Obrigada pela noite

Cerca de 25462 frases e pensamentos: Obrigada pela noite

"No silêncio da noite eu percebo que não sou ninguém"

Inserida por cardosojose

"Amo você noite e dia sem parar meu doce"

Inserida por cardosojose

O som do escuro as pegadas na noite representa tudo o que a gente pode imaginar e pensar que pode encontrar.

Inserida por cardosojose

⁠boa noite! Deus cuide de você e toda sua família! Abraços!

Inserida por cardosojose

O vento,
vem, e vai para aonde?
brilhando, remando
é noite incerta
é dia brilhando,
o vento é horizonte,
até quando ?
o vento vem repousando,
em tempos de mares, amores
é fim de tarte,
o vento desce ,
cantando....

Inserida por AllamTorvic

⁠O amor,
criou a chuva,
de tarde, lavou-me,

o amor,
criou as asas,
a noite, livrou-me,

o amor,
é almas, alvas, salvas
céu a céu,

o amor,
vestiu-se, de luzes
tornou-se, humano

Inserida por AllamTorvic

A melhor parte do caminho , é o cair da noite , esse pedaço é o que mais traz esperança

Inserida por AllamTorvic

⁠Boa noite Deus, sou eu novamente passando para agradecer pelo dia de hoje. Obrigado 🙏

Inserida por brut0

⁠A verdade pura e simples: o Brasil cresce à noite quando os policymakers dormem e não atrapalham os que produzem.

Inserida por claudio_castello

CONTOS QUE A NOITE CONTA:

A noite é fria e tímida
Em seus becos, seus piteis.
Suas contas que são poucas
Conta-se noutros viés
Os contos que não se conta
Dos que jaz em seus bordéis.

Inserida por NICOLAVITAL

A CRIANÇA QUE PERDI:

Esta noite eu não dormi, com meu siso,
Decidi... Viajei no passado (...).
E presente me encontrei com a criança
Que havia deixado a chorar na estrada sem tino
Do alto do consciente, a vi... E entendi.
Pra rever meus sonhos, planos, e desejos...
Eram todos fúteis!
Nasciam da fértil e quimérica imaginação
Daquela homérica criança.
Neste instante, inexoravelmente anseio
Seu resgate
Porém não me é dado êxito
Ah! Meu mundo surreal
Ofusca a aura clara
Do régio ser que um dia fui.
E dormi apenas eu...

Inserida por NICOLAVITAL

A VOZ DO VENTO:
A brisa fria da noite
Bate levemente ao meu rosto
Levemente sem toca-lo!
Sem toca-lo... Levemente fria,
Fala ao meu ouvido incompreensivo.
Porque o vento,
Ao vento fala.

Inserida por NICOLAVITAL

MEU FINITO SER:
(Nicola Vital)


É bela e serena a noite exterior!...
A luz do luar, as estrelas, e o ar.
Iluminando montes, os prados, e seus lagos,
Refletindo rio ao mar.
Irrequieta e turva é a noite do meu ser.
Aqueles que foram sonhos,
Perderam-se sem ter (...).
Meu universo sem prado!
Esse fardo de me ser.
Tudo enfim, é nada!
Assim, é esse viver.
O sol, que em tempo brilha,
Até a noite nascer
A noite que não orvalha
Quando o sol pra si romper.
Se finda o ser finito,
Findando-se pra si o ter...
14.08.2015

Inserida por NICOLAVITAL

ZUMBIS:

Nesta noite todos os fantasmas me aprazem.
Todos!
Líricos, etílicos e telúricos.
Quão zumbis, sob os meus olhos caminham avenida a fio.
Miram os bimbos e os mimos dos linhos sem tino
A malograr o siso dos filhos das mansões.
Que irremediavelmente se vendem...
E não se entendem comumente "sãos"...
Vertem seus "ideais"
Minguam seus cabedais
Aterrando a noite
Que não se perfaz.

Inserida por NICOLAVITAL

O MITO DO NATAL:

Nesta noite de natal
Eu saí por três vezes às ruas...
O que eu queria!?
Era apenas encontrar o precursor desta noite.
E em todas as casas que percorrí
As portas estavam fechadas, havia sim, um clima de festa
O som que se ouvia era festivo.
Mesas fartas, músicas comerciais, deleites e comemorações.
Em um ímpeto de curiosidade
Fixei meu olhar às frestas daquelas portas
E em nenhuma delas vislumbrei o aniversariante.
Sai um pouco desolado.
Me recolhí e fiquei a me perguntar.
Por que tanta euforia se todo dia é dia de natal?
E todos os dias ele nasce em todo o universo.
Mais tarde o sol ainda não chagara, e o som da música já se fazia mais fraco.
Pela quarta vez eu deixava o sono ainda não dormido
E o encontrei!
O Arauto. Cansado, malcheiroso e não parecia ter nascido naquele dia!
Todos já entorpecidos em sua própria festa não o reconheceram.
E fecharam-lhe as portas.
Ao romper da aurora, caia a ribalta, as portas se abriam para um novo dia.
Não era mais natal... E ele ali inerte ao solo onde descansava invisível aos olhos de seus anfitriões.
Sem cheiro, sem alento, sem recordações!
Não era mais natal, não era mais natal.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠EU
Está noite eu deixava minha Esperança e embarcava universo a fio.
Corria eu, pelas ruas dos meus sonhos, pelos becos de meus delírios,
E achava eu, na busca do sonho azul que tudo faria jus
Você não disse que era pra tudo ficar azul?
Então venha descolorir o que deixou “negro”!
A noiva que era bela ficou feia e magricela.
O sonho que parecia azul perdeu o norte e o sul.
Quando pensas que sabes estás ficando rude.
E nessa homérica viagem.
Às vezes, eu sinto ser multidão!
Olho pra dentro da criança e vejo o ancião,
O negro, o sábio e o tolo.
A mulher, o louco e o insano.
Logo ergo o olhar para dentro e vejo a escuridão.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠EGO
Dizes-me seco, sem júbilo. Meu coração é porta sem tranca, um albergue à noite!

Inserida por NICOLAVITAL

⁠PIERRÔ SEM CARNAVAL:
O bafo da noite em cinzas,
Verticalmente desce e cai,
Quão a chuva oblíqua
Do Pessoa
A correr na diagonal
Confusa
Sobre o relvado e a clorofila
Do poetinha,
Em anunciação ao baio
Do Valença em reboliço
Ante as brumas que embaçam
Meus vitrais
Acho, penso vislumbrar
A última colombina de cristal
Em seu único e derradeiro
Carnaval.
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

⁠AVE AGOURENTA:
Meia-Noite à hora em meu quarto insone!
Debruçado à lauda deste soneto espectro
Agourentas aves ao meu sonhar consome
Seria, o silêncio astuto de minha razão, é certo?

Por quê a mim tormento ínfima criatura horrenda?
Sob um fito olhar de sarcástico deboche
Numa afirmativa: Sou no íntimo vossa reprimenda!
Em um siso sentimento a aurora suplico à toda sorte.

Olho ao cume, vejo como homem criatura intolerante!
Seu olhar esbugalhado penetra meu quimérico sonho
Como, simples aspirante, subornar tua consciência errante?

Em um ímpeto de autodefesa brado à criatura insana
Retraia-se, por favor, ilusória criatura! ...Não vês! esta tua intolerância à humanidade emana.

Inserida por NICOLAVITAL

Série Microcontos:
Aparecia na mesma esquina todo dia. à noite jazia.⁠

Inserida por NICOLAVITAL