Olhos Alma

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“O mundo pode aplaudir seus feitos, mas só a alma íntegra conhece a verdadeira vitória”

“O ouro que o mundo oferece não vale o peso de uma alma em paz”

A liberdade de viver com retidão traz paz à alma e fortalece o caráter, distanciando-se de tudo aquilo que coisifica e machuca o ser humano.

A verdadeira grandeza reside na capacidade de dizer não ao que diminui a alma.

Preciso que estas palavras fiquem gravadas na sua alma. Quando olho para trás, sinto uma culpa enorme por tudo o que desperdicei: erros bobos, tempo precioso e momentos em que eu deveria ser o seu porto seguro, mas escolhi sumir. Quem eu pensava que era para fazer você esperar por tanto tempo?A verdade é que estive longe por uma eternidade. Não foi apenas uma distância física; eu me perdi de nós dois. Hoje, o medo avassalador de que seja tarde demais me coloca de joelhos diante de você.Se eu ainda tiver uma única chance, um sopro de esperança ou um voto de confiança no seu coração, quero usar esse momento para dizer o que falhei em provar: eu te amo. Eu sempre te amei, com todas as minhas forças.Sinto a sua falta de um jeito que dói no peito. No meu silêncio, continuo sonhando em ter você de volta nos meus braços, com a promessa de que nunca mais vou deixar você ir. Por você, eu enfrentaria qualquer dificuldade, cruzaria oceanos e entregaria tudo o que tenho apenas para segurar a sua mão e dançar com você uma última vez.Eu não vou desistir de nós. Nunca mais.O meu coração precisa ouvir que você me perdoa pela minha longa ausência. Preciso sentir o aperto da sua mão na minha e ter a certeza de que você não vai me soltar. Eu juro que não vou a lugar nenhum sem você. Acredite em mim, me abraça e continua respirando junto ao meu peito.Eu finalmente entendi o caminho. Eu finalmente voltei para casa.

Esperança é a luz que acende
Quando a noite quer ficar.
É a força que renova a alma
E nos ensina a caminhar.
Mesmo quando o céu escurece,
Ela insiste em florescer.
Sussurra baixinho ao coração:
"Você ainda vai vencer."
Helaine machado

ALMA À DERIVA

(Lágrimas em alto-mar)


​O barco avançava à deriva, sacudido entre a tempestade e o silêncio do alto-mar. Olhei para o horizonte em busca de pássaros, mas encontrei apenas sombras indecifráveis rasgando a névoa. Antes de afundar nos meus próprios pensamentos, segurei o leme — e minhas lágrimas imergiram no mar.


Lu Lena / 2026

Quem quis te ver cair vai se esconder de vergonha ao notar que você cresceu sem perder a alma.

Eu te amo, não com este coração que morrerá, mas com a alma, que um dia deseja lhe reencontrar.

Ele faz o meu tipo. Tem uma alma esperta e um sorriso encantador

“A representação mais perfeita da alma humana é o labirinto.”

"Algumas pessoas de alma estreita dizem: "Por isso ou aquilo, que é meu objetivo de vida, eu abro mão de tudo..."

Abrir mão de algo é se negar a plenitude da existência, assim estas pessoas não vivem, só existem, por um curto período de tempo....

"Quando nos for permitido conhecer a alma de alguém, em suas mais profundas nunces e possibilidades, logo teremos acesso irrestrito a todos os seus segredos e desejos inconfessáveis..."

Clair de Lune
(Paul Verlaine)

Tua alma é um jardim escolhido
onde andam mascarados e bergamascos
tocando alaúdes e dançando,
meio tristes sob seus disfarces.

Cantando ao tom menor do amor vitorioso
e da vida em tom maior,
eles não parecem crer em sua própria felicidade,
e suas canções se misturam com o luar,

com o tranquilo luar triste e belo,
que faz sonhar os pássaros nas árvores
e chorar de êxtase os jatos d’água,
os grandes jatos d’água esguios entre as mármores.

Sou um renascentista


Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.

CLARIDADE DO INDIZÍVEL




Tua alma é um pátio antigo onde o silêncio respira,
e por onde passam figuras que não sabemos nomear,
ecos de vidas que ficaram presas na memória,
sussurros que dançam entre luz e penumbra.


Ali, o homem que és se desfaz do mundo,
larga o peso, a pressa, o roteiro imposto,
e caminha como quem toca na própria sombra
com a delicadeza de quem sabe que tudo pode ruir.


O vento te ensina gestos que esqueceste,
a chuva te devolve a inocência da água,
e a noite te veste com a claridade que não fere,
essa luz que não ilumina, mas revela.


E no fundo desse jardim escondido,
onde nenhum ruído do mundo te alcança,
há uma fonte que insiste em murmurar verdades —
verdades que não se dizem,
mas que o teu silêncio entende.


É ali que te reencontras:
entre o eco do que foste
e o lampejo do que ainda virá,
sob o luar que não consola,
mas que te devolve a ti mesmo.

Tudo o que amei, amei sozinho. A solidão é o estado original da alma quando ela não negocia consigo mesma. É nesse espaço sem plateia que o amor existe inteiro, sem função, sem utilidade, sem promessa. Só somos nós quando estamos sós. O resto é adaptação ao olhar alheio, ruído social, sobrevivência simbólica.
Sou um completo desconhecido para os outros. O que chega até eles são fragmentos, gestos toleráveis, versões aceitáveis. O essencial não atravessa. A identidade real não circula, não se presta, não se oferece. Ela permanece recolhida, densa, silenciosa. A alma humana não se deixa tocar sem perder forma.
Minha canção nasce no silêncio. No silêncio onde se cria o absurdo. Onde o impossível se organiza. Onde a palavra não explica, apenas existe. No silêncio onde se esconde o medo. O silêncio sustenta aquilo que não pede tradução, aquilo que não aceita clareza.
Essa é a autópsia da alma humana. Amar sozinho. Pensar sozinho. Existir sem testemunha. Permanecer inteiro longe da compreensão. O que importa não se anuncia. Não se justifica. Não se resolve. Fica. Em silêncio.

A alma não guarda segredo que o comportamento não acabe revelando.

"Se eu conseguir salvar uma alma, já ganhei o dobro da minha vida, se eu conseguir ganhar duas, então eu ajudei a derrotar o inferno"

A Beleza não é apenas
o que se vê no espelho
e sim o que a alma sente
e reflete