Onde Termina um Começa o outro
A vida é uma montanha que termina num precipício. O ser humano é um alpinista, constantemente insatisfeito, planejando ir cada vez mais alto e mais longe! Até perceber, que no fim da escalada, resta apenas uma queda brusca e inevitável... Não há nada no topo da montanha, a não ser o vazio da descoberta, sobre um fim amargurado. Neste momento, o único desejo do alpinista, é voltar ao passado. Voltar a escalar, para aproveitar nem que seja por mais um pouco, aquele percurso que o atormentou durante sua ignorância, o atormentou por tanto tempo.
Pare de ver e ouvir notícias ruins, você entra em sintonia com elas e termina atraindo para sua vida. Veja notícias agradáveis e atrai para a sua vida muitas felicidades.
Há quem diz que o ano termina em Outubro, e que os restantes dos meses é para reflectir o que fez o ano todo.
Pra mim, o ano é como jogo de futebol, e o resultado pode alterar nos minutos do prolongamento...
O inteligente não é só aquele que termina primeiro a tarefa, tira as melhores notas, fica em primeiro lugar em concursos e/ou decora a tabuada. Afinal se levarmos em consideração a origem da palavra inteligência, veremos que ela vem do latim: INTELLIGENTIA, de INTELLIGERE, “discernir, compreender, entender”, formado por INTER-,”entre”, mais LEGERE, “escolher,separar”.
O inteligente é aquele que INTER-,”entre” as “escolhas” sabe LEGERE, “escolher, separar” qual é a melhor. Como por exemplo entre: Agradecer ao invés de reclamar, Apaziguar ao invés de conflitar, Compreender ao invés de ignorar. E apenas, somente, unicamente, AMAR INCONDICIONALMENTE!
Amar não é mudar é somar as diferenças com respeito mútuo. O amor termina quando a falta de respeito invade a privacidade não permitindo que outro seja ele mesmo.
A arte é uma espécie de lucidez ao contrário. A obra não termina ao ser considerada terminada. Porque, não importa quem a tenha feito, ela seguirá seu próprio caminho, com suas asas intermináveis, distante do autor, distante do que tenha sido a motivação para configurá-la e, fatalmente, terá os olhares que a lerão enquanto haja olhares.
Tudo tive nesta vida
Vida de ilusão, onde tudo termina na terra, mais precisamente embaixo do chão!
Tudo tive que me desse prazer… Nunca o dinheiro foi o que eu queria como prioridade merecer!
Tanto que muitas vezes nem cheguei a receber.
Tive casas; tive carros; tive mulheres; tive empresas;
tive prêmio de loteria; tive empregados a me servir;
Tive patroa e patrão, nunca ganhei nada de graça, tudo foi conquistado com o suor de meu rosto e os calos de minha mão.
Mas, não me apeguei a nada disso,
pois era só para usar enquanto satisfazia meu coração,
tive momentos em que por falta de apego deixei escapar pelas mãos,
não choro o leite derramado, pois me fez feliz enquanto estava bom!
Os maiores prazeres que tive, foi ver realizado um projeto a mim confiado,
com dedicação e amor fiz tendo em mente que o resultado de um trabalho bem feito,
deixaria o outro em paz e eu descansando satisfeito.
Tive amigos de montão, claro que nos momentos em que tudo estava bom, nos momentos de dificuldades contei alguns nos dedos da mão.
Tive oportunidade de plantar um pé de manga, um de goiaba e um de mamão, fazer dois filhos e escrever vários livros que agradaram meu coração.
Nada levarei daqui, a não ser o amor que plantei nos corações, e nas obras que fiz com minhas mãos,
espiritual e físico, mas de coração.
Deixarei marcas que nunca se apagarão.
JC Gomes
SOMOS PROGRAMADOS!
Até aos cinco anos de Idade termina o Upload de um Específico Software Social Básico numa Criança Normal e o processo de Programação ou Instalação e Upload do Software no Organismo da Criança é Espontâneo!
O Programa ou Software Social Básico que se Instala Espontâneamente, sobretudo no Cérebro da Criança, varia entre as Etnias ou Grupos Humanos!
Um sonho nunca termina ao ser realizado, apenas abre as portas da criatividade para construir um novo sonho....
Grande parte do estresse que as pessoas sentem não vem de ter muito o que fazer. Vem de não terminar o que começaram.
Nao sou do tipo que quer algo, sou do tipo que busco algo, esse algo, sao sonhos, onde termina um e começa outro.
"Estudei sobre o AMOR... e sim existe de verdade.
Segundo Shakespeare "as viagens terminam com o encontro dos apaixonados". Shakespeare, supôs que penso no amor mais do que deveria.
Será que isso vai definir nossas vidas? Também foi Shakespeare que disse:" O amor é cego". Isso também é verdade.
Para algumas pessoas, o amor é aquilo que se apaga, assim como também o amor singelamente se vai. Mas é claro, o amor também pode existir, mesmo que só por uma noite. Existe!
O amor é um sentimento cruel, que nos ataca que uma forma racional e radical, não sabemos o dia nem muito a hora que ele está por vir, então é uma coisa inexplicável tenho que admitir.
Somos vítimas de uma verdadeira aventura unilateral. Somos os amaldiçoados".
Perdão, quando comecei a escrever esse livro não tive a intenção de terminá-lo, mas um escritor tem seus motivos para abandonar a história, até mesmo sabendo que em parte das vezes o leitor não entenderá seus motivos. Dedico essa história a uma realidade que vivi, que antes de realidade se tornou um sonho pra mim. Em seus pensamentos fui eternizado com alguns tragos, e esquecido com alguns porres, mas minhas músicas irão compor suas lembranças. Te escrevo essas palavras como símbolo de mudança no livro que contou a história sobre duas vidas, duas almas, dois corpos. O ponto final nessa página é o início de um novo capítulo que será escrito, mas dessa vez sendo você a personagem principal. Ter te conhecido foi o precipício onde tive a melhor experiência de queda livre. E aqui estou citando essas palavras como tentativa de eternizar o passado. Não se irrite, é a última vez que faço isso. Um dia irei ler a história completa em alguma loja de livros usados, e lembrar daquele café amargo que você sempre odiou.
