Observe sua Vida
Qual a sensação de se sentir útil mas não ser reconhecido por nada?
Será que sua versão do futuro será diretamente proporcional à média de dias que te submeteres a viver?
Apenas você é responsável por criar sua realidade.
O ser humano procura títulos, filosofias e religiões para justificar a sua própria existência.
Nenhuma dessas é capaz de explicar ou dar sentido a vida.
A vida é o espetáculo organico, biologico e mutável que da sentido a todas construções socias, filosóficas e políticas.
O sentido da vida é subjetivo e proporcional a percepção única de cada indivíduo.
A procura de sentido da vida em regras de massa é a fuga da realidade individual, a única capaz de proporcionar algum sentido real a vida.
A crença nas filosofias, títulos e religiões são fugas da realidade e de nada valem para a busca de um propósito de vida.
Viver a procura de reconhecimento faz parte da ilusão do ego humano, é necessário ser criador de sua própria filosofia, sem desejo de ter seguidores ou de seguir, apenas ser livre em seu próprio sentido da vida.
Alicate que arranca o dente,
A vítima foi anestesiada?
Vejo um olhar diferente.
Sua alma ainda não foi rasgada
"A Morte, em sua essência, já detém a mais absoluta riqueza: a própria vida. Se a barganha fosse sua moeda, qual tesouro lhe seria negado?"
Apaixonante...
Nos bastidores sua energia se mantinha presente aquecendo o meu ego e ao mesmo tempo os meus sonhos.
Num dado momento vi as cortinas do horizonte se abrirem e lá estava você linda e radiante ocupando o lugar principal no cenário da mina vida.
Digo seguramente que naquela noite enluarada o nosso primeiro encontro na mesa de um bar não me deixou dúvidas de que seria você a mulher reservada para compor a minha vida.
Não há sorriso tão bonito, ninguém tem o olhar tão sincero e profundo, não encontrarei abraços iguais os teus, não consigo interpretar tantos sentimentos, meus sentidos estão de acordo apenas em uma verdade absoluta e mágica, sim o saber do meu grande amor por você.
O sol alimenta o mundo.
A vida, nossa esperança...
A calma pode está no sorriso;
E o meu é por sua causa.
São 8 bilhões de pessoas em todo o mundo. Quando você aceita na sua vida uma pessoa mal-caráter, que te desrespeita, que te maltrata, você está basicamente ignorando 8 bilhões de possibilidades de conhecer alguém melhor.
Conto da vida real - 1
Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.
Nunca desista que um dia aquele sonho que se encontra em letargia no âmago de sua alma possa despertar, pois se desistires a vida dentro de ti aos poucos desvanecerá.
Tem pessoas que chegam trazendo um pouco de sua essência, e outras levam um pouco de nossa existência...E nesse vaivém ficamos conectados até conclusão de nossa missão terrena...
Na sua inocência era doce e brincava com a vida, já adulta viu que a vida não era tão doce... Foi então que olhou para o céu, conversou com Deus voltando a sorrir e a ser criança...
Chega um momento que sentar-se a sombra de seu coração e apenas sentir o pulsar de sua vida, começa ter outro sentido pois o barulho do mundo lá fora perde a importância quando você desperta um novo tempo dentro de si e em silêncio observa e cala-se...
Chega um período que você estende sua alma em letargia no varal da vida e aí sente a chuva que molha e o sol que a seca, e enquanto isso seu corpo fica hibernando numa cadeira de balanço observando essas oscilações do tempo...
O laço de fita é desfeito e a gratidão libera sua essência, mesmo que dentro da mais simples embalagem, o conteúdo singelo desprende-se em amor. A vida é um presente!
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