Frases de olho grande para se proteger contra inveja

A inveja é como uma ave voa-voa mais um dia cai...

E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver

"Quando se ama, não se tem no coração espaço para o egoísmo, para a inveja e para o desprezo."

Há um que tem inveja da felicidade do outro, e outro tem inveja da felicidade de um, mas, na verdade, nem um nem o outro são felizes, porque a inveja só bate no coração de quem não tem felicidade.

O mundo no olhar malicioso da inveja

A palavra inveja vem do latim “ invidia”, literalmente, é não-ver, não querer ver o bem do outro, ver ao contrário. Eis um dos sentimentos mais torpe e difícil de ser eliminado da alma humana. Trata-se de um dos vícios que mais causa sofrimento à humanidade. Há pessoas que se colocam como cães de guarda, sempre alertas ao menor ruído. Basta alguém se destacar em alguma área, por mais ínfima que seja e lá estará o invejoso, pronto para apontar o dedo e tentar minimizar o feito de seu próximo. Uma roupa diferente, um calçado da moda ou mesmo uma jóia, um ponto comercial, uma vitrine bem organizada e chamativa, uma habilidade especial em determinada área, uma promoção, uma aprovação em um concurso, e lá está ela. O grande problema, no meu ponto de vista, é que, diferente da cobiça onde a pessoa deseja ter o que você tem, e da avareza, onde a pessoa quer ter sozinho o que temos; a inveja faz com que as pessoas que a possuem sejam incapacitadas de ver a sua glória, seu sucesso e sua alegria. O ser humano possuído por este sentimento mesquinho não quer ter o que você tem; ele não quer que você tenha. Sua alegria inefável é quando você perde, quando não atinge seus objetivos. A sensação do invejoso é que todos conspiram contra ele, até mesmo as “forças espirituais”. O rio que produz verdes pastos, que faz brotar flores e frutos, na sua débil visão, não passa pelo seu quintal árido. Ele não se preocupa em criar um caminho, uma simples cova para que as águas voltem para lá. Eles torcem para que o rio que te abastece também seque. Ela deseja que você sofra até a morte; deseja que trabalhe e seja afligido sem que progridas em seus feitos. O indivíduo invejoso só consegue ver onde falhamos e os nossos defeitos. Nem mesmo Jesus, o grande Vendedor de Sonhos, escapou destes destruidores. Foi movido por este sentimento que a corja religiosa pediu sua crucificação. Conta-se uma história que certa vez, na floresta, uma cobra começou uma terrível perseguição contra o vagalume. Subia morro, descia montes, atravessava as matas, subia em árvores, cruzava rios, na tentativa de matá-lo. Cansado, o vagalume resolveu se entregar de vez. Não havia mais forças para escapar. Suas asas já estavam gastas e não tinha mais nenhum canto seguro para se esconder da sagaz e ardil cobra. Antes de ser devorado, o vagalume, disse para a cobra:
- Dona cobra, antes de destruir-me gostaria apenas que me respondesse três perguntas e depois poderás consumar com seu desejo de morte.
- Claro, seu vagalume, quais são as três perguntas?
- Primeira...Eu fiz algum mal à senhora?
- Não, seu vagalume. Claro que não!
- Segunda...Eu faço parte de sua cadeia alimentar?
- Não, imagina, claro que não faz parte dela!
- Terceira...Então, por que a senhora quer destruir-me?
- Vou te destruir porque não suporto o seu brilho! Só por isto.
Às vezes, nas relações afetivas, nos casamentos, no trabalho, na escola, na faculdade, nas igrejas, nos vizinhos, o que achamos ser apenas manifestação de raiva ou ódio contra nós, é, camufladamente, pura inveja. Tem pessoas que não suportam o que você têm, nem o que você é, nem o que você faz.

Desejo...
Que a VERDADE sempre esteja acima de tudo.

Que as coisas pequenas, como a inveja ou o desamor, sejam retiradas de nossa vida.

Que o PERDÃO e a compreensão superem as amarguras e as desavenças.

Que as VERDADEIRAS AMIZADES continuem eternas e tenham sempre um lugar especial em nossos corações.

Que o CARINHO esteja presente em um simples olá, ou em qualquer outra frase, ou digitada rapidamente.

Que aquele que necessite ajuda encontre sempre em nós uma animadora palavra amiga.

Que o AMOR pelo próximo seja nossa meta absoluta.

Que nossa JORNADA de hoje e de sempre esteja repleta de flores, paz e amor...

Que as lágrimas sejam poucas e compartilhadas.

Que as alegrias estejam sempre presentes e sejam festejadas por todos.

Que os CORAÇÕES estejam sempre abertos para novas amizades, novos amores, novas conquistas.

E finalmente: Que DEUS esteja sempre com sua mão estendida apontando o caminho correto."

[Autoria Desconhecida]

"Somos todos soldados do mundo insano vivemos no meio da inveja,da mentira,do odio
enfim. Qual o verdadeiro valor da vida???
Estamos atrás de um refúgio um conforto q só ele pode nos dar DEUS
muitas vzs esquecemos dele chegamos a acreditar q ele nem exista
mas c naum acreditarmos em alguma coisa mesmo q seja ilusório o q seria da gente ao meio de tanta inveja, mentira e tanto ódio q nos cerca
ganhe um minuto com ele esqueça tudu abra solte sua imaginação seu coração e converce com Deus
Qual a resposta ao meio d tantas perguntas q habitam sua mente agora
Vc terá todas as respostas."

