O Tempo Passa e a Gente nem Percebe
O tempo não nos falta; nós é que o desperdiçamos com aquilo que julgávamos eterno. Dedicamos horas ao que pouco importava e negamos minutos a quem talvez só precisasse de um gesto. Um dia, o silêncio nos ensina a diferença — mas, nessa altura, o tempo já não aceita devoluções.:::
É uma reflexão muito interessante. A Terra é, ao mesmo tempo, o planeta que habitamos e talvez o único que conseguimos conhecer de verdade, enquanto os outros permanecem, em grande parte, como mundos distantes que imaginamos através das descobertas da ciência.
E existe algo bonito nisso: talvez você nunca pise em outro planeta, mas pode conhecê-los por meio das imagens, estudos e descobertas dos cