O Valor do ser Humano Rubem Alves

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⁠Enquanto não valorizarmos melhor a força e a magnitude das conexões sinápticas, não compreenderemos a força das conexões humanas! O tudo do bom e do melhor começa na mente e nas pessoas!

⁠Podemos aprender todo conhecimento nos livros, mas sabedoria, experiência, humildade, amor e amizade só aprendermos com pessoas!

⁠Uma mente tão capaz para uma vida extraordinária, mas presa ao sofá e a televisão! Isso sim é mediocridade!

⁠A vida é uma putrefação monótona e patética.

Inserida por OCruel

As pessoas trocam simpatia por expectativas e não por sorrisos,
este é um grande erro da humanidade.

Inserida por Cflima3

⁠"Humanize a humanidade,
somos um breve momento."

Inserida por PauloCobra2

⁠A semente da esperança é a sabedoria.

Inserida por GenivaldoPires

⁠A quantidade de amor que vemos no mundo é proporcional ao amor que faz morada dentro de nós mesmos.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Quando descobrimos que a dor é combustível para o aprendizado e crescimento, paramos de temer.

Inserida por SimoneBenassi

⁠A ganância é a inimiga da pessoa altruísta.

Inserida por GenivaldoPires

⁠Sou um inconcluso receoso, atinando a coragem, um tolo em busca de consciência, que conhece o pecado do desAmor, e ainda não sabe o que é amar. Sou humano.

Inserida por ADELSONSANTOS

⁠Vamos, mostre pra eles o que um humano cheio de ódio e dor pode fazer.

Inserida por altair_degurechaff

⁠Muitos se gabam da fabulosa riqueza acumulada enquanto outros padecem o desespero da fome, uns divertem em iates e ostentam casas de luxo enquanto outros são cobertos de papelão em noites frias, os burgueses reclamam do café da manhã enquanto os pobres procuram pedaços de pão seco deixados no lixo, hipócritas governam para si e suas famílias enquanto a sociedade agoniza em lágrimas de desprezo, gananciosos usam a fé para extorquir pessoas enquanto mulheres são torturadas e crianças abandonadas.

Evoluímos ou regredimos como seres humanos? ⁠

Inserida por marcelomendes

⁠como é possível alguém te quebrar em tantos pedaços que alguns se tornam tão invisíveis que são incapazes de serem encontrados, mas doem? Doem porque você está incompleto e sem esses pequenos pedaços as peças caiem todas novamente.

Inserida por artexts

⁠então quer dizer que nossas juras de amor não significaram nada pra você?

Inserida por artexts

⁠— você é estranho. — sou? Por quê? — você parece querer muito algo. Talvez o queira também, mas eu não sei... Você se cansa rápido. — acha que vou fazer isso? — você já me quis também, e olhe bem onde estamos. Agora estou te aconselhando a não deixá-lo ir igual me deixou.

Inserida por artexts

⁠E foi numa noite de domingo, onde deveríamos estar juntos e falando sobre o futuro que você falou dele. E eu percebi que não tinha lugar para mim. É muito difícil estar se sufocando no amor de alguém. Principalmente quando o amor não é pra você.

