Ondas
Assim como as ondas de rádio, podemos sintonizar as melhores ou as de menor qualidade, em nossa vida não é tão diferente, podemos escolher as melhores ou piores frequências!
Hoje hei de navegar pela maré com a lebre lunar de olhos cor de âmbar correndo pelas ondas iluminadas pela lua e meu corpo naquele mar estelar.
As Ondas do Silêncio
Por Diane Leite
Era como estar diante do mar, onde as ondas vêm e vão, imprevisíveis e incontroláveis. Algumas são suaves, quase imperceptíveis, como se apenas acariciassem a areia; outras são intensas, revoltas, carregando pedaços de nós para longe. Assim são as emoções humanas: um oceano interno que ninguém controla por completo.
Existem momentos em que o silêncio é mais eloquente do que as palavras. Ele guarda aquilo que não se diz, o que talvez nunca seja dito. Há olhares que antes mergulhavam fundo, mas que agora apenas tocam a superfície, hesitantes. O que antes era um rio de interesse e curiosidade transformou-se em um riacho tímido, talvez por medo de transbordar.
E então surge a lição aprendida a duras penas: não insistir em ser uma ilha visitada por barcos que vêm e vão ao sabor do vento. O que é destinado a aportar encontra o caminho. O que não é, parte e se perde no horizonte. Essa aceitação não é resignação, mas um ato de amor-próprio. É compreender que o coração é como uma casa: não se abre a porta para quem não bate.
Nos tempos de tempestade, aprender a ficar só é um presente. Porque, no final, quem busca preencher o vazio nos outros não percebe que já é suficiente para si. E essa descoberta transforma tudo: o peso do olhar alheio deixa de ser um fardo; a ausência não é mais um buraco a ser preenchido, e a paz se instala.
E assim, o oceano continua seu movimento. Não há mais ansiedade em esperar a onda perfeita, porque o que chega, chega no tempo certo. O que não vem, nunca foi necessário. Nesse mar de emoções, a escolha mais sábia é sempre construir barcos fortes, mas deixar as velas livres para o vento decidir o curso.
E quando o silêncio permanece, não há mais dor nele. Apenas a certeza de que o universo trabalha em ciclos, e o que é verdadeiro sempre encontra o caminho. O coração, agora calmo, entende: o que fica, pertence. O que vai, liberta. E, acima de tudo, o que não se insiste, floresce.
Que a maré leve
essa agonia
que tomou conta
dos nossos dias!
Que as ondas quebrem
e arrastem tudo o que
não for do bem!
ARREPENDIMENTO
Porque ficar assim
Chorando sozinho
Perdido nas ondas da vida
Que são tão compridas
Onde vai me levar Esse amor
Minha cura minha morte
Sentimento culpa dor
Trilho minha sorte onde eu for
Arrependimento Estou sentindo
Arrependimento me consumindo
Até quando não sei dizer
Atos falhos meu bem querer.
Mesmo arrependido meu bem
Só quero Você.
Poeta Antônio Luis
10:49 AM 14 de fevereiro de 2015
Assim como um pequeno barquinho que zarpa perdido sem destino, sobre as ondas ferozes buscando um caminho, na esperança de almejar um pedacinho de ilha, a natureza não é a única arma mortífera onde o mais forte que sobrevive é o mais esperto que escapa.
Há um mar alto, em minha volta!
E ventos tempestuosos, elevam suas águas,
As quais, formam ondas de mágoas,
Qu´eis qu´alma esta, querem ver morta...
E o meu barco, esta-se partindo,
Com estas altas e rugentes ondas.
O meu espírito, se vai com dores consumindo.
Por estas correntes velozes, nestas do mar alto, zonas...
Mas, mas ainda que eu desça ao fundo dos abismos!
Oh tu mar revoltoso e impiedoso!...
E também vós outros arrogantes cataclismos!...
Sabei, sabei, vós, vós: Todos...
Que virá tempo, em que a águas mansas, e porto piedoso,
Morto por vós, mas vencedor, meu barco, ancorará neste porto, mais alto que vós, sois altos.
Águas
Eis que me rodeiam águas do mar,
Águas negras, de ondas fortes.
Que me querem afogar,
Com suas imptuosas correntes.
São águas ocidentais e do norte,
Que me querem matar de morte,
Por eu do sul ser.
E a mar mais calmo pertencer!
Mas ficai sabendo,
Vós águas do sul e do norte,
Que ambas vós, não estão em mim poder tendo.
Mas sim águas mais altas que vós,
Águas de vida, sem morte,
Águas mais altas que todos nós!
Vou me permitir sentir
Quantas vezes for preciso
E tudo é precioso
Como as ondas
Do mar
Que enche a areia
Da praia
Assim também é meu coração
Quando necessário
Se enche de amor
Através da sua graça, o Senhor acalma a fúria dos mares e as ondas impetuosas e cala o tumulto das nações.
Que venham as ondas do Passado, confusas e carentes, misturadas as do Futuro, ansiosas e de olhar perdido no horizonte, pois permaneço no mar do Agora, que posso tocar e interagir e onde deposito meus pensamentos mais ternos, minhas razões mais puras e meus sentimentos mais limpos.
Como num lago, onde uma mínima pedra é nele lançada e suas ondas se multiplicam até atingi-lo inteiro e ao final reverberam de volta, assim é a Lei de Ação e Reação, Causa e Efeito.
Deus criou um sistema que se autoregula eternamente.
Sinto minha mente em ondas. São pensamentos que vem e vão, que vai e voltam. São como partículas virtuais que surgem em meio ao nada e rapidamente desaparecem: parecem insignificantes, mas aos poucos vão desconstruindo um buraco negro dentro de mim
Quero estar aqui hoje tanto quanto quero estar longe amanhã. Quero ouvir as ondas do mar tanto quanto saborear o silêncio do deserto. Quero estar sozinho hoje e amanhã não. Quero provar todos os sabores da vida mas não quero me fixar no mundo. Quero ser como um cigano e rebuscar meus planos.
Ser
Sou apenas o reflexo do que voce é para mim. A sintonia das ondas que recebo de ti. A energia de que voce me alimenta. O calor que voce me entrega. Sou assim como um bumerangue que retorna para ti como voce o lanÇou. Um Ogro no Pantano com um casebre onde a magia esta em refletir o que voce me entrega e desperta em mim.
" Construímos castelos
majestosos, imponentes,
à beira mar
onde as ondas da vida vêm e
essa história todos conhecem...
“” Nas ondas do mar navego
E não nego
Sou louco pelo mar
Pois mar de amar
É pouco
Diante do rouco
Que fico nesse lugar
Aonde meu grito vai além do mar
Vai até procurar
Um eco para poder
Te acompanhar...“”
“” Sereia mutilada pelo flamo Del mar
Gavita perfeita, iluminando
As ondas lastimais, incensos astrais
Alfas atraem pseudos pecadores, predadores.
Com suas redes não mais
Um ser entre seres no fundo do altar
Onde pétalas redimem o acaso
Multi formas, sereis cantar
Sereias nas areias
A casar acasalar
A casa lar com quem
Com o sol, poeta da luz
Que irradia guelras
Serei o fã de mutada contemplação
Numa ação de descoberta, coberta de paixão
Que sereias são reais... “”
