Olho
E quando eu olho dentro dos seus olhos, meu coração estremece, minha alma transparece, ao ver o brilho do seu olhar.
DESERTO
Tenho pressa pra desvendar o infinito
Corro
Quando paro pra respirar
Olho de um lado
Olho para o outro
E me vejo praticamente só
La atras alguns descansam
Outros escavam o chão procurando ouro
Uns presenteiam outros com faixas, coroas e titulos
Viro as costas e sigo com lágrimas nos olhos
O que procuro, ninguem vê, ninguem sabe, ninguem percebe
Sempre soube da solidão da procura
Num solo onde todos deveriam ser um
Cada um tem seu tempo
E cada um anda com o vento
que consegue inspirar
Vá
A distância que existe entre um olho e outro, é
a única que também deve existir entre nós dois!
Babhina
IMAGINANDO O HORIZONTE
Olho para o céu e imagino um horizonte aberto, repleto de pessoas se dando, se amando e se encontrando.
Imagino também, pássaros voando, cantando e se libertando.
Imagino a paz nesse mundo brotando...
E todas as pessoas nunca mais se separando.
Imagino todos os nossos sonhos se realizando.
Imagino o amor nessa vida renascendo;
E todos nós, unidos por um mesmo objetivo: por um amanhã melhor e mais humano.
Imagino tudo o que há de desumano nesse mundo se transformando.
E a nossa vida, a cada dia, se modificando.
Enquanto imagino, penso como seria bom, se um dia tudo o que imagino se concretizasse, e assim o mundo se tornaria um pouco mais humano.
Um anjo
Foi-se me pouco a pouco absolvendo a luz que a luz que nesta vida me guiava-me. Meus olhos fechado na qual até contando os amores que passava,passava, passava descendo degraus por degraus.
Tudo passou, passou de baixo de marcas! Em si, anunciando em primeira mão; que o meu coração já mais ia amar.
Quando tudo parecia negro, a luz de tudo, quase apagada anunciando ela, apenas ela.
Logo a minha alma iluminado pela luz do amor que estava perdido, vieram- me mostra um anjo, que abriram os meus olhos para o amor. Muito meiga e pura como um anjo que caiu do céu.
Hélio Pereira Banhos 01/11/2007.
Confusão
Olho em meu reflexo o tem pálido do meu corpo, lagrimas escorrem por sobre toda minha face, os meus olhos estão sem brilho, minha alma já não tem mais forças.
Simplesmente não me reconheço.
Perguntas tomam minha cabeça: por que comigo?
Errei! E não tive a chance de me desculpar mais essa chance eu não quero mais. Agora o que eu quero é te esquecer...
31/07/2003
Quando me olho no espelho,ainda falta algo.
Quando me olho no espelho e vejo você,já não me falta mais nada.
As vezes quando olho para trás, penso quantas coisas poderia ter feito diferente, caminhos que poderia ter escolhido e não escolhi, mais não foi de todo ruim nunca é, caminhos diferentes podem ser bons também, não adianta olhar para trás e lamentar por aquilo que poderia ter feito e não fez, todo dia se inicia um novo dia e com ele nasce uma nova vontade de buscar inovações e novos caminhos, nunca é tarde pra ir em busca de novos objetivos e outros ideais basta saber onde quer chegar, sem esquecer de uma coisa, cada dia que amanhece ou cada noite que cai é mais um dia que passa e existe dois dias que você não pode fazer nada pela sua vida, o ontem por que já passou e o amanhã que ainda vai acontecer, então viva o presente fazendo valer a pena cada dia, por que não é atoa que o hoje tem o nome de presente!!
Às vezes olho da minha janela e penso existir algo além daqui.
Vejo as estrelas e perco os olhos na imensidão... tem alguém aí?
Em algum lugar, qualquer lugar, qualquer planeta ou universo que eu possa encontrar para enfim dizer "está tudo certo ou será mesmo tudo deserto?"
Gosto de olho no olho, de sinceridade e de afeto! Gosto de papo reto, conversas inteiras e histórias do passado. Gosto acima de tudo de quem se importa, de quem valoriza e de quem trata cada pessoa com a exclusividade que ela merece. Odeio generalizações!
“Olho de Fera, Alma de Rei”
Com um olho fechado, mas a alma acesa,
ele encara o mundo — não com tristeza.
As cicatrizes falam, mas não definem,
é na dor vencida que os reis se erguem.
Não teme a sombra, nem a própria queda,
pois já dançou com a morte na selva.
E mesmo ferido, sem coroas douradas,
carrega a realeza nas veias marcadas.
Cada ruga é guerra, cada mancha, história,
não vive do medo — vive da vitória.
Não foi o rugido que o fez respeitado,
mas o silêncio forte de um guerreiro calado.
A beleza não está em ser imaculado,
mas em seguir em pé, mesmo despedaçado.
Porque a alma dos fortes nunca se apaga,
ela arde mais fundo… na cicatriz que embala.
“Ainda Estou Aqui”
Me arrancaram o olho.
Me rasgaram a pele.
Me fizeram sangrar — e sorriram por isso.
Mas veja bem…
Eu ainda estou aqui.
Já provei da fúria,
já encarei a fome,
já dormi com o medo no osso.
Mas nunca curvei a cabeça.
Nunca.
Sou feito de garra,
de terra e cicatriz,
de noites sem lua e guerras sem fim.
Enquanto muitos correm,
eu avanço.
Meu rugido não é som, é sentença.
Meu silêncio é mais feroz que grito.
E se me olha nos olhos,
vai entender:
não se sobrevive ao inferno sendo fraco.
Não busco aplauso,
não preciso de coroas.
Eu sou o que sobrou depois da tempestade.
Eu sou a prova viva
de que a dor só aperfeiçoa os reis.
A tua foto no meu computador.
Olho bem dentro dos teus negros olhos...
Há um vazio profundo...
Um amor remoto... tão distante...
Só durou como um click... um segundo.
Na foto perdura o teu olhar.
Estava eu tão segura que pra sempre irias me amar.
Hoje sei que amanhã ao acordar aqui não vais estar...
Não há rastros... só restolhos... nada mais pra encontrar.
Como não percebi que era passageiro?
Não largavas a mala e o mapa das mãos...
Sempre pronto pra partir...
Sem se importar se ia apagar o meu sorrir.
Sem se importar se no mapa não vias nenhuma direção.
A foto no computador...
Vê ela essa minha loucura...
Estou sempre à procura...
Um rastro de amor queria nela encontrar...
Juro! Ainda vou achar.
A tua foto no meu computador.
Olho bem dentro dos teus negros olhos...
Há um vazio profundo...
Um amor remoto... tão distante...
Só durou como um click... um segundo.
Na foto perdura o teu olhar.
Estava eu tão segura que pra sempre irias me amar.
Hoje sei que amanhã ao acordar aqui não vais estar...
Não há rastros... só restolhos... nada mais pra encontrar.
Como não percebi que era passageiro?
Não largavas a mala e o mapa das mãos...
Sempre pronto pra partir...
Sem se importar se ia apagar o meu sorrir.
Sem se importar se no mapa não vias nenhuma direção.
A foto no computador...
Vê ela essa minha loucura...
Estou sempre à procura...
Um rastro de amor queria nela encontrar...
Juro! Ainda vou achar.
Quando olho para a lua, me bate uma tristeza. A lua me faz lembrar você. Aí eu choro porque estou sozinho.