Inserida por artexts


nudez
teu corpo nu entregou segredos que eu jamais poderia desvendar sozinho, trouxe traços e trouxe curvas que eu jamais teria a audácia de reproduzir. E a palavra jamais deixou de existir aos poucos, esboçando linha tênue do apagar. No fim da noite eu me sentava sozinho na varanda e o frio me acertava com um bocado de força, minha pele que já é teimosa se arrepiava contra vontade. Te esperava adormecer e voltava para a cama, tendo a liberdade para dizer palavras perigosas.
Eu te amo.
Ao acordar o vazio me fazia companhia. Se não fosse pelos lençóis do lado direito da cama estarem bagunçados, nem existiriam vestígios que esteve ali. O dia passava correndo em lentidão, afazeres lotavam minha cabeça e no fundo eu esperava que fosse assim com você também. Eu sabia, mas não queria aceitar esse fato. O Sol se pôs e as batidas na porta se tornaram frenéticas. O seu corpo artístico estava em minha frente e não demoraria muito para repetirmos todo nosso eventual processo.
Tocar. Arfar. Perder a cabeça. Chegar ao ápice.
E fizemos. Fizemos isso por tanto tempo que não consigo me lembrar o quanto. Às oito você chegava e trazia como bagagem apenas os assuntos chatos de alguém que ousou cruzar com você, ou até mesmo sobre 'eles. E às oito e meia eu já perdia a paciência e usava do meu plano secreto para ter você por pelo menos poucos instantes. Segundos que me levavam ao céu, êxtase momentâneo que eu pagaria fortunas para tê-lo sempre.
Eu paguei o meu corpo por ele.
Eu paguei minhas noites, meus sorrisos, meus sonhos para o futuro, minhas madrugadas. Eu paguei o equivalente ao infinito por um mísero pedaço de Lua. O pior. Eu paguei meu amor sufocante e minha esperança. Não foi o suficiente.
A primeira "oito horas" veio, mas você não. A segunda, a terceira, a quarta, a quinta e enfim uma ligação. "Está livre essa noite?" Eu sempre estava livre para ele, todas as noites. "Não. Vou a uma festa." Talvez eu pudesse me tornar algum ator. "Amanhã temos que conversar." Desligou em seguida, sem ao menos eu ter chance de perguntar. O tom feliz da voz dele, o vislumbre que me contaria sobre a descoberta do paraíso e me levaria para lá.
Mentira.

Diferente das rotinas tardias, era meio dia. Não tinha apetite e ele também não. Sempre funcionou assim. A queda foi brusca e quando me vi estava no inferno do meu quarto a pintar meu rosto de lágrimas ferventes. Como poderia alguém, qual eu depositei tantos sentimentos bons, me empurrar sem receios para esse fim de mundo chamado solidão?
Com o peito aberto e feridas doloridas por todo meu ser, eu ainda conseguia amar.

A prova foi quando meu gato arranhou a porta da sala às três da manhã, indicando sua chegada nostálgica. Embrulhado em tanta dor, eu cuidei. Prometi que enquanto eu vivesse o sentimento seria duradouro e de fato é. Estou escrevendo sobre ti, expondo novamente meu lado doentio d'alma. Desejaria vingança mais tarde? Incapaz. Deu-me seu embrulho e de surpresa achei a parte ruim de relembrar.


O dia que você verdadeiramente partiu. Levou todas as suas vestes e furacão de casa. Mas que merda foi a calmaria naquele instante. Nunca tive paz, sempre a almejei, agora que gostava de confusão ela me veio.
Agora vejo que te mostrei casa, criei-te lar e aconchego em meus braços, bem-queres em meus beijos. Meu coração serviu de hotel pra quem não quer ficar e fazer morar.


Alcancei a sua nudez estampada de superficialidade e usando toda a verdade eu a adorei. Serviu então para que me despisse de pele e encarasse alma nua, beijasse cada canto meu, lavasse os ferimentos e me livrasse dos rastros de sangue seco.
Você se foi, porém deixou algo aqui.

Nudez perversa e tentadora de realidade.

Inserida por artexts

Tudo é uma questão de Gestão.

Inserida por diplomatadamente

A Páscoa e o contágio humano
Como o coronavírus que é transmitido de pessoa para pessoa, assim é a Páscoa. O contágio da páscoa também se faz de humano para humano. É o contágio do amor. O sussurro da tosse alegra a alma, o fluxo dos espirros espalham fluidos de bondade e fraternidade. A água e o sabão lavam e perfumam as mãos da caridade.
As máscaras são defesas das maldades.
O vírus do amor não fere, não dói e não mata. O amor é gentil e paciente, tente!...
O vírus do amor faz renascer a fé e a esperança. Se o contágio pega, porque não fazê-lo com palavras doces, motivadoras e carinhosas?
Assim se espalha o amor. De humano para humano. De coração pra coração.
Élcio José Martins

Inserida por elciojosemartins