Olhar
A Lua me olha assim
Como se eu tivesse culpa
A Lua me olha assim
Com inveja e amargura
A Lua me olha assim
Como se eu fosse culpada de ser assim
Mais bela do que ela.

A felicidade da inveja acaba quando conhece a felicidade alheia.

O amor coloca-se no réves da racionalidade. É a única insensatez que me causa inveja.

⁠Admire, mas não tenha inveja da lua, pois o sol tem luz própria!

⁠Como diferenciar a crítica construtiva da inveja?

A inveja te corrige em público, a crítica construtiva te orienta no privado;

A inveja te analisa sem fundamentos, a crítica construtiva evidencia bases sólidas de como você pode evoluir naquilo que você quer progredir;

A inveja busca pejorativar suas falhas enquanto a crítica construtiva te incentiva a tentar de novo;

A inveja fala do que não viu para te diminuir, a crítica construtiva fala do que viu e te mostra meios de como você pode se reconstruir.

⁠⁠Muitas coisas que dizem sobre nós
Nem sempre é a verdade
Talvez seja a inveja dos que não querer ver nos bem
Ou desinformados que acreditam nesses invejosos.

⁠A inveja é um dos piores sentimentos. O fato do outro não saber lidar com o sucesso alheio não é problema meu!

⁠A INVEJA!!!
A inveja, essa sombra ardilosa que se esgueira pelas mentes frágeis, é uma prisão sem grades, um veneno que envenena o invejoso antes de atingir o invejado. Ela é um desperdício de energia e um emaranhado de ressentimento que sufoca a própria alma.
Quando a inveja reina, a felicidade alheia se torna uma ofensa, o sucesso do próximo se transforma em motivo de amargura. Mas, oh, como é triste viver nesse mundo estreito, onde a alegria se transforma em ameaça e a conquista alheia é vista como uma perda pessoal.
A inveja é a incapacidade de reconhecer a própria luz, de apreciar as próprias virtudes e talentos. É como olhar para o céu estrelado e desejar que as estrelas se apaguem para que a sua própria luz brilhe mais forte. É uma ilusão tola, pois a grandiosidade não se mede pela diminuição do outro, mas pela elevação de si mesmo.
Que pena é desperdiçar preciosos momentos de vida envoltos na teia da inveja, quando poderíamos nos inspirar nas conquistas alheias e transformar essa energia sombria em motivação para alcançar nossos próprios objetivos. Que desperdício é sufocar a admiração em nosso peito, quando poderíamos aprender com aqueles que já trilharam os caminhos que desejamos percorrer.
A inveja é a antítese do crescimento, a negação da gratidão, a recusa em reconhecer a própria capacidade de brilhar. Liberte-se desse cárcere silencioso e abrace a verdadeira abundância que a vida oferece. Celebre as conquistas alheias como uma vitória coletiva e veja como a abundância floresce em sua própria existência.
Lembre-se, o invejoso é prisioneiro de seu próprio veneno, enquanto aquele que encontra inspiração nas realizações alheias se torna protagonista de sua própria jornada. Desperte para a beleza de ser autêntico, de cultivar seus talentos e de se alegrar com o sucesso do próximo.
Que a inveja seja apenas uma lembrança distante, uma sombra que se dissipa na luz de sua própria grandiosidade. Seja a pessoa que admira, a pessoa que inspira e a pessoa que brilha com uma luz tão intensa que ilumina o mundo à sua volta.

A Culpa Não É Da Inveja Alheia

O alto preço de viver longe de casa

Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão.

Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia.

Quem deixou Vitória da Conquista, São José do Rio Preto, Floripa, Juiz de Fora, Recife, Sorocaba, Cuiabá ou Paris para construir uma vida em São Paulo. Quem deixou São Paulo pra ir para o Rio, para Brasília, Dublin, Nova York, Aix-en-provence, Brisbane, Lisboa. Quem deixou a Bolívia, a Colômbia ou o Haiti para tentar viver no Brasil. Quem trocou Portugal pela Itália, a Itália pela França, a França pelos Emirados. Quem deixou o Senegal ou o Marrocos para tentar ser feliz na França. Quem deixou Angola, Moçambique ou Cabo Verde para viver em Portugal. Para quem tenta, para quem peita, para quem vai.

O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus
O alto preço de viver longe de casa. Estadão, 24 jun. 2015.

⁠Sinto inveja de Michelangelo por suas magníficas obras criadas.
De Vincent Van Gogh por causa das belíssimas composições de cores usadas em suas pinturas. De Bach por ter alcançado uma maestria musical única.
Não sinto inveja de você e da sua vida medíocre, seu subalterno dotado de zotismo!

Eu não vejo necessidade de sentir ódio ou inveja por aqueles inferiores a mim. Tudo que sinto por eles é pena.

A inveja é uma doença incurável, onde o seu maior sintoma é querer ficar com o que é do outro.
Para os invejosos, melhoras!

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

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