O Valor do ser Humano Rubem Alves
Na minha infância teve circo de lona e palhaços, eu simplesmente amava os palhaços. Mas o palhaço que eu não me esqueço se chamava Pirola, acho que todos eles se chamavam "Pirola".
Eu ainda assisto Tom e Jerry, Papa-Léguas, Pantera Cor-de-Rosa, Piu-Piu e Frajola, da mesma forma como eu assistia qdo criança, concentradíssima, e me divirto pra valer.
Crianças de dois anos chorando por causa de celular, nessa idade eu só chorava por causa da chupeta.
Bem , no meu entender , tudo isso me parece muito contraditório , incoerente, ilógico, etc . , não há motivo algum para parabenizar professores. Em síntese, o ensino público brasileiro foi para o beleléu faz tempo, mas os professores vão muitíssimo bem, obrigada.
Existe uma grande diferença entre coeficiente emocional e sangue de barata. O sangue de barata quase sempre é fingido e mesquinho.
Devemos sempre estar preparados, psicologicamente, emocionalmente, e espiritualmente, para as intempéries e emboscadas da vida, porque a única coisa que ainda permanece estável neste mundo é a pobreza, tudo o mais oscila entre a ganância e o poder.
Eu sempre fui fascinada pelos castelos e pelas histórias dos castelos, mas nunca gostei do "Castelo de Monalisa" e muito menos de sua história.
Eu imagino que talvez a publicação da foto pós vacina seja só um jeito do vacinado dizer que foi vacinado e que por muito pouco, por um triz, por uma fração de segundo ou de milímetro, quase não sobreviveu ao coronavírus; se não for isso, pode ser apenas a esperança de que, num futuro distante, daqui a uns duzentos anos, algum historiador a veja, e venha a escolhê-la para representar a história da pandemia da covid-19 no ano de 2021, mas se não for nem uma coisa nem outra, então, talvez, seja somente um pequeno reflexo mental da pandemia, consciente ou inconscientemente, no plano digital, e nada mais.
Quando o caminho que escolhemos só nos leva a um esgotamento físico, mental, espiritual e financeiro, é imprescindível perguntar a nós mesmos se vale a pena continuarmos seguindo por esse mesmo caminho.
O hater sempre existiu, só que antes o nome disso era bullying, porque só acontecia na vida real, principalmente na escola, praticado pelos "colegas", e até mesmo por professores. Agora o bullying se globalizou, e acontece no mundo inteiro, onde quer que seja, com quem quer que seja; hoje, para ser atingido, basta ser internauta e causar qualquer contrariação, inclusive despeito. E a culpa é dos pais, que não ensinam os seus filhos, desde de pequenos, a respeitarem o próximo.
O concurso público só serve para aumentar a desigualdade social. O concurso púplico é uma forma de desigualdade social, e não é nada democrático. Os serviços públicos são necessidades fundamentais neste país, no entanto os sevidores públicos concursados são dispensáveis. Esse cargo, servidor público concursado, simplesmente não deveria existir em nenhum país democrático.
A minha singela visão de mundo e de política sempre esteve e sempre estará voltada para a questão do bem-estar coletivo e dos princípios básicos da cidadania, doa a quem doer.
Depois da pandemia muita gente esquisita tem jogado os gatos e os cachorros nas ruas. É a mesma coisa de jogar os filhos pequenos pra fora de casa, pois são vulneráveis tanto quanto as crianças; não podem se defender e nem mesmo se virarem dignamente. Mas isso tem troco, não fica por isso mesmo, não, de jeito nenhum, porque há a lei da consequência, que é a lei do retorno, a mesma lei de causa e efeito.
