Olhos Alma
O MILAGRE DA VIDA.
Acordar, abrir os olhos e poder respirar é um presente DIVINO. Então, agradeça e glorifique por mais este dia, porque a cada amanhecer um NOVO RECOMEÇO.
O Rádio: O velhinho, com seus cabelos brancos e olhos cansados, segurava o velho rádio com carinho. Por muitos anos, aquele aparelho havia sido seu companheiro fiel, trazendo música e notícias para sua vida solitária. Mas, com o passar do tempo, o rádio havia parado de funcionar, silenciando as melodias que outrora enchiam seu coração de alegria.
Um dia, decidido a reviver aqueles momentos, o velhinho levou o rádio ao conserto. O técnico, com mãos habilidosas, conseguiu ressuscitar o velho aparelho. Quando o velhinho o ligou, a música começou a tocar, e ele foi transportado para um passado distante.
Com o rádio nas mãos, o velhinho começou a dançar pelas ruas, sorrindo de orelha a orelha. A música era uma valsa antiga, que ele lembrava de ouvir em sua juventude. Ele girava e rodopiava, sentindo-se jovem novamente.
As pessoas nas ruas paravam para olhar, surpresas com a alegria do velhinho. Alguns sorriam, outros aplaudiam, e alguns até começaram a dançar junto com ele. O velhinho não se importava com o que os outros pensavam; ele estava perdido na música e nas memórias.
Com o rádio apertado contra o peito, ele dançava como se estivesse em um sonho. A música parecia ter despertado uma parte dele que havia sido esquecida por anos. Ele sentia-se vivo, sentia-se feliz.
Quando a música acabou, o velhinho parou de dançar, sorrindo ainda. Ele olhou em volta, vendo as pessoas sorrindo para ele, e sentiu uma sensação de gratidão. Ele sabia que, por um momento, havia compartilhado sua alegria com os outros.
O velhinho voltou para casa, ainda segurando o rádio, e o colocou na mesa. Ele se sentou ao lado, olhando para o aparelho com carinho. Ele sabia que, enquanto o rádio funcionasse, ele teria música para dançar e memórias para reviver.
É difícil compreender o mundo se não o vermos com os olhos de ver
O mundo e as suas formas são fáceis de entender
Olha para o seu redor, nada está em teu poder
Ao menos que sejas um dos privilegiados para não reconhecer
Muito cuidado.
Não tire, os olhos de Deus;
para colocar,
os olhos nas pessoas.
Para que você,
não venha a reclamar.
Murmurar é desagradável,
e não tem proveito.
Menina de Luz
Menina de luz, sorriso de mar, nos olhos carrega o brilho do luar. Seu rosto, um poema em forma de verão, com traços que tocam o coração.
Cabelos de nuvem, dançando ao vento, cachos que guardam tempo e sentimento. Como uma deusa que pisa no chão, com passos que espalham inspiração.
A pele morena, sol em flor, traz no silêncio um mundo de cor. E quando sorri, tudo ganha sentido até o dia parece mais bonito.
Ela é força, é flor, é melodia, é o que o mundo sonha em poesia. E mesmo sem saber, encanta o lugar, só com o jeito de se expressar.
Me desculpe se a minha simples opinião se transformou, aos seus olhos, numa verdade absoluta e trouxe ódio na cauda.
Beleza é o que fica depois que aquilo tudo que nossos olhos capturaram e nos embriagou é consumido e peneirado pela frieza da rotina, pela insistência do tempo e pela verdade dos atos que "falam" mais alto que palavras.
O que um monstro descontrolado mais teme é ver o seu reflexo nos olhos de quem se atreve a ser também uma força monstruosa em equilíbrio.
Desenvolvi ouvidos de mouco, olhos de míope e assim piso forte na direção da minha intuição, sem distrações.
Artificialidade.
Ser real incomoda, o natural tem se tornado intolerável aos olhos daqueles que buscam a todo momento a perfeição.
Se não tem o seio farto, coloca.
Se tem barriga, tira.
Se o nariz é largo, afina.
