Ódio
Vem e me ensina a solidão de ter só eu, Sou o chão que inspira o andar seu.
Não cuspo o ódio, nem choro o amor, respiro a alegria nos cachos breu, nos lindos cabelos seu.
Quando tenho raiva entrelaçado com o ódio me faço pragmático, quando tenho amor intensifico minhas atitudes de ser sincero;
Quando tenho tristeza me vejo em silêncio buscando respostas na qual não tenho;
E quanto mais evito a insensatez mais permanece em meu caminho para desviar-me do meu foco;
A frieza é ironia de quem tenta tirar algo da cabeça, mas que na verdade não consegue tirar do coração que com coragem e competência se faz toda a diferença;
É do meu pensar que inventam a guerra que gera o ódio alimentando a inveja dos seres que se intitulam inimigos;
Basta dizer a verdade de forma necessária que os sentimentos ruins propositadamente se movem em sua direção;
Portanto crio minhas palavras de acalentos buscando a paz para esquecer os meus próprios problemas;
Não existe meio amor ou meio ódio, não existe meio termo, ou é verdade ou mentira, real ou ilusão;
Contudo o tempo não espera dando um sabor do silêncio que apreensivamente lhe traz ansiedades de querer experimentar ser feliz;
Não quero me corromper por princípios inadequados ao meu caminho que espera momentos justos para o meu coração;
Sentir ódio é superficial quando se é apaixonado pela vida;
E sentir amor é inevitável quando se tem um coração livre da dor;
Ser fraco é opcional... Ser forte é ser sensacional e amado por todos;
Nunca deixe que ninguém desperte o seu ódio de um jeito que nem você mesmo consiga controlar, pois quem o desperta nunca tem consequências!
O que seria do mundo se fôssemos amor ao invés do ódio?
Qual o impacto das cores se o vermelho da guerra fosse sibstituído pelo branco da paz?
Fica esse questionamento para que a sua reflexão se estenda um pouco mais!
