Olhar
Olhei e refleti o que um adolescente cético de pensar quis me ensinar, olhei de volta e com olhar lhe respondi sem palavras, porque responder ao insulto é não conhecer a si mesmo.
Ela é mulher
É linda
Tem o sol no olhar
O verde do mar
Ela é mulher
E sabe me seduzir
Adoro tê-la aqui
Queria mais perto de mim
Porém, ela não quer
Essa mulher
Não sei o que quer
Mas eu que quiser
Eu vou lhe dar
Pois ela é
O que mais me vale à pena
*Si :)
Não há verdade.
Há uma maneira de ver as coisas.
Há um olhar gentil e um olhar sinistro,
Um olhar indiferente, um olhar vivo,
Olhos abertos e olhos silenciosos.
O olhar daqueles que parecem tortos
E que não consegue ver além do nariz.
Oh mundo, como você é? Responda.
E ele disse: Eu não sei? Como olhar.
Se você olhar para a bíblia com os olhos, verá as palavras, se olhar com a mente, verá o conhecimento, se olhar com o coração, verá o amor e se olhar para ela com todo a sua alma, você verá a Deus.
"Preciso escrever que anseio por ti,
necessito de teu olhar, como flor do sol.
Preciso te ver para declarar,
que te abraço com a força de mil amores,
para lembrar-te, ó doce amada,
que do teu amor, minha alma não pode viver."
olhares submersos nas cores hipnotizantes do "pavão misterioso", é como morrer e abrir os olhos querendo ao mesmo tempo voltar para o sonho na escuridão do mistério... apostando a sorte na "brincadeira" dos panteras...
hoje eu não quero estar sozinho
ao contemplar a lua desapagar
e olhar para todas as estrelas do céu
e ver todas ao mesmo tempo brilhar
hoje eu não posso estar sozinho
você é o guia dos meus passos
seu cheiro está em meu quarto
a perfumar loucamente os espaços
a vagar na solidão de enamorados.
na solidão das vontades indormidas
e aos poucos se perderemos na vida
inebriados de manhãs perdidas
que o universo cruzem nossos caminhos
mas
hoje eu quero voltar sozinho.
Em cada olhar cintilante,
Há novos sonhos e novos caminhos,
Outros ventos sopram os nossos destinos,
Advém um Ano Novo brilhante.
Em 2019 a vida recomeça, feliz Ano Novo.
Os olhares suavemente se entreolham
e silenciosamente perdem-se nas desoras
no silêncio adormecido do penar.
E na procura do amor pela alma, em um só, já estavam lá.
Aos ventos que sopram nossos olhares, como a mão de uma mãe a afagar,
o beijo inevitável e sem sabor:
- A delicadeza virginal do amor.
E canto a nostalgia de uma vez
inebriado por teu olhar em fantasia
que timidamente ousava, talvez
O brio insano dos olhares em demasia.
E o teu corpo salpicado de ilusões
que os meus sonhos salteavam
Poetizando mil corações
que ao redor do seu se despedaçavam.
E do teu olhar, daqueles breves olhares
que o tempo cintilava junto aos meus
Se vai as visões inebriadas e desesperadas,
Do meu olhar procurando o seu.
E eu canto a poesia das invenções
que encenou as suas melhores versões
De um amor que meu amor viveu
E já dizia as vagabundas desalmadas,
Que saíam gritando pelas ruas abandonadas:
- as estrelas brilham, ainda brilham,
ainda brilham essas ruas desoladas,
Aos céus elevo o meu canto
ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus,
De um amor que meu amor viveu.
Há um olhar envergonhado que se fecha
e palavras caladas que não sabem nada dizer
escuta a tua canção, um amor que não se deixa
mas se abandona sem nada mais pra fazer.
E ao léu há poesias e nostalgias
mas você está no outra lado da melodia
e nada posso fazer a não ser o estoque de rebeldias,
e vou me esquecendo extasiado em pleno dia.
Já que não posso falar pela dor,
Vou escrever e reiventar um grande amor.
um grande amor.
