O Tempo Passa e a Gente nem Percebe

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​No coração, vejo a ostentação de estruturas envelhecidas pelo tempo.
​Percorro pensamentos pelas linhas das veias e canais que as ligam ao corpo, e deflagro o mistério: como cabe tanto sentimento em tão pouco espaço? Afinal, uma bomba ventricular nada mais é do que a sede de emoções traduzidas em impulsos elétricos pelo ser que habita atrás dos olhos.
​Tudo ouço por trás desses olhos — abertos ou fechados. Somos apenas um ego ecoando informações num emaranhado quântico de ligações sinápticas. Guardamos significados na escuridão, e essa busca tem vida... até pousarmos na eternidade.
​Vejo o mesmo nas fotos das estrelas que picam o céu reluzente: uma dança cósmica que transcende o tempo. Uma eternidade para nós, mas um suspiro para os astros que alimentam nossos sonhos em meio à alienação intelectual. O tempo é lento, ou talvez nunca tenha existido — as linhas que nos ligam são apenas ilustrações no pano de fundo da Matrix onde vivemos.
​A mente tem suas leis e limitações. A simulação corre no escuro da nossa consciência para mantermos a dormência do tempo. Lá fora, a existência é clara. A gravidade é implacável. Em outros planetas, ela é tão esmagadora que a própria vida se torna impossível, dobrando a luz ao seu desmande. A visão, em sua limitação, diz que a luz se curva ou é sugada pelo buraco negro — afinal, a visão enxerga apenas o que a mente quer ver.
​Dentro da funcionalidade cerebral, as imagens são configuradas para traduzir o tempo e a luz. No fato lógico, são matérias em movimento para que haja forma, seja de maneira apocalíptica, passiva ou massiva. Olhamos através das linhas da estrutura, mas o que importa isso? O tempo passado mostra que o seu tempo acabou. Diante do relógio, ouvimos tik, tik, tik... o tok nunca existiu, foi apenas embutido para nos dar conforto diante do inevitável.
​O alinhamento mental se propõe a adivinhar o amanhã enquanto a evolução existencial reluta contra a gravidade e o tempo. Olhamos para dimensões que balançam em mundos paralelos perfeitos, infinitamente sobrepostos. Um universo programado para ser infinito, onde o Coelho toma seu chá e a velha senhora nos lembra: o espaço é uma piada para a sua mente viva, até que você volte a ser poeira cósmica e suas experiências sejam trancadas no esquecimento.
​Tik-tok.
​Imagens de vídeos rápidos passam na tela para conter a solidão, tornando o insustentável aceitável. Na linha de raciocínio, estamos todos na estação, à espera do trem. Olhos fixos no celular, aguardando a composição ficar pronta para receber mais gente no vazio do espaço. O trem chega. A multidão entra e se comprime como matéria num buraco negro — uma força massiva puxando tudo para dentro de si.
​O TikTok rola. A estrela vermelha cresce, apaga-se e se torna uma anã branca. O tik-tok continua lá, nos fragmentos emitidos pelos fótons de luz da assimilação.
​A estrutura ganha páginas em dimensões mais densas. Uma cadeira, um olhar fixo na tela. Seu tempo acabou: insira mais créditos, Game Over.
​Esta realidade dentro da realidade é um espelho diante de outro espelho, refletindo infinitos pontos até que tudo virar um borrão — ou até que se atravesse para o outro lado, numa dimensão paralela.
​Tudo o que temos é irrelevante. Na riqueza ou na pobreza, a dor é a mesma, a solidão é a mesma, o olhar perdido é o mesmo. Nada importa, pois a simulação continua rodando sem parar. A mente é apenas a equivalência da nossa própria irrelevância.
​Ainda assim, a resiliência da vida em continuar — mesmo crescendo sobre o asfalto quente — é a maior prova da realidade ambígua que toca nossas mentes enquanto encaramos o vazio do espaço.
​— Celso Roberto Nadilo

