Omitir para Proteger
A injustificável palavra que doa o prazer para que vivam a se omitir é a mesma que se vende para hipócritas que tiram o direito de quem não pode falar;
Um inocente se cala, mais um corrupto esconde seus medos para que impeçam que corram para os braços de um país degradado e falido;
Queremos a verdade no olhar e as certezas de conhecer o meu país, sabendo amá-lo com a felicidade justa e verdadeira;
Nunca fiz questão de entender
Mas o meu passado, fiz de tudo para esquecer
Por que omitir em sua consciência
É esconder tudo para si mesmo;
Se conseguires omitir a verdade a um coração
Não significa que o mesmo seja sem importância, talvez não seja lugar onde você deva construir morada;
Dizer a verdade é muito melhor que mentir, ou omitir, porém as vezes no mundo corporativo, sem que seja a nossa vontade, por motivos de ordem gerencial de gestão, nos obrigam a omitir ou até mentir sobre processos, por interesses internos e ou externos da empresa, impactando as vezes na realidade do funcionário dentro da empresa, podendo até influenciar na sua permanência dentro da organização.
"" Como te dizer o que não há palavra para expressar, como omitir a realidade de um coração em festa,seria o mesmo que confessar, entregar-se feito desejo... Não sei, só posso dizer que é assim sereno e explosivo, normal e mutante, dia a dia em êxtase,.posto que em mim nunca foi metade...
Omitir não é só uma decepção, é uma traição. Descobrir algo relevante pela boca de outra pessoa, dói mais que a mentira.
COPIAR... fazer copia, imitar... para você que tem essa "característica": trocar palavra, inverter frase... que NÃO é de sua AUTORIA... OMITIR, colocar "desconheço autor" mesmo conhecendo... gostaria de deixar apenas um lembrete: faça-o à vontade, isso diminui VOCÊ não eu e NUNCA se esqueça... você jamais terá as minhas DIGITAIS.
Flávia Abib
SINCERICÍDIO: MATANDO COM A VERDADE.
Sabe aquela pergunta que te fazem, em que a resposta certamente vai magoar se você a disser? Você pensa rápido, tentando achar uma forma de responder com sinceridade sem que machuque, mas na pressão do “quem cala, consente” você acaba falando o que vem na cabeça... E prefere correr o risco do “dizer a verdade ainda que doa”, ao invés de mentir.
De fato, mentir não é legal. Mas matar com as palavras também não.
Sincericídio é isso! É matar com as verdades.
Na maioria das vezes, são apenas as nossas verdades. Nem sempre são as verdades do outro, muito menos a verdade única e absoluta.
Sincericídio é um tipo de homicídio doloso, pois mata com a vaidade de falar o que o outro (talvez) mereça ouvir, ou com a vaidade de parecer sincero (qualidade de poucos), ou ainda com a vaidade de parecer sábio e correto.
Diferente de ser sincero ou sinceríssimo, o sincericida é um egoísta - vaidoso e maldoso - que nem sequer pensa no efeito do que fala, pois não mede as palavras, ou as formas e momentos de se dizer (se é que é preciso dizer). Muitas vezes fala sem ser perguntado, perdendo assim a oportunidade de omitir (que é mais válido do que mentir ou dizer a verdade com sinceridício), sendo então um inconveniente, intransigente e insensível.
O sincericida, além de ser homicida é, consequentemente, um suicida.
“A língua é uma arma com munição infinita até que seja disparada contra o próprio dono, pois o peixe morre pela boca e o homem pela língua”.
Enquanto ele mata o outro com o peso das palavras, morre a oportunidade de amizade. Com isso ele morre para quem matou. É um tiro na testa do outro e um na própria têmpora!
Entre morrer entalado com as verdades que não disse ou matar por sufocamento de verdades ditas, o melhor é não se meter aonde não é chamado. Falar somente o necessário, quando necessário, se for necessário.
Quem ama não mata, morre.
O amor nem sempre fala, às vezes ele só escuta.
A verdade dói, mas a verdade dita sem amor mata de dor.
Não me omitirei
Serei o martelo que golpeia a tua consciência
Te perseguirei pelas ruas e gritarei teu crime,
Te incomodarei de mil maneiras, não te darei paz.
Quanto te olhes no espelho, serei o teu reflexo,
te apontarei o dedo e te chamarei covarde,
covarde por viver só para ti, covarde por não agir,
por pensar que o pouco que faria não seria nada;
quando o teu “nada” poderia ser o tudo para alguém.
Publicarei nos jornais tua cruel omissão,
porque tuas palavras vazias e teu olhar de pena,
não alimentam a fome dos flagelados do mundo.
Te caçarei no cinema, nas lojas, na academia,
em todos os lugares onde alimentas a tua futilidade.
Te farei lembrar da mão estendida, do prato vazio,
das noites escuras de outros, que dormem sem teto,
que já não têm mais lágrimas para derramar.
