Olho

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Quando olho para a minha vida e suas cores secretas, sinto vontade de chorar.

⁠A Segurança do Meu Olhar - Conectando o Passado ao Presente

Quando olho para o que venho criando, vejo mais que palavras ou imagens. Vejo uma jornada, um caminho cheio de altos e baixos, mas que, no final, sempre foi guiado pela verdade de quem sou. A cada texto, a cada foto, sou capaz de me reconhecer e de me sentir segura. Porque sei que o que compartilho é meu, é autêntico, e é minha forma de mostrar ao mundo que, mesmo nas incertezas e nos momentos de dúvida, existe uma certeza que é inabalável: a minha essência.

Às vezes, me sinto vulnerável ao expor tudo isso, mas é essa vulnerabilidade que me fortalece. Sei que cada palavra que escrevo, cada imagem que capturo, tem um propósito – não só para mim, mas para quem se dispõe a ver, a sentir, a se conectar.

Essa é a segurança que encontro: na entrega sem máscaras, na verdade que me habita, e na confiança de que o que compartilho tem o poder de tocar, de curar e de conectar de forma profunda. Não há erro em ser quem sou, não há erro em me expressar como sou. Cada pedaço de mim que se revela é uma forma de celebrar a vida, de celebrar meu olhar, minha sensibilidade, minha jornada.
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é preciso fé cega e pé atrás, olho vivo, faro fino e tanto faz...

Quisera eu que as pessoas pudessem olhar para mim como eu olho para elas.

Que fossem capazes de me enxergar com os mesmos olhos com os quais as vejo.

Que olhassem para o mundo com a mesma profundidade e leveza que tento transmitir.

Ou, ao menos, que eu soubesse lidar com as palavras da mesma forma que meu olhar se expressa, de maneira equiparada e clara.

Que tivessem sensibilidade suficiente para me decifrar sem julgar.

Assim, entenderiam o que trago em meu olhar e perceberiam a importância de cada um deles.

Tem gente que me olha, mas não me vê.

E se não me vê, não me sente.

E se não me sente, não me compreende.

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Ela: Quando olho nos olhos dele, vejo todo o meu mundo em minha frente, mas não quero falar pra ele. Tenho medo de irritá-lo, perder a amizade dele.
Ele: Queria tanto dizer a ela, nesse momento, olhando nos olhos dela, o quanto a amo e sempre a quis. Mas vai que eu perco a amizade dela? Eu não saberia viver sem ela, não mesmo.

Quando eu quero sentir um pouco de bondade nesse mundo simplesmente olho para o pôr do sol!

Eu olho pra você, eu vejo muito do que eu quero
Mas o mesmo de você, sinceramente, hoje eu nem mais espero
Já nem sei mais se eu quero, nem sei se quero.

Pouca gente me olha, acho que por ter medo de olhar, ou olha de rabo de olho pra me vigiar. Nem olha, nem nota que eu 'tô lá, ou custa a perceber que, bem pior que não olhar, é olhar e não ver.

MEU EU
Apaguei todas as luzes do quarto e fechei as cortinas da janela, na ânsia de fechar os olhos e fazer o caos que pesavam meus pensamentos desaparecerem.

Foi inútil, pois ele permanecia intacto. Eu sentia a dor da desordem.

Desisti de dormir e abri os olhos. Só havia a escuridão e angústia. Eu estava à beira de uma crise. Pensamentos confusos transitavam dentro da minha cabeça e atropelavam as idéias que eu tentava organizar. Meu coração batia descompassado e me faltava ar.

Não pretendo romantizar essa merda, não existe nada de bom em se sentir assim. Na verdade não existe nada de bom e agradável dentro de mim.

Levantei e fui para frente do espelho, na busca de achar na figura do reflexo, algo que ainda restasse de mim. Assim talvez conseguiria controlar minha crise.

Respirei, uma, duas, mil vezes. Nada! Nada adiantava. Eu me olhava e não me reconhecia. Não sabia o que havia me tornado. Algo mudou, meus sonhos não existiam mais, minha forma de sentir afeto pelas pessoas era totalmente aversivo.

