Obrigado por Existir em minha Vida
"Ainda existir Monarquia (e até mesmo Monarquistas) é algo que me espanta! Se algum Monarquista Moderno quiser se curvar e se ajoelhar diante de Mim e me tratar por Majestade, repudiarei mas não impedirei. Só que não darei gorjeta. Favor não insistir!"
Texto Meu No.1062, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Para eu tentar entender... Deus, Jesus, Natal não existem nem podem existir. Já Ateus existem e podem existir. É isso?"
Texto Meu No.1088, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1458
"Com todo o respeito que existe daqui pra lá e que tem que existir de lá pra cá, digo e insisto: 'SE EU NÃO PERGUNTAR, NÃO DIGA O QUE EU DEVO FAZER'. Difícil de aceitar? E por quê? Por que é difícil aceitar? Hum!"
TextoMeu 1458
1558
"Apesar de 'Deus não existir' (como eles anunciam) Ateus existem. Isso não chega a ser Incrível nem Fantástico nem Extraordinario, mas... Daria filme de Pasolini, Godard, Bunuel ou Glauber Rocha!"
Eu não perdi a fé.
Eu perdi a paciência com sistemas que exigem que eu me diminua para existir.
Durante muito tempo achei que meu conflito era espiritual. Depois entendi que era ético. E, mais tarde, estrutural. Meu problema nunca foi Jesus — foi o que fizeram dele.
Eu não consigo aceitar um cristianismo que transforma sofrimento em virtude, culpa em pedagogia e obediência em salvação. Não consigo entrar numa igreja e ver um corpo torturado pendurado na cruz como se aquilo fosse a imagem máxima do amor. Já sofri o suficiente. Não preciso venerar dor para aprender nada sobre a vida.
Vejo Jesus como um homem ético, valoroso, radical na sua forma de existir. Mas não sei — e talvez nunca saibamos — quem ele foi de fato. O que temos são textos escritos décadas depois, atravessados por interesses, disputas e necessidades teológicas. A Bíblia não é mentira; é parcial. E toda leitura honesta começa reconhecendo isso.
Questiono os milagres, a ressurreição, a ideia de “filho único de Deus”. Se todos não somos filhos, então a ética já nasce hierárquica. E eu desconfio profundamente de hierarquias — sobretudo das que se dizem sagradas.
A lógica do sacrifício me repugna. A ideia de que alguém precisava morrer para redimir outros normaliza a violência e santifica o sofrimento. Quando sofrer vira caminho espiritual, alguém sempre lucra com a dor alheia. Historicamente, isso custou vidas demais: santos, hereges, mulheres, povos inteiros queimados em nome de uma verdade absoluta.
Se o cristianismo não tivesse virado instituição, talvez menos gente tivesse morrido. O problema não foi a fé — foi a certeza organizada, a moral transformada em poder, a ética convertida em doutrina obrigatória. Quando Paulo transforma um modo de vida em sistema universal, nasce também a infraestrutura do controle.
Eu vivi isso de perto. Participei de um grupo espiritual hierárquico, cheio de regras morais e títulos vazios. Vi pessoas competentes serem diminuídas enquanto figuras no topo eram blindadas. Vi pequenos comportamentos virarem pecado enquanto desvios financeiros eram espiritualizados. Vi exploração financeira travestida de ritual. E quando eu consegui nomear isso — exploração — acabou. Não dá para desver.
Aprendi que, em sistemas assim, o valor não vem do que você é, mas do quanto você se submete. Não se mede ética; mede-se adesão. E quando o sagrado começa a exigir dinheiro, silêncio e obediência como prova de elevação, ele já virou negócio.
Também não suporto o cristianismo do grito, do espetáculo emocional, do testemunho que transforma Deus em corretor imobiliário. “Rezei e ganhei um carro”, “orei e recebi uma casa”. Esse Deus é milionário — e seletivo. Para uns, bens. Para outros, silêncio. Para muitos, culpa.
Minha ética não suporta isso. Não acredito num Deus que recompensa privilégio e chama exclusão de mistério. Não acredito em perdão obrigatório que protege canalhas e regula quem já foi ferido demais. Perdão sem responsabilização não é virtude; é licença.
