Ondas do Mar

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⁠Momentos de inspiração.

Momentos de inspiração são como ondas no mar, vêm e vão,

Se não pegar essa onda, é só a próxima aguardar,

Não se pode saber como, mas, por certo, outra virá.

Sopra forte o vento, a água do mar se agita, o mundo gira,

Mas a inspiração não obedece a essa ira.

Lembro-me dos peixinhos no mar a nadarem, sem se preocuparem com o que acontece por lá,

Pois, o movimento de ir e vir, nunca de existir deixará,

Então, por que se preocupar?


A. Cardoso

As Ondas do Mar




As ondas do mar.

Refletindo seus olhos

O único barulho é dos nossos corações

E das ondas do mar




As estrelas brilham,

Sua risada ecoa

Minhas coisas favoritas do mundo inteiro

Você

E as ondas do mar.




Minha mente vira um turbina

E eu sei o porquê

Entre bilhões de estrelas

8 planetas

7 continentes

e 8 bilhões de pessoas,




Você é completamente perfeito pra mim

seu riso,

seus olhos,

você



Até que a vida não é tão ruim

com você a vida soa melhor

obrigada por me fazer acreditar no amor novamente

⁠"Quem teme as ondas do mar, não desfruta os prazeres da praia."

⁠Sou vento e ventania
Sou furacão e movimento
Eu nem sempre me atento para as ondas do mar
Mas é no equilíbrio de ir e voltar que mergulho e confio,
Mais um dia!

Com amor,
Pri Augustta

O tempo

Assim como as ondas do mar apagam nossas pegadas, o tempo apaga nossa existência, Assim foi, é e será!

Tempestade e Anseio

​Minha alma esbraveja como ondas do mar,

meu coração anseia por um céu tranquilo;

minhas palavras saem como um furacão descontrolado,

meu silêncio é a paz do jardim que eu anseio.




​Minha mente é a batalha que nunca cessa;

meus olhos anseiam pela estrela do seu olhar.

A busca incessante por essa luz é um abismo sem fim,

e assim, entre o caos e a calma, eu persisto.

Tempestade e Anseio



​Minha alma esbraveja como ondas do mar,

meu coração anseia por um céu tranquilo;

minhas palavras saem como um furacão descontrolado,

meu silêncio é a paz do jardim que eu anseio.

Você é como o som das ondas do mar quebrando.
É a felicidade num momento triste.
É a calma em meio ao desespero.
É a clareza quando só existe caos.
É a esperança que surgiu quando tudo que eu conhecia era o medo.
É a confiança em meio a todas as inseguranças.
É a estrela mais brilhante e especial.
É o amor inexplicável que existe em cada poema, carta, livro, filme ou música de amor.
É a mais bela forma de arte.
Você não é o mundo, mas é o que o faz o mundo ser bom.
É o que faz a vida valer a pena.

CARTA I: A Condenação


Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:


— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!


Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.


Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.


Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.


Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:


— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!


Uns até debochavam, dizendo:


— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?


E soltavam gargalhadas em tom agudo:


Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!


Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:


— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?


Então respondi-lhes:


— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.


Eles insistiram:


— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?


E eu respondi:


— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.


Novamente perguntaram:


— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?


Então respondi-lhes:


— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.


Furiosos com a minha resposta, disseram:


— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.


A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.


E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:


— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?


Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.


Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.


"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."


In Cartas de Um Condenado. ✍️

Simplesmente o seu olhar,
vai além das ondas do mar,
brilham com o clarão da lua!
Seus olhos, como de crianças, brincam inocentes pelas ruas.

Noites de verão
sob a Via Láctea,
nos aproximarão.


As ondas do mar
os pés acariciarão,
e as palmeiras
nos reverenciarão.


Nas tuas mãos
macias e solares,
estarei nos teus
paradisíacos lugares,
e você nos meus,
nós em encaixes.


Com água de coco
e nossos beijos:
as sedes cessarão.


O amor e a paixão
as apostas dobrarão.

Nas ondas do mar


Nasce o sol nas ondas do verde mar,
Em dança suave, a brisa bailando, bailando... a tudo encantar.
Sussurros de espuma, segredos antigos,
cantos de sereias, sonhos amigos.
O balanço das águas embala a razão,
em cada gota, surgindo se vê uma nova canção.
Navegar é sentir, com o corpo e a alma,
a liberdade e a paz que embalam e trazem enorme calma.
Entre horizontes, meu barco desliza...
a luz do entardecer, uma suave brisa.
mares de esperança, surpresas a florir,
no coração do oceano, só quero existir e existir .
Que as ondas me abracem, me envolvam, me guiem...
Nesse azul profundo onde os sentimentos indeléveis flutuam.
Mar verde, brisa suave, eternamente a sonhar,
Nessa viagem infinita, hei de sempre navegar.

O passado vai e volta como as ondas do mar, mas nunca é a mesma coisa.

O canto da sereia




O canto das sereias acalma as ondas do mar,


O canto das sereias causa ilusão profunda nos homens,


O canto das sereias foi ouvido e aplaudido pela lua e então ela deu vida ao brilho das estrelas,


O canto das sereias ao mesmo tempo que trás paz e oferece sua luz, ele cega e trás o caos de um jeito sínico e malicioso.

Aonde está você?




Uma cadeira ocupada,


pés na areia,


as ondas do mar quebrando com seu barulho de paz,


Mas,,,


A frente, o por do sol gritando, aonde está você?

O eclipse


Um eclipse veio e demorou a passar, desta forma elevou as ondas do mar, quando a lua reascendeu procurei mil motivos para fugir do meu castelo de areia,


Um coração foi entregue sem arrependimentos, porém a economia nos cuidados, nos valores e nos esforços não foram suficientes para superar o instante da escuridão na passagem do eclipse da lua,


Uma barragem de emoções foi levantada, no entanto ondas oceânicas de razões enormes se movimentavam com intensidade atingindo-a por diversos ângulos,


A água bateu incontáveis vezes no castelo de areia e o destruiu, ainda assim os sentimentos resistem bravamente procurando terra seca.

As belas curvas do teu corpo
são como as ondas do mar.

Despertam em mim
a mesma vontade de caminhar sem pressa,
de sentir a brisa,
de me perder na imensidão
sem medo de não encontrar o caminho de volta.

Porque existem belezas
que não foram feitas apenas para serem vistas,
mas para serem admiradas
com o mesmo respeito
que se contempla o oceano
quando ele encontra o céu.

Me ame no choro no riso.
Me ame no olhar no beijo no abraço…
Me ame no infinito, nas ondas do mar…
Mas o que eu mais quero.
É que me ame e deixe eu te amar…

"Tão suave quanto as ondas do mar a ir e vir,
com um perfume mais doce que a brisa da primavera,
tão quente quanto o mais intenso raio de sol do verão.
Assim me lembro do teu corpo."

Inserida por airtonjone

'É no encanto da magia, que a saudade emerge no vai e vem das ondas do mar agitando a calmaria do coração, enquanto a luz serena que sossega a aura da alma, acalma e alivia a sedenta sede de amar, contagiando a vida num turbilhão de emoções'.

Inserida por belSalviano