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"Se me existir, me faz um homem, a imaginação me conduz"... a arte existe porque apenas viver não basta!
Ninguém inventou Deus. Nem sequer, Deus existe. Existir pressupõe que foi criado.Ele não foi criado. Ele é. E não tem nada que ver com religiões. Deus é, era e virá. Deus é acima de qualquer religião. Deus é a verdade, maior que a própria eternidade.
ENTREGACIONISMO × CONTROLE
O confronto entre a entrega e a dominação do existir
Há duas forças que atravessam silenciosamente a experiência humana: o impulso de se entregar e a necessidade de controlar. Nenhuma delas é neutra. Nenhuma é inocente. Ambas disputam o centro da existência.
O Entregacionismo nasce como reação. O controle nasce como medo. Entre esses dois polos, o sujeito tenta sobreviver.
I — O CONTROLE: A PROMESSA DE SEGURANÇA
O controle surge como resposta ao caos. Ele organiza, delimita, estrutura. É o esforço humano de transformar o imprevisível em algo administrável. Através dele surgem normas, sistemas, crenças, rotinas, morais.
Controlar é tentar garantir continuidade.
O problema não está em sua origem, mas em sua ambição.
Quando o controle deixa de ser ferramenta e passa a ser finalidade, ele se torna tirânico.
O controle promete:
* segurança
* estabilidade
* previsibilidade
* proteção contra o erro
Mas cobra um preço alto:
a renúncia à experiência viva.
Sob o domínio do controle, o sujeito passa a existir como projeto. Mede-se, compara-se, vigia-se. O erro vira falha moral. O desejo vira ameaça. A dúvida vira pecado.
O controle não suporta o imprevisível — e a vida é, por natureza, imprevisível.
II — O ENTREGACIONISMO: A RECUSA DA DOMINAÇÃO
O Entregacionismo nasce quando o sujeito percebe que o controle não o salvou.
Não é um grito de revolta, mas uma lucidez tardia. A constatação de que nenhuma estrutura conseguiu conter o caos interno, nenhuma promessa garantiu sentido, nenhuma disciplina impediu a perda.
Entregar-se, aqui, não é desistir.
É abandonar a ilusão de domínio.
O entregacionista não rejeita a responsabilidade, mas recusa a tirania do planejamento absoluto. Ele entende que a vida não se deixa capturar por esquemas.
A entrega é um ato de coragem porque exige aceitar:
• a incerteza
• a impermanência
• a fragilidade
• a ausência de garantias
Enquanto o controle tenta congelar o mundo, o Entregacionismo aceita o fluxo.
"Se me existir, me faz um homem, a imaginação me conduz"... a arte existe porque apenas viver não basta!
"Tantos sonhos que não alcançaram encontros, que prometiam um amanhã que desconheciam"... cada sonho é único, e o seu valor pode variar de pessoa para pessoa!
Uma desacreditação, cria uma janela previsível de vulnerabilidade, e arrependimento, é uma palavra feia para uma coisa bonita!
O novo se inicia apenas quando o ontem é curado; quando o ontem insiste em estabelecer imutável, o hoje perde o paladar, e o amanhã fica suspenso na fome!
Ninguém me explicou como existir,
sem fingir calma, sem repetir.
Sou um mapa rabiscado que insiste em seguir.
Ninguém me ensinou como ser,
sem me perder, sem me esconder, sem me extinguir. Mas tô aqui inteira e torta,
com a dor batendo na porta.
Sombras sempre vão existir, em tudo na vida, mas não é necessário existir em você, chega de sofrimento, de apanhar para o próprio ego, seja como Kali e dance em cima do Seu ego para controlá-lo, o verdadeiro demônio, é seu ego, que escolhe por você baseado na vibração dele.
Para realidade existir, é necessário sombras, luz e sombra trabalham juntas para formar a matéria, mas, não necessita existir em você, seja luz, para si e para os outros.
Não é sobre destruir seu ego, mas compreender a necessidade dele existir e que ele é você, e ao mesmo tempo também não é, você é seu ego, e ao mesmo tempo fonte divina.
Então qual a solução? Equalizar seus chakras, alinhar, buscar harmonia
Para que o ego não judie mais do seu espírito.
Para que você saiba o que te faz feliz e coloque sua felicidade acima de qualquer virtude humana.
Sempre lembrando que tudo e todos a sua volta também são voce.
E merecem gratidão, respeito, carinho e cuidado, luz.
✍🏻SER é a plenitude do Existir, o vir a Ser é angústia infinita.
Já Somos desde o primeiro momento da fecundação. Fiat Lux!
Para existir o sim tem que existir o não e ao transformar tudo em "coisas bonitinhas" perde-se a essência da vida