Dentro de mim havia uma natureza extinta. Minha natureza não queria seguir regras, padrões, ser aprisionada. Ela queria ser livre. Ser o que é. Mas as grades que me eram impostas eram fortes e sólidas. Por mais que eu me debate-se e me ferisse, não conseguiria sair de dentro da jaula, e isso estava me matando.

Por mais que eu pedisse socorro e gritasse, ninguém me ouvia. As pessoas não só não compreendiam, como ainda me oprimiam. Me julgavam como insana, sem controle, alguém fraco, que se deixava sofrer por escolha, que se doava demais e que por burrice esperava algo de bom de alguém. Isso me machucava profundamente, pois dentro do meu entendimento, o que eu tentava fazer de bom, era algo da minha natureza, que mesmo já quase extinta ainda em raras ocasiões infelizmente ousava aparecer e ao contrário do que eu queria, prejudicava aos outros.

Eu não queria ferir ninguém. Só queria ter a liberdade de ser eu. Mas o que eu era, de fato, só trazia dor. Não sei se posso suportar o fato de machucar mais alguém. De saber que sou um peso.

Preciso fugir, desaparecer, na mesma escuridão que meus pensamentos se confundem. Porque de fato me tornei vazia e a própria escuridão me tomou por inteira.

Está frio aqui. É certo que continue.

Olho para o céu e vejo a lua a brilhar.
Sempre lembrando do seu olhar.
Que sempre me lembra o luar.
Tão lindos e tão distantes.
Quase impossivel de eu alcançar.

Eu olho para nós e sabem o que vejo? Perdedores. Quer dizer, tipo pessoas que perderam coisas. Mas a vida está nos dando uma chance e eu não vou ficar parado vendo ela passar.
(Peter Quill)

Guardiões da Galáxia
Guardiões da Galáxia (2014)

Quando te olho no fundo dos olhos, enxergo sua alma, através do brilho que só eles tem… Que os nunca deixa mentir! Sua pureza me cativa, sua energia me anima, sua voz adoça meu ser… Seu sorriso então, nem se fale… É o mais belo e o mais sincero, o do qual eu me considero dependente desde sempre para sempre.

Todo espelho que eu olho me diz que eu sou bonito.

Aí eu olho pra trás e tenho certeza de que tudo passa nessa vida e nada é para sempre. O dia pode ter sol, pode ter chuva e pode ser nublado, são apenas dias que nascem e que morrem e continuam passando como uma metamorfose, ora casulos, ora borboletas... e que simplesmente observo calada na janela do tempo.

Me olho no espelho e naum sei qm sou
Estou taum confusa q faço coisas sem razão.
Para os amigos estou sem noção.
Escuto gemidos do silêncio.
Vejo luzes no escuro.
Medo do nada.
Estou taum calada q nem msmo me reconheço.
Até msmo me eskeço.
Lagrimas sem razão.
Gritos do coração...

Olho para o passado com embriaguez, mas não é com menos deslumbramento que encaro o nosso futuro. Eis-nos, agora, um do outro para todo o sempre, sem ansiedades, sem inquietações, sem angústias. Atravessamos e vencemos tudo o que era mau e que poderia ser fatal. Estamos na plena posse dos nossos dois destinos fundidos num só. O nosso amor não terá a frescura dos primeiros tempos, mas é um amor posto à prova, um amor que conhece a sua força, e que mesmo para além do túmulo, espera ser infinito. O amor, quando nasce, só vê a vida, o amor que dura vê a eternidade.

Eu olho para minha irmã e vejo quão diferentes somos, vejo que nossas alegrias e nossos prazeres são tão diferentes... Mas vejo que ao compartilhar temos os mesmos apreços

Noite

Não durmo cedo
Adoro ver a noite
As estrelas bem longe piscar

Quando olho para o céu
Pareço estar bem distante
Me sinto leve...pareço voar

Já é madrugada
Estou acordada
Sentindo a leve brisa em meu rosto

Gosto do dia mais prefiro a noite
Olhar o céu brilhante
E a maravilhosa lua distante

Porque é tão bela a lua
Parece até mesmo uma jóia rara
Quando fecho os olhos pareço toca-la...

Sabe por que a noite eu olho cada uma das estrelas brilhar, e por que me faz lembrar de cada sorriso seu estampado em seu rosto...

Custa, quando olho para a frente e vejo obstáculos . Orgulho-me quando olho para trás e os vejo derrubados .