Onda do Mar
Palavras inundam meu pensar, quais as ondas de um agitado mar, sigo às serenas águas, preciso descansar.
Entre ondas e o brilho do mar,
Aprendo a deixar o medo ficar.
Teu abraço é porto seguro e farol,
É verão, é vida, é sol no arrebol. - Frase da música O sol nasce no horizonte dj gato amarelo
O vento sopra, o mar vem chamar,
O sol aquece, convida a mudar.
Entre ondas e luz do verão,
Surge em nós a transformação. - Frase da música Verão que Transforma do dj gato amarelo
Ah, o mar , velho mar
Pudesse eu admirá-lo sempre
Mar com ondas muitas vezes suave
Em outras trazendo medo
Apure os ouvidos e escute sua canção
ora leve
ora bravia
Mas sempre em preciosa sintonia
Mar que se joga até a praia
e leva dali sentimentos
ora bons
ora ruins
de quem por ali caminhou
Não deixa rastro
Não deixa pegadas
Quebra-se contra os rochedos
E faz estremecer de medo
Ah, a grandiosidade do mar
Nos diz muito sobre a Natureza
Basta para ele olhar
E em Deus acreditar
edite lima 60
novembro 2023
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Poema para Miguel
Aromas marinhos,
o ar do mar,
Miguel Marinho.
No som das ondas
sentidos despertos...
Nos convida a viver o pleno
Miguel Lemos.
Aquietar-me
Há mar;
Finito...
suas ondas, sem parar.
São meus pensamentos
que só se aquietam
quando adormeço.
Lembranças...de ontem!
Desabam no mar pingos celestiais
Anseio ascender em ondas de sussurros
Porque deixei de voar nas ilusões...
Mas vejo pássaros trajados de tantas cores
E Gaivotas voando sobre o mar...
O silêncio da solidão mostra-se aos meus olhos
Eu queria mais um tempo no teu infinito e
incomensurável mundo...
Como nos acalma as juras de amor
Ainda me inflama à alma tuas palavras...
Na voraz caminhada dos difíceis dias
Tão-somente quero esquecer as mágoas...
Será na primavera que tua alma posso achar
Para onde se ausentou teu coração?
Mais tarde quando estiver silencioso meu espírito
porque meus pássaros silenciaram...e não mais houver o amanhã
Uma voz fale aos teus ouvidos....de todos os meus sonhos
E guardes de mim dentro de ti....as lembranças deste amor de ontem!
O amor é como o mar, imenso e profundo,
Com ondas que nos envolvem sem aviso,
E nos levam em direção a um mundo
De sensações incríveis, sonhos e sorrisos.
O amor é como o sol, quente e brilhante,
Que nos aquece mesmo nos dias frios,
E ilumina nosso caminho adiante
Com uma luz que vem do coração.
O amor é como a flor, delicada e bela,
Que nasce em meio às pedras do caminho,
E perfuma a vida de quem dela cuida
Com um aroma doce e suave como mel.
O amor é a força que nos move e inspira,
Que nos faz sentir vivos e mais humanos,
E que nos une numa só harmonia
Com tudo o que há de bom nesse enorme universo.
Por isso, que o amor seja sempre celebrado,
Em todos os cantos e recantos da vida,
Como uma luz que jamais se apaga,
E uma fonte de esperança renovada
O canto da sereia
O canto das sereias acalma as ondas do mar,
O canto das sereias causa ilusão profunda nos homens,
O canto das sereias foi ouvido e aplaudido pela lua e então ela deu vida ao brilho das estrelas,
O canto das sereias ao mesmo tempo que trás paz e oferece sua luz, ele cega e trás o caos de um jeito sínico e malicioso.
Aonde está você?
Uma cadeira ocupada,
pés na areia,
as ondas do mar quebrando com seu barulho de paz,
Mas,,,
A frente, o por do sol gritando, aonde está você?
CARTA I: A Condenação
Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:
— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!
Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.
Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.
Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.
Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:
— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!
Uns até debochavam, dizendo:
— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?
E soltavam gargalhadas em tom agudo:
Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!
Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:
— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?
Então respondi-lhes:
— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.
Eles insistiram:
— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?
E eu respondi:
— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.
Novamente perguntaram:
— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?
Então respondi-lhes:
— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.
Furiosos com a minha resposta, disseram:
— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.
A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.
E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:
— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?
Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.
Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.
"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."
In Cartas de Um Condenado. ✍️
Na simetria das tuas curvas, as grandes ondas de um mar intenso: corpo belo de uma estrutura fascinante, alma profunda, sentimentos verdadeiros e cheios de vida como as águas expressivas e transparentes; a estrutura de um mundo que inspira
Tal similaridade é significativa, exuberante e faz todo sentido. Os olhos ficam facilmente exultantes, agradecidos, contemplando pessoalmente essa existência tão genuína, interessante, que, às vezes, aparenta ser uma espécie de arte marítima inevitavelmente marcante.
A essência do teu coração é um mar aberto, um lugar mais afastado, um acesso difícil que, depois de ser conquistado, faz compensar todo o esforço atribuído. Lidando com os teus comportamentos agitados, nadando pelo teu íntimo renovador, encontra-se mais amor e veemência a cada nado.
Fios volumosos e encaracolados, ternura sedutora, mar de sentimentos acalorados, ondas expressivas nas tuas curvas, atração cintilante nos teus olhos, paixão abrasadora, formosura exuberante, coração intenso, semblante audacioso, olhar sedento, universo majestoso, um aspecto muitas vezes discreto, já em certos momentos, é provocante, misterioso, mas de um jeito ou de outro, é interessante, um amor caloroso, profundidade entusiasmante ao mergulhar cada vez mais fundo, amando-te e fomentando a tua felicidade, um feito e tanto, havendo a devida mutualidade.
Almejada liberdade de um céu azulado, a expressividade de um mar azul, curvas e ondas, olhos iluminados, olhar corajoso, uma flor amável que se destaca de um jeitoso majestoso mesmo em um jardim bastante florido, onde cada detalhe seu é primoroso, corpo bem desenhado, amostra de um paraíso, aspecto sedutor, rosto delicado, espírito caloroso, essência rica em amor, sentimentos raros, vívidos cabelos soltos, sabor de entusiasmo, impacto fortemente enriquecedor.
Não peça a Deus para remover as ondas, peça para Ele te ensinar a navegar. O mar calmo não forma marinheiros, e é no meio do caos que a gente descobre que tem uma força que não vem da gente, mas que nos sustenta.
SerLucia Reflexoes
E assim seguimos… nadando entre ondas de saudade, guiados pela fé de que, um dia, o mar se acalmará e as águas que hoje doem se transformarão em calmaria. Porque, no fundo, o luto é só o amor tentando aprender a respirar sem o corpo, mas com a alma inteira.
