Oi Gatinha
CARTA DE AMOR-DESPEDIDA POR UM TEMPO
OI MEU PRINCESO
Queria te dizer que eu te amo e vai doer muito muito ficar longe não ter seu abraço seu beijo suas manias agente brigando todas as vezes que se vemos por coisas bestas e toda vez e eu ne meu garoto so que eu te amo tanto que nem sei a proporção disso mais quero que saiba que mesmo longe meu coração e totalmente seu meu menino somente seu e outra coisa voce sera pai dos meus filhos temos tantos planos e planos mais meu amor quando voce nao tiver ninguem estarei aqui e igual voce esteve pra mim pra enxugar minhs lagrimas pra me abraçar pra eu te ver sorrindo por estar comigo por ta do meu lado então quero que saiba que sera eu e voce sempre
18 de março de 2026
Oi, meu amor...
Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.
Não é pouca coisa. Nunca foi.
Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.
Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.
E, ainda assim, algo nos mantinha ali.
Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.
Você sabia disso. Sempre soube.
Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.
Demorou muito para eu entender isso.
Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.
E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.
Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?
Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.
Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.
E, no meio disso tudo, só restava você.
Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.
Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.
E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.
Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.
E eu abri as portas.
Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.
E, dias depois, algo começou a se encaixar.
Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.
Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.
Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.
A dedicação cresceu.
O cuidado cresceu.
O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.
O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.
E isso mudou tudo.
Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.
Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.
E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.
Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.
E eu também mudei.
Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.
Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.
E eu escolho você.
Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.
Eu não quero pensar no fim. Não agora.
O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.
Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.
Quero continuar construindo com você.
Dia após dia.
Sem pressa, mas sem desistir.
Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.
Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.
Você é tudo o que eu preciso nessa vida.
E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.
Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.
Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.
E é ali que mora o amor de verdade.
Nos detalhes.
Nos silêncios confortáveis.
Nas presenças que não precisam ser anunciadas.
É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.
Eu só quero você.
Por toda a minha vida.
Feliz 15 anos para nós.
Te amo incondicionalmente.
Sempre é sempre.
Engraçado como a cama parece maior quando eu penso em você. Queria apenas te ligar e dizer 'oi', mas o medo de não ser o que você quer ouvir me faz guardar o celular e abraçar o travesseiro.
Oi, minha linda. Sempre que fecho os olhos, volto para aquele banco na praça do Palácio dos Campos das Princesas. Lembro da sua timidez e do seu olhar meigo, mas foi aquele nosso beijo que marcou minha vida e parou o tempo em Recife.
Oi meu amor nessa madrugada ficou pesado demais para carregar sozinho. Passei as últimas horas tentando entender em que curva a gente se perdeu, ou em que momento deixamos de existir um para o outro, enquanto, para mim, você ainda é tão presente.
Sabe, eu ainda guardo aquela promessa da nossa menina. Aquela imagem que você criou na minha cabeça, com o seu nariz e o seu olhar... ela foi o que me devolveu a vontade de acreditar em uma família, em um futuro de verdade.
Mas você foi embora e parece que levou o mapa de volta. Eu me perdi exatamente onde você me deixou. Sinto como se estivesse parado naquele vazio, esperando que você me buscasse ou me devolvesse para mim mesmo. É difícil seguir quando uma parte de você ainda está ancorada em algo que já partiu.
Oi, tudo bem? Estou aqui apenas para registrar o que meu coração já sabe: você sempre será a mulher da minha vida. Fui o guardião de um tesouro raro que minhas mãos não souberam segurar, e que agora vive guardado na minha saudade.
" 'HOJE É VÉSPERA DE AMANHÃ!' Se você concorda, diga oi, digite amém, escreva o nome da sua primeira professora, levante as mãos pro Céu, dê três pulinhos, pisque o olho e, claro, compartilhe!"
"Assim vivem alguns nas Redes Sociais. E nunca se mancam, Oh, Raios!"
0682, Criada por Mim em 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Oi, gente! Na boa e por favor: está chegando o Dia da Minha Festinha e, até lá, nada (comigo) de Papo Cabeça nem de Superação nem de Carencia. Só por um período, tá? Vão aguentar, não vão? Poxa, Muito Obrigado!"
0841 | Criado por Mim | Em 2016
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Interessante seria se as pessoas fossem sinceras o suficiente para dizer: - Oi, estou entrando na sua vida, mas não tenho a intensão de ficar. Então, não se apegue, não crie falsas expectativas e se proíba de sofrer com minha ida. Apenas curta o nosso momento.
Amiga: "Oi" e "Oi"!
Falsa: Por que me deu oi duas vezes?