​O desdobrar do tempo na existência é, em si, o próprio tempo num desdobramento contínuo de acontecimentos — uma evolução que dobra e redobra as linhas do destino.
​Mas o que é o destino? É o fluxo predeterminado da finitude de um ser, direcionado a um contexto maior e contemplativo no limiar do tempo e do espaço. Tento compreender a gravidade: ela só existe por causa de cada corpo que habita o fluxo contínuo da consciência.
​Tudo passa a existir de fato apenas depois de ser conhecido; anterior a isso, a ignorância dos fatos nos estabelece em outras relações, distantes da própria realidade.

conceito da evolução existencial é determinado pelas leis do tempo, estando nós em um estado primitivo e ativo — no ciclo contínuo do dia e da noite, do envelhecer e da prerrogativa de perecer diante do inevitável. Diante do diálogo da existência cognitiva, olhamos para a vida sob a premissa de um "tempo não-tempo": a urgência de que nos resta apenas o pouco.
​O tempo é relativo, proporcional ao propósito e à probabilidade do momento exato — um instante sem volta, fundado na prerrogativa do paradoxo existente e na relatividade constante do passado, lá no distante fluxo temporal da existência.
​É claro que esse fluxo é como um rio grande que corre. Ainda não compreendemos a volta desse rio nem os desvios que compõem o seu ciclo — tal como o ciclo da água, em um movimento que transcende e perpetua a perspectiva. Na numerologia da existência, o ato de olhar para o passado funciona como um bug psicológico criado para alienar as fronteiras da humanidade. Celebrarmos mais um dia significa que talvez cheguemos a uma compreensão inata, mas nos questiona: o que somos nós diante dos grandes momentos e da imensidão do universo?

Restaurar, nos limites lineares da galáxia, as estruturas envelhecidas pelo tempo é o ato supremo de arqueologia cósmica: a demonstração irrefutável de que nunca estivemos sós, mas inseridos em uma longa tapeçaria de consciências que precederam a nossa.


Por Celso Roberto Nadilo

Noções de tempo e lapsos no espaço contínuo da realidade: o tempo segue seu fluxo ininterrupto, mas, no instante em que abrimos o olhar, parecemos sair de sua equação. Afinal, o tempo passa ou não passa? A noção psicológica de tempo está fora do cálculo mecânico — aquele gerado pelo ciclo de 24 horas e fracionado em horas e segundos.
​Ao viajarmos pelo espaço, sofremos as variações da dilatação temporal a cada parsec. O ser humano, contudo, não foi feito para a imensidão espacial. Ele precisará ser aprimorado: evoluindo através do transhumanismo ou da fusão entre a inteligência artificial e o biológico, transcendendo o conceito tradicional de humanidade desde a sua estrutura molecular primordial.
​Outra vertente dessa evolução pode emergir da própria consciência, trazendo um novo fôlego à humanidade. A geometria do universo revela uma construção magnífica e minimamente previsível, onde a geração de grávitons em sistemas massivos atua como uma holografia assimulada — uma simulação de realidade embutida em nossas mentes, na qual tudo o que vemos e conhecemos é a parte contida no todo, e o todo refletido na parte.
​O equilíbrio dessa equação reside num paradoxo existente, porém frequentemente ignorado pela nossa limitação de conhecimento. O universo é um ponto retroativo na imensidão: assim como uma única gota d’água carrega em si a essência dos oceanos, presenciamos o milagre de um ser ganhando consciência. A virtude única da nossa percepção sensorial é ser a própria perspectiva do cosmos no instante exato em que tomamos noção da nossa existência.

Sei que não era para mim.
Talvez nunca seja.
Mas vibrava uma energia no espaço-tempo
que me provocava a existir
e a desejar o pertencer.

Tempo e sua constante necessidade de viver.
Lágrimas secas num mundo inerte atônito todavia seus caminhos são pesares.
Nunca mais voltará das profundezas.
Mesmo assim contemplamos olhos no vazio extenso.
Amargo momento irônico.

No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.

