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O Valor do ser Humano Rubem Alves

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O ser humano é, em essência, o reflexo do conhecimento que acolhe e da coragem que ousa, tornando-se, assim, o arquiteto de sua própria existência e o guardião de seu destino.

A Inteligência Artificial sem você
É apenas um Eco vazio do ser humano!

Umas das boas qualidades do ser humano é a " síndrome de professor ", que consiste em ensinar tudo que sabe. Não acreditar em tudo que ouve. E sempre ao ensinar a alguém, ouvir a experiência de vida alheia e aprender mais e em certos casos reformular o que achava saber.

Nenhum ser humano fica aquém. Quanto de você não há nas palavras de um outro alguém?

Têm pessoas que surgem em nossas vidas para tentar nos fazer desacreditar no ser humano.
Mas não ceda!
Há sim, ainda, seres humanos que merecem nosso respeito, carinho e atenção. E são muitos!

⁠A principal e mais importante moradia de um ser humano deve conter, seu equilíbrio mental, seu ponto de harmonia, sua intimidade com Deus, sua paz de espírito, seu autoconhecimento e autocontrole! Pois melhor é constituir lar, a apenas ter estrutura sobre a cabeça! Feliz dia novo!

⁠"A vida do ser humano é cíclica. Precisamos ver e enxergar( a luz da consciência) para romper os ciclos."

✍🏻O encontro mais difícil para o ser humano é consigo mesmo. Entrar nas "Minas do Rei Salomão" e perceber a claridade da riqueza e a escuridão no interior da mina.
🫣♾️☸️🕎🔯☯️💖

A jornada solitária é a caminhada individual que cada ser humano deve trilhar para cumprir sua missão única, independentemente das massas que giram a máquina da civilização, resultando em um aumento da lucidez e do discernimento pessoal.

Nenhum ser humano é superior ao outro, pois todos seguimos o mesmo caminho da experiência, com as mesmas dúvidas e os mesmos desejos de entendimento.

“A ciência suave de amar”


Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.


No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.


Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.


Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.


Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.


Então, pelas experiências humanas, amar é isso:


Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.


Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.

Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.

⁠Uma atitude que poderia ajudar o mundo a ser um pouco melhor: O ser humano SER um pouco mais HUMANO

O maior erro do ser humano foi dialogar com a serpente, com serpente não tem diálogo, devemos pisar na cabeça dela ou jogar na fogueira.


(Jefferson Santos)

⁠o ser humano passa por muitas injustiças. Entre elas está a solidão.

Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.

⁠Jesus Cristo

Jesus Cristo é o criador de todas as coisas e de todo ser não humano, criado antes do mundo. Segundo a bíblia diz, ele criou a terra, os mundos, o próprio universo. Criou os próprios anjos ainda antes de Adão. Jó. 38:1-7; Ele o criador e não criatura. Jesus ou o Verbo de Deus, Jamais foi criado, mas ele é a origem de tudo. Se antes de Adão existiam as potestades ou os "Filhos de Deus"! Jó. 1:6; 2:1! Estes foram criados por Jesus. Nem "Lúcifer" era irmão de Jesus Cristo, como os Mormons afirmam. Jesus Cristo foi criador de todo o anjo criado até de " Lúcifer'"! Hebreus 1:1-14. Portanto ele no "Princípio, com o Pai e o Espírito Santo, criou os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; havia trevas sobre, a face do Abismo, e o Espírito de Deus pairava sobre a face das Águas"!

Em Jó. 38; podemos concluir que todos os poderes e Domínios ou potestades foram criadas antes de Adão; Em Isaías e Ezequiel, sabemos que muito antes de Adão, se deu a revolta de Satanás, aparecendo assim o diabo, que depois se vingou dos seres humanos. Génesis. 3: 1-15!

Em relação às várias doutrinas de os "Filhos de Deus"; e outras doutrinas de Jesus Cristo e Lúcifer e outras doutrinas várias, nunca poderemos chegar a dizer o que a bíblia não diz; não podemos afirmar, também coisas que Deus, não quis que nós soubéssemos. Agora uma certeza temos que a Biblia diz "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele no princípio estava com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez"!

Ninguém deve "saber, mais do que convém saber..." Romanos. 12:3-8.

Não queiramos saber mais do que o próprio Deus permite que saibamos, nem por Kabala, nem por misticismos. Nem por meio de "Escrituras Apócrifas"! Nem por meio de escritos, sem base na verdade! Por isso é que têm surgido muitas heresias. A Biblia é a única fonte de verdade. Se alguém edificar, não deve pôr outro fundamento a não ser " Jesus Cristo". Nem mais que a Bíblia, nem menos do que ela, para orientar a nossa fé!

O ser humano passa a vida desejando que os outros mudem, que a realidade mude. Até que um dia ele muda. Só então percebe que não há nada que precisa ser mudado

Vibrar com o sucesso do outro é uma das características mais bonitas do ser humano. Essaqualidade conecta com o fluxo, e nos move ao sucesso também.

⁠Na cabeça do ser humano, mora bonecos fantasiados, inofensivos, mas, também mora monstros armados, capazes de destruir tudo à sua volta.