um futuro que ainda não aconteceu. Inventa distâncias, ensaia despedidas, imagina silêncios, constrói ausências e depois volta para dentro de nós trazendo lágrimas de acontecimentos que talvez nunca existam.
O amor é diferente.
O amor permanece.
Ele olha para o rosto que está diante de nós e diz: “Está aqui.”
Escuta a voz e diz: “Ainda posso ouvi-la.”
Sente o abraço e responde: “Então abrace mais forte.”
O amor não pergunta o tempo inteiro quanto tempo vai durar. Ele pergunta quanto de verdade somos capazes de colocar no instante que temos.
Talvez eu tenha começado a compreender isso justamente agora, quando amar alguém passou a significar tanto para mim. Porque quando o coração encontra alguém que muda nossos planos, nossos pensamentos e até a maneira como imaginamos o amanhã, nasce uma vontade quase impossível de pedir ao tempo: não toque nisso.
Mas o tempo não nos pertence.
Nunca pertenceu.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja tão precioso.
Porque amar é segurar uma mão sabendo que não podemos segurar o próprio tempo. É olhar profundamente nos olhos de alguém sem possuir nenhuma garantia sobre o amanhã e, ainda assim, dizer silenciosamente: “Hoje eu escolho você.”
O medo quer garantias.
O amor oferece presença.
O medo pergunta: “E se um dia terminar?”
O amor responde: “Mas por que sofrer pelo fim enquanto ainda estamos vivendo o começo, o meio, o agora?”
Quantas vezes destruímos um momento bonito tentando protegê-lo de uma tristeza que ainda nem chegou?
Quantas vezes deixamos de sentir plenamente um beijo porque nossa cabeça estava ocupada imaginando a possibilidade de um último beijo?
Não quero amar assim.
Não quero transformar aquilo que está vivo em saudade antes da hora.
Se existe amor hoje, quero senti-lo hoje.
Se existe um abraço, quero morar alguns segundos dentro dele.
Se existe um sorriso capaz de mudar meu dia, quero contemplá-lo sem perguntar quando deixarei de vê-lo.
Se existe alguém que fez meu coração reaprender a bater de outra maneira, quero agradecer pela existência desse sentimento em vez de interrogá-lo todos os dias sobre sua eternidade.
Porque talvez o “para sempre” não seja uma quantidade de anos.
Talvez o para sempre seja a profundidade com que determinados momentos permanecem dentro de nós.
Há pessoas que passam décadas ao nosso lado e quase não deixam marcas. Outras chegam inesperadamente e, em pouco tempo, reorganizam nossa alma inteira.
E quando isso acontece, sentimos medo.
Claro que sentimos.
Mas não devemos entregar ao medo a caneta com que escrevemos nossa história.
Que ele fique sentado em algum canto, se precisar.
Que murmure suas dúvidas.
Que invente seus futuros.
Mas que seja o amor a escolher as palavras.
Porque o medo continuará imaginando tudo aquilo que pode acabar.
Enquanto o amor, silenciosamente, continuará apontando para aquilo que está diante de nós e dizendo:
“Olhe.
Sinta.
Abrace.
Ame.
Ainda está vivo.
E é agora.”
"Você pode o quiser, meu amor, quem não pode sou eu.
Você pode ser de quem quiser, eu não posso, pois sou seu.
Você pode errar o quanto quiser, quem não pode errar sou eu.
Tudo o quanto quiseres um outro alguém pode lhe dar, quem pode me dar o que eu quero é só eu.
Bem da verdade, o que eu quero é você, então é só Deus.
Você pode ser feliz, radiante; tudo o que almejo, parece-me, morreu.
Você pode desfilar sob o Sol, você é luz, é brilho; pra mim, restou somente o breu.
Podendo ser o que quiser, você escolheu ser tudo, menos o amor meu.
Na sua vida repleta de prazeres, jamais imaginara que na minha, a sua ausência, fora o que mais doeu.
Você pode ser a Santa, devota, fiel, mas na madrugada, ninguém ouviu minhas orações, restou-me ser ateu.
Na injustiça da vida percebi que: você pode o quiser, meu amor, quem não pode sou eu..."