Amor bela flor...
Flor de petulância e espinhos que encantam.
No tempo encontrava refúgio no jardim.
Tuas melodias era levadas pelo abuso dos ventos.
Na chuva que vinha chuvisco clamando terra seca...
Folha amarelada preenche o cheiro com a marra do desejo...
Foram queimados pelo sol e sua ardência demonstra que ate beleza tem um final...
Marreta flor se espalha pela floresta.
Minha alma rebelde floresce ate num pântano pois a vida é o amor tão simples... torna-se evidência do destino.
Somos copilidos com polem, a semente trans nascimento de outra vida.

Tese do relativismo na Internet e suas experiências nas star tapes. Terceira parte.


Tempo de uso excessivo do celular traz falta de sono ou troca do dia pela noite.
O trabalho em casa e nas impressas o stress do deslocamento até trabalho fazem do celular o escape de euforia.
Os perfis das redes sociais sao muitas vezes cenários de crimes virtuais desde crimes pacionais, crimes assédios sexuais entre outros artigos da lei,
Os golpes pelo aplicativos são corriqueiros e sofisticado dando alienação intelectual e moral um vasto reino...
O cubismo político também é um problema social em que alienação conta com deepfakes e resenha fakes news...
A religião nas lives online dão partido novas crônicas do conto do vigário,
E enriquecimento ilícito e predatório.

"O tempo é um templo de imagens fragmentadas para formar pareidolia digital"

O tempo é escoamento do real momento da vida


Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...

O tempo é a extensão que somos..
Dentro deste contexto tempo e real e constante.
No linear da consciência a liberdade de pensar se torna nobre nos dá o recanto.


Entre dilúvio das almas perdidas na ilusão da alienação religiosa e social.
Um labirinto moral se abre...
Questionar as grades da prisão intelectual sera te livra das garras do silêncio da sua consciência?
O vazio da existência social é opcional...?
Distância no despertar o silêncio cruel e libertador...
Se conhecer a ti mesmo dentro de um mundo de conceitos te dá opinião própria, Suas escolhas são suas...
Ate onde a ostentação vai te levar ?
O consumismo é seu ou é opção deles que escolhe o que consuma e seja consumado?

Dia apos dia a mente floresce num arco vespertino.
Somos apenas pulmas num resplendor de um tempo em movimento crescente.
Criamos e fomos criados pelo momento da criação e mesmo ainda somos um sopro da imensidão.
Por Celso Roberto ⁠Nadilo
Fruto de um pensamento

Nos caminhos dos sonhos somos relíquias perdidas no tempo...
Somos bem aventurados ate que nos tornamos poeira,
Somos esquecidos pois o tempo passou e ao mesmo tempo parece que nunca existimos...
Apenas um nome e uma data de nascimento e morte.
?além quem foi... Embora ninguém o conheça?
O moribundo ninguém sabe quem era nada mais do que poeira deixada num canto escuro....
Seria possível seus fantasmas serem seus atos insanos.
Loucura que habita cada um de nós são fantasmas da manipulação.
Todo gênero é classificado e rotulado nas sombras da fogueira.
Tudo que dito esta no seu apogeu.
Em teu epílogo teu ego é o domínio das garras da dominação e alienação.
Vulgar o seja mente cega e obediente torna se escrava do sistema escravagista do clero burguês

Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.

A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.

Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.

_Arco do forte_
Um título perdido no tempo pois ignora quebrou o arco.
Novos capítulos do estado inerte atônito todavia unidos

Seria simplório a balelas decorrentes a desconstrução do mundo é pujante.
Sendo digno ate da loucura...
Continua no poder

A curvatura do espaço e do tempo, no limiar do linear, transcende a própria dimensão: um vislumbre onde o começo e o fim se fundem num mesmo tom. Atravessar esse espaço gestado no sofrimento — o colapso de estrelas dilaceradas — é como flutuar pela imaginação, vendo a luz que separa átomos enquanto dá origem a buracos negros e brancos. Surge, então, a sensação de que o Olho de Deus é o portal definitivo para outra dimensão.