Hoje eu sei: pensar assim tem custo. Perdi pertencimentos. Fiquei fora. Virei a pessoa que observa em vez de ajoelhar. Mas não perdi a mim mesma. Aprendi a impor limites, a dizer “isso não diz nada para mim”, a não desaparecer para manter harmonia.
Se isso me coloca fora do cristianismo tradicional, que seja. Prefiro uma ética sem joelho no chão a uma fé que exige autoapagamento. Prefiro não saber certezas confortáveis a aceitar mentiras que me adoecem.
Não escrevo para convencer.
Escrevo para não me trair.
Se existe alguma espiritualidade possível para mim, ela não passa pela sacralização da dor, nem pela hierarquia, nem pelo medo. Passa pela dignidade. E isso, eu não negocio.
... para o espírito,
jamais existirá um futuro que
não espelhe, no passado, seu prestativo
mentor; e ambos, ligados a um presente
que os abrigue. Logo, o que foi e o que
ainda será não deve ser contestado
ouvulgarmente repetido,
mas continuamente
aprimorado!
Sim, escrevi que não foi apenas um amor; quem sabe, um encontro de astros que não podiam existir no mesmo céu sem se machucar e se curar ao mesmo tempo. Eu conheci a euforia que corta a respiração, o pensamento que se torna uma vontade incessante, um sabor que ainda sinto...
Sou um homem marcado. Minha pele guarda a memória de um toque profundo. Meus pulmões ainda sabem o cheiro daquela tempestade que era ela. E a falta...
As paixões comuns? São sussurros abafados pelo barulho desse furacão que vivi...
Porque sim, eu já amei. E um amor daquele tamanho não termina; ele se transforma. Ele vira uma força sem controle que sela você. Ele forja um novo tipo de solidão: não a da carência, mas a do território conquistado. Minha alma agora descansa...
Agora, o mundo se resume a sentir, não apenas a ver. E eu sinto tudo, com a intensidade de quem sabe o preço e o prazer de estar totalmente vivo.
Esta é a vida do homem que sobreviveu ao seu próprio grande amor...
Sempre que houver divisionismo
o poeta pelo fato de existir,
alguns com ele irão se incomodar,
sem mesmo por eles procurar.
Ele é quem tem a ousadia de fechar
a porta quando alguém fizer
a cortesia para a guerra entrar,
e muita inspiração para encorajar.
Ciente que a poesia é feita de pausa,
para a cada novo momento respirar,
o poeta quando cala a poesia vira mar.
Com ou sem licença poética,
não receia por nada a palavra partilhar:
como as sementes dos ipês a se espalhar.
Devia existir uma forma de sair de perto da gente mesmo. Pra poder respirar, refletir e pensar o que vamos fazer de nós.
Saudade é uma coisa que não deveria existir , quando estou escutando uma música , vou me lembrando de tudo e de todos , sei que é bobagem ficar relembrando oque ja passou , más fazer oque né ? As vezes é preciso por pra fora tudo que esta sentindo ,suas dores , suas tristezas , suas mágoas , suas decepções ... Mas vamos lá a vida continua , sei que so forte , já enfrentei muitas batalhas por ai , não vai ser essa que ira mi deixar pra baixo [...]
Sonhos são como lanternas e quando passamos a tê-los a escuridão pode existir, todavia por menor que seja a faísca ou por mais escuro que esteja, eles brilharão, eles fazer-se-ão visíveis e reais. Um pequeno lampejo pode parecer insignificante, contudo nem toda a escuridão poderá escondê-lo. Jamais perca-o de vista, o único que pode contê-lo é você.
-
Não sou um conquistador,
Sou somente um pensador,
Que acredita em um amor,
Que possa existir sem a dor.
Nada é perfeito,
Nem tudo é perfeito,
Mas tudo pode ser melhor,
Se for apenas do nosso jeito.
Eu & Você,
Você & Eu,
Então você me pergunta,
E o resto?
Bom ai eu digo:
Ai é o resto,
Nada irá atrapalhar nesse amor que Deus nos prometeu.
Seria bom se todas as amizades durassem para sempre!
PQ tem existir gente falso no mundo!
Mas como eu sempre penso e digo:
_ Se não existisse os falsos, nao saberiamos separalos dos verdadeiros!
Viver é apenas existir sabendo que vai morrer e se acabar, sabendo que estar errado não é de fato querer errar.
