Odeio quem me Rouba
A necessidade de aceitação
corrói o caráter, destrói a personalidade, rouba a Identidade e impossibilita de viver a felicidade de ser você mesmo.
Pensar demais me consome, rouba as minhas energias. Escrevendo nessa telinha, meus olhos marejaram por alguns instantes. Lembrando dos conselhos que sempre eu ouvia, mas quase nunca seguia. A esperança é o que nos move e nos faz ter vontade de acordar e lutar pelos nossos sonhos. A escolha certa hoje molda o sucesso de amanhã. No ontem, eu escolhi você, briguei com o mundo. Aos conselheiros, eu disse: eu sei o que quero pra mim. Eu disse ao mundo que você seria pra sempre. Sei que o amanhã vai chegar. Mas me alegra pensar "e se não chegar?". Fechei as cicatrizes e fui dormir. Acordarei bem... Boa noite!
_O Primeiro Amor
Tudo começa com aquela pessoa que rouba a nossa atenção, os nosso olhos vêem,a nossa pupila dilata,nosso coração bate forte,
nossas mãos soam, e se maravilhamos com tamanha graça e ternura.
Assim é a paixão ela vem de repente em um certo momento e nos pega de surpresa...
Más pode porventura tornar-se Amor. !?
Só o tempo dirá !...
Não podemos viver o amor de outra pessoa, nem o amor por outra pessoa! Ninguém rouba o amor de ninguém! Ninguém ama por dois! Não nos apaixonamos pela pessoa errada, e não existe essa de que “sempre quem eu amo não me ama”! O que acontece é essa busca interminável por alguém que possa nos fazer feliz, que possa nos fazer sentir amados, que possa fazer a vida fazer sentido! E aí acabamos encontrando mil desculpas pra explicar que ainda não encontramos o que no fundo todos nós procuramos!!!
Aí quando você menos espera chega alguém e rouba todos os seus sorrisos e invade seus pensamentos, permanecendo nos seus sonhos dia após dia, fazendo seu coração acelerar e os seus olhos brilharem.
AO POETA
Que se senta na grama
Descreve a beleza do amor
Que rouba um verso
Nas asas de um beija-flor.
A você que traz no olhar
A verdadeira magia
Olhando o pôr-do-Sol
Constrói uma poesia.
Ao poeta que abre caminhos
Que usa a sua criatividade
Um elo, entre sonho e realidade.
Aquele que tem a ousadia
De transformar a desamor
Num canteiro de amor.
Parabéns a todos os poetas pelo nosso dia.
Irá Rodrigues.
Não dê palco ao que rouba sua energia; alimente o que constrói.
O que você foca cresce.
Escolha nutrir o que fortalece.
Descarte o resto, sem culpa.
— Purificação
Caçadores de Mentes
Vivemos em um tempo onde não se rouba apenas o que está nos bolsos. Rouba-se o que é mais precioso: a mente.
São caçadores invisíveis. Estão nas telas, nas vozes disfarçadas de conselhos, nos sorrisos que parecem verdadeiros mas escondem armadilhas. Eles não levam correntes de ferro — levam ideias distorcidas. Eles não invadem casas — invadem pensamentos.
O caçador de mentes não quer o que você tem, quer o que você acredita. Quer moldar seus desejos, suas escolhas, sua fé. Quer que você viva a vida dele, não a sua.
E aqui está a reflexão: ou você vigia sua mente, ou alguém a caça.
A disciplina é o escudo. A resiliência, a espada.
Só quem aprende a cuidar do que pensa pode ser livre de verdade.
No fim, o verdadeiro campo de batalha não está fora. Está dentro.
E a vitória é não deixar que ninguém, nunca, dite o ritmo da sua alma.
— Purificação
A vida não nos rouba a história com o passar dos anos. Apenas substitui componentes do roteiro respeitando a prerrogativa de nos mantermos protagonistas. O sentimento de perda só acontece quando nos recusamos a aceitar o capítulo novo na tentativa inútil de permanecer reprisando episódios de temporadas que já se esgotaram.
A ausência tua é uma tormenta que rouba minha paz, um vazio que só teus gestos e palavras doces conseguem preencher. Quero estar contigo para celebrar a vida, dividir sonhos e construir uma felicidade feita de cumplicidade e paixão. Cada instante contigo é um presente que me enche de vida e esperança...
Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.
Texto de Friedrich Nietzsche
A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.
Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.
A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.
Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.
A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.
Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.
