Omissão
Reflexão de vida:
"Onde há omissão abre passagem livre para os problemas; a ação diz basta."
@Suednaa_Santos
"Reflexão de vida"
"Não se omita! Onde a omissão dá passagem livre aos Problemas.
A ação diz basta."
@Suédnaa-Santos
A injustiça não se perpetua apenas pela ação dos opressores, mas também pela omissão daqueles que poderiam se posicionar.
Clamor pelas crianças Um grito contra a violência, o abuso e a omissão diante das crianças do nosso país.
Tags: criança, violência infantil, abuso, tráfico humano, casamento infantil, denúncia social, proteção, sociedade, Marajó
Precisamos agir diante da violência que se impõe diante dos nossos olhos.
Crianças sendo traficadas.
Crianças violadas ainda nas maternidades.
Crianças expostas e vendidas através das redes sociais.
É um erro acreditar que o abuso parte apenas dos homens.
A realidade é mais dura:
Mães que vendem suas filhas.
Mães que violam seus próprios filhos.
Pais que violentam filhas e filhos.
Tios, sobrinhos, avós que abusam de netos e netas.
É lamentável. É inaceitável.
Até quando permaneceremos em silêncio, sociedade?
É tempo de nos levantarmos em defesa daqueles que não podem se defender.
Crianças indefesas. Crianças vulneráveis.
Não podemos naturalizar em nosso país práticas como o casamento infantil sob o pretexto de cultura.
É dever de todos lutar.
Que haja misericórdia e, sobretudo, vigilância.
Observemos nossos filhos, netos, sobrinhos e também as crianças ao nosso redor.
Estejamos atentos aos sinais. Estejamos atentos aos pedidos de ajuda silenciosos.
Porque crianças gritam mesmo em silêncio.
E esse grito já não ecoa apenas na Ilha de Marajó. Ele atravessa o Brasil inteiro.
© 2026 Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.
“A rua não é o habitat natural do abandono; é o endereço onde a omissão humana costuma esconder suas consequências.”
Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano
Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono
Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio
Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei
A Omissão dos Bons e o Futuro do Mundo
Muitas vezes nos perguntamos com indignação onde o mundo vai parar e como será o futuro das próximas gerações diante do avanço do mal. No entanto, esquecemos de nos fazer a pergunta mais dolorosa: por que aqueles que se dizem bons permitem que o erro reine e nada fazem a respeito? O mal não escolhe hora, não adia seus planos e age com determinação nas ruas. Enquanto isso, a verdadeira bondade muitas vezes se recolhe no conforto de casa, cuidando apenas da própria vida e deixando a caridade para depois. Ser uma pessoa de bem exige muito mais do que ler livros sagrados ou proteger a própria família; exige a coragem de agir. A omissão também é uma escolha e carrega suas consequências espirituais. O futuro do mundo não depende da extinção daqueles que fazem o mal, mas sim do despertar e da movimentação daqueles que guardam a luz no coração. A bondade que não sai do papel ou das paredes do lar é apenas um adorno. Para transformar o amanhã, precisamos transformar a nossa indignação em atitude hoje.
A omissão também pode causar remorso. Teus pesadelos são reflexos do que não fizestes de bem durante o dia.
Se abrimos mão de participar da vida pública por medo ou omissão, não é a política que deixará de existir; ela continuará moldando o mundo em que vivemos. E pode chegar o dia em que descubramos, tarde demais, que o silêncio dos cristãos ajudou a diminuir o espaço da própria liberdade de viver e testemunhar a fé. Não porque o Reino de Deus dependa da política, mas porque a omissão também produz história.
O cristão que se cala diante das trevas do mundo carrega consigo o terrível fardo da omissão. Todo crente é um mordomo da graça e responderá diante do Juiz Eterno não apenas pelo mal que cometeu, mas pela luz do Evangelho que, por medo ou comodismo, escolheu esconder do mundo.
A pior omissão de um cristão é permanecer em silêncio enquanto o mundo corre para o inferno; o sangue daqueles que se perdem será cobrado por cada verdade que ele ocultou.
Quando o Direito ignora o clima, a natureza transforma a omissão jurídica em consequência histórica.
“Quando a injustiça entra na vida de alguém, a omissão dos outros transforma uma violação individual em fracasso coletivo.”
Saber calar o que o coração grita não é sobre omissão ou fraqueza, é, na verdade, uma das maiores demonstrações de força e elegância emocional que alguém pode ter. É a arte sutil de transformar tempestades internas em brisa leve para o mundo. Muitas vezes, a nossa mente e o nosso peito viram um cenário de ventanias, dúvidas e sentimentos que pesam. O impulso natural seria deixar transbordar, mas quem escolhe o silêncio compreende que nem todo mundo está pronto para acolher a nossa chuva. Há um valor sagrado em recuar, em fechar os olhos e permitir que o turbilhão aconteça apenas do lado de dentro.Nesse processo silencioso, a gente se torna o próprio abrigo. Em vez de espalhar raios e trovões por onde passa, quem domina essa arte escolhe respirar fundo e filtrar a própria dor. É como se no aconchego desse isolamento voluntário, o coração conseguisse desacelerar o vento, acalmar as ondas e transformar o caos em aprendizado. Quando finalmente voltamos a interagir com o exterior, o que entregamos aos outros não é o estrago da tormenta, mas o frescor que vem depois dela. Oferecemos paz, maturidade e uma brisa leve aquela que acalma quem está ao redor, enquanto mantemos intacto e protegido o nosso próprio mundo secreto.
_Enzo Ruchell_
A omissão sempre beneficia um dos lados de qualquer questão... Em meio à uma guerra velada todos são soldados, gostem ou não.
"A omissão de muitos, fizeram brotar ditadores, a fraqueza de uma sociedade mentalmente, fez criar heróis, todos são apenas humanos que nunca serão Deus,
não coloque sua vida, nas mãos de quem não pode proteger nem a si mesmo, humanos são falhos é dignos de seus erros"