Amiga: Eu me sentiria mal se não falasse com suas duas caras. ;*
Oi MeU JarDiM de hortaliÇas.,..!!Quero dizer pra vc ,q vc è o meu viver,bem querer,meu ser,Meu amor,meu sabor,meu calor,minha coelhinha ,minha cachorrinha,minha bonequinha,meu anjo,meu oxigenio,meu hidrogenio,meu Çéu,meu delirio meu tudo,,..!!MeU amr nem todas essas palavras resume a metade da gota da imensidao do Mar q sinto por vc..:
dois namorados conversando.
ele: amor ?
ela: oi
ele: fecha os olhos
ela: pra quê ?
ele: fecha vai .
ela: ta bom .
ele: agora imagina o dia do nosso casamento
ela: Não posso.
ele reponde triste: porque você não quer casar comigo ?
ela: É tudo que mais quero, Porque as Coisas Que Deus prepara são tão perfeitas e intensas que a menta humana , é incapaz de imaginar.
Mundo Cruel
Se converso estou afim...
Digo OI estou lhe dando moral, sou doida e falo com todo mundo...
Se tenho amizade, Já é namorado...
Não converso, sou metida...
Não digo oi, sou antipática..
E assim segue...
E duro né ? Qual é a solução?
Observe a conversa entre duas amigas.
Maria : oi, vocë é novata aqui no colégio ?
Alice : sou sim, prazer, meu nome é alice e o seu ?
Maria : meu nome é maria , muito prazer.
Alice : bom sou novata aqui, cheguei hoje, nao conheco ninguém, mais tenho certeza que vou me dá bem.
Maria : nao acredite na sua palavra ! voce nao tem certeza disso e tals ! nao precisa ficar falando coisa com coisa.
Alice : eu confio que pelo menos uma pessoa vai ser minha amiga ou amigo, nao importa se as outras pessoas pensam errado de mim, o que eu estou fazendo é vim para essa escola e receber uma boa educacao.
Maria : tá bom.
Passaram alguns dias , elas viraram inimigas.
Maria : garota, voce disse que é novata, e que acredita que vai ter amigos, vocë tá tendo inimigos, por que mexeu nas minhas coisas , aqui na sala, sem me pedir ?
Alice : mais eu nao mexi em nada, como pode me acusar de uma barbaridade dessas ?
Maria : eu sei que foi vocë, eu nao confio em vocë.
Alice : voce nao é obrigada a confiar em mim, se nao acredita, pergunte a professora, por que ela estava aqui na sala, e eu também estava aqui, mais fazendo meu dever.
Maria : nao preciso perguntar nada a professora ! eu ja entendi tudo o bastante.
Tempo depois, olha o que acontece.
Maria : me desculpe alice ! eu fui injusta com vocë, te acusar daquele jeito, é por que outra pessoa mexeu nas minhas coisas, e eu nao gosto, e eu desconfiei que foi vocë.
Alice : mais desconfiou errado, eu nunca fui de mexer nas coisas de ninguém, se eu quero algo emprestado, primeiro eu pergunto, pois nao sou ladrona aqui na sala de aula.
Maria : me desculpe, eu estou mesmo arrependida, eu nao queria ter feito isso, por favor.
Alice : tudo bem , eu vou te dá a segunda chance, mais por favor, a próxima, vocë tem que ter provas, e nao acusar as pessoas.
Maria : está bem.
E as duas se tornaram muito amigas, aa alice perdoou a maria, e a historia acaba feliz.
Remember
-oi
-olá, saudade daquele tempo...
-aquele tempo acabou, faz tempo
-eu sei que faz
- se sabe porque tá com isso de remember?
-tô relembrando só, e não vem com essa de falar inglês, você não se lembra que não gosto?
-lembrar? lembrar?...eu não lembro muita coisa sobre você
-você quer beber alguma coisa?
-quero sim
-coca-cola?
-não sei me deixa ver o cardápio
-mas me fala de você
-não tenho nada pra falar de mim, a não ser que eu fale das flores que não se abriram, ou do meu sorriso fracassado
-hei, para com isso, quero saber mesmo de você, de tudo, me conta?
-quero coca-cola com gelo, sem o limão
-ihh, veio com limão, você vai encrencar né?
-não, não vou, é só tirar o limão com os dedos em pinça...
-você não vai dizer nada mais com nada né?
-não sei, não estou entendendo o que você quer dizer
-olha pra mim?
-pra que?
-vamos andar ali perto do mar, você gostava disso
-não vou não, vai sujar minha sandália
cruzam os braços, as ondas vão e vem, cruzam os braços, pedem cerveja e queijo a milanesa
o vento festeja num ar primaveril, as luzes artificiais fazem a festa, ela olha pra ele, sorri um sorriso sem sal e diz, tchau
sem beijo, sem esperança, as coisas, às vezes, chegam ao estado terminal.