Se o cabelo é curto, faz alongamento.
Se os dentes não são bonitos o bastante, faz faceta.
Se os próprios traços não agradam, faz harmonização fácil.
São tempos difíceis, onde o natural está entrando extinção.
Não sou contra melhorar algo no qual possa nos incomodar, ou fazer algo para realçar o que gostamos em nós.
Mas sim, sou contra essa ditadura da beleza, que faz com que essas indústrias da estética ganhem rios de dinheiro as custas da nossa insatisfação, na maior parte das vezes, inventada por eles mesmos.
Estão criando pessoas que não se aceitam como são, que nunca estão satisfeitas, tudo isso pra tentar atingir o inatingível.
Há beleza em todos os tipos de corpos, traços, cada um com sua singularidade.
Não temos que ser iguais e muito menos nos encaixar em um padrão cruel e limitante.
Precisamos mudar a maneira de nos olhar e aprender a nos apreciar sem filtro.
Nosso corpo é o nosso templo e é preciso que amemos ele.
É preciso entender que somos breves.
Estamos de passagem nesse mundo louco nos preocupando com coisas tão banais, mais vale um coração leve e um sorriso no rosto, do que o peso de não ter vivido a vida como ela merecia ser vivida.
Afinal, o que de fato importa, é o que somos por dentro.
Não o é visível aos olhos, mas a alma consegue ver.
Será assim um homem simples
De lábios carnudos
Olhos lindos
Jeito de menino
Chegou sereno
Deixou veneno
Virou um gosto
E me ganhou aos poucos. Senti a pressão por não querer a ilusão
Pra não perder a razão
De um amor sem ação
Firme no chão
Sigo seus passos
Quero abraço desse homem tão amado
Cavaleiro sem armadura
Lutou pela dama
Seguiu sem drama
Apaixonou-se pela dama .
Viajou pelo litoral
Viraram um casal
Apaixonada pela tal...
Nas manhãs frias ou tardes ensolaradas,
Lá estão eles, fiéis e dedicados,
Com olhos que brilham de alegria,
Os cães, nossos amigos de cada dia.
Seu amor é puro, sem julgamento,
Eles nos seguem com devoção,
Nas tristezas e nas risadas,
Sempre ao nosso lado, sem hesitação.
Na solidão, encontramos abrigo,
Seus latidos, um consolo amigo,
Eles farejam nossas tristezas,
Transformando-as em lampejos de beleza.
Leais guardiões, protetores da casa,
Com patas ágeis e línguas que lambem,
Eles nos ensinam sobre fidelidade,
Um vínculo que transcende o tempo.
Então, ergamos nossos copos,
Aos cães que nos amam sem limites,
Com seus rabos abanando alegremente,
Eles são verdadeiros tesouros, nossos cúmplices.
Em um piscar de olhos, teletransporto-me para um mundo lúdico e cor-de-rosa. As nuvens dançam em tons suaves, e os raios de sol acariciam minha pele. As flores exalam fragrâncias mágicas, e os riachos sussurram segredos antigos. Aqui, o tempo se estica como um arco-íris, e as preocupações desvanecem como fumaça. É essencial, às vezes, perder-me nesse refúgio de sonhos, onde a imaginação floresce e a esperança se renova.
O CÉU DE MACAPÁ
Ela era tão bela quanto o mar
E tinha os olhos tão azuis
Como o céu de Macapá
Solitária como Piripirí,
Pobre como o Piauí
E tinha o rosto de anjos
Como quando os anjos tinham rosto,
E falava manso
Como quando os anjos falavam com o Senhor
E fazia-nos pensar no amor
Como quando conseguíamos pensar
E era triste como a Aldeota
Como uma jangada sem rota
Na imensidão do mar,
Só tendo o norte como referência,
Como quando tínhamos norte...
Agora na imensidão do tempo
Ela não é mais bela,
Não temos mais céu como o de Macapá
Não temos mais janela pra Piripiri,
Não temos a nobreza do Piauí,
Não temos mais rosto...
Ela era tão bela...
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