Onde Anda você
AMIGO NAO É AQUELE QUE AS VEZES ANDA COM VOCE,
E SIM AQUELE QUE SEMPRE ESTA DO SEU LADO.
NÃO É AQUELE QUE VOCE ACHA QUE TE ESCUTA,
E SIM AQUELE QUE OLHA NOS SEUS OLHOS QUANDO VOCE FALA.
NÃO É AQUELE QUE SE DIZ TRISTE QUANDO VOCE FALA PRA ELE,
E SIM O QUE SABE OQUE VOCE SENTE MESMO SEM TER DESABAFADO.
Onde estão teus pensadores? Teus intelectuais? Os jovens sonhadores que mudam o mundo? Por onde andam teus artistas? E o teatro, a dança o folclore? Pelo menos um jornal... Uma cidade sem poetas, sem serestas nem coral!
Assim não há alma que agüente; tudo se embrutece.
Gosto de quem anda com o coração aberto e ama sem precedentes. Desses seres que não temem os sentimentos e não poupam as boas palavras. Gosto dos que pensam positivo e são otimistas por essência, estes sim, são capazes de mudar o mundo.
Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recrei-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas cousas Deus te pedirá contas.
Afasta, pois,do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.
Não é o mundo que esta perdido, mas sim as pessoas e suas atitudes imundas
As pessoas cada dia andam em uma estrada escura se perdendo delas mesmas
procurando algo pra preencher o vazio da suas almas,elas criam uma felicidade mentirosa
elas mostram pra outras pessoas algo falso ,mostram estar bem,mas por dentro estão a beira de um abismo,elas muitas vezes não tem forças pra se ajudarem a melhorar,cada dia nos andamos por uma estrada escura, e não conseguimos encontrar a luz no fim,tudo seria tão fácil se nós parássemos de criar em nossas mentes problemas que nunca existiram .
No vagão praticamente vazio eu me encontro. Trem anda rápido e com ele meus pensamentos pegam embalo.
Pessoas com olhares vazios e frios observam lugares aleatórios do trem. Penso porque estou ali, penso também se transmito a mesma frieza e vazio no olhar que eles.
Uns voltando para casa, outros talvez nem casa tem... É a prova compacta de que cada vida tem sua história e trajetória. Caminhos diferentes mas que fazem tanto vitoriosos como fracassados!
A vida realmente é madrasta! Ela mostra a vida como ela é sem se preocupar em traumatizar o ouvinte.
Eu sei que o tempo anda difícil e a vida tropeçando, mas se a gente vai juntinho, vai bem. Eu não sei se você sabe, mas eu ando aqui tentando e a gente tem o eterno amor de além ♪
...Que começa com M, como maçaricos, e maçanetas, e memória e mesmice... como quando se diz 'anda tudo uma mesmice'... já viu coisa parecida com tirar uma mesmice?
A gente anda tão dependente de relacionamentos que muitas vezes confunde estar apaixonado com querer estar apaixonado - por um medo irracional da solidão ou do preconceito subliminar que determina ser socialmente inaceitável estar só e ser feliz assim.
Há uma poesia que anda pelos ventos
Escrito nas estrelas para mim
De uma amor viajante
Que caminha sob as águas
Voa nas nuvens
A minha procura
Não vê o tempo
Não conta as horas
Apenas aguarda o momento esperado
Há um poema escrito nas estrelas
Desse amor viajante
Que mesmo distante
Há de vir de encontro a mim...
Não importa o tecido, a grife ou o preço na etiqueta, quem é pobre de caráter anda sempre mal vestida.
PACIÊNCIA: uma virtude que anda meio esquecida
Outro dia estava num mercadinho, e uma senhorinha me antecedia à fila do caixa. Ela lutava com sua bolsa, tentando encontrar o dinheiro para pagar a pequena compra que fizera. Ciente da sua aparente demora em fazê-lo, comparada aos padrões apressados que estabelecemos, ela me perguntou: está com pressa?
Talvez ela já tenha se acostumado ao nosso ritmo louco; talvez nem concorde com ele, mas prefira não contestar.
Olhei rapidamente para ela, já que até então só observava sua dificuldade em fazer o pagamento. Senti-me fazendo um giro em torno do meu comportamento, até finalmente conseguir reunir duas palavras que surpreenderam até a mim: Não senhora.
Talvez tenha sido uma ousadia minha. Afinal, quem em sã consciência, nesses dias frenéticos que temos vivido, ousa dizer que não está com pressa?
Ela assentiu, conseguiu reunir seus trocados e se foi. Eu fiquei, refletindo comigo pelo restante da tarde. Passei a ouvir o Lenine cantando em meus pensamentos, como se uma verdade estivesse sendo aos poucos revelada:
“Enquanto todo mundo espera a cura do mal e a loucura finge que isso tudo é normal eu finjo ter paciência”
Sei que não fingi minha paciência. Não nessa tarde. Mas vejo impaciências pouco disfarçadas o tempo todo. Quando os motores não querem desacelerar, nem para esperar quem precisa cruzar à nossa frente, e a buzina parece ter se tornado o meio de comunicação mais eficaz. Quando as horas do nosso relógio importam mais que as pessoas à nossa frente na fila; quando alguém quer ter uma conversa tranquila e não lembramos mais como é que se faz isso; quando nossos celulares ensandecidos, nos chamam o tempo todo.
Porque a gente só pensa na correria e só fala disso, de como o tempo tem passado rápido. Sem paciência pra sentar e fazer uma refeição direito, sem paciência pra esperar os passinhos de uma criança, ou pra esperar o pedido chegar à mesa da lanchonete.
Naquela tarde em que percebi que a paciência anda meio escondida entre nossas virtudes, entendi o recado que o cantor quis transmitir ao dizer que “a vida é tão rara.” E ela tem sofrido tanto, com essa nossa falta de paciência!
Nem sabemos mais como as outras pessoas têm passado, porque a nossa impaciência responde ao oi, tudo bem? lançando a mesma pergunta, ao mesmo tempo, e saímos sem de fato sabermos as respostas. Mas dificilmente teríamos parado pra escutar, caso tivéssemos ouvido um não ando muito bem.
Seria ótimo se criássemos mais oportunidades para dizer: Não senhora, não estou com pressa (mesmo que no fundo a estivéssemos sentindo). Porque precisamos ter coragem de resgatar esse elo perdido com as outras pessoas, que as faça sentir valorizados e importantes, mais importantes que a nossa correria do dia a dia.
Eu sei que “a vida não pára”, mas nós precisamos nos permitir de vez em quando. Respirar fundo e se recusar a expor essa pressa que ameaça sair pelos nossos poros. Aprender a esperar o tempo do outro sem precisar empurrar nossa pressa sobre ele. Porque “o mundo gira cada vez mais veloz”, mas nós podemos sim ditar outro ritmo, que seja nosso e mais respeitoso.
Isso é o que “a gente espera do mundo, e ele espera de nós”. Não queremos mais decepcioná-lo, nem nos inquietarmos tanto.
Saibamos ter “um pouco mais de paciência”. Isso sim é urgente e inadiável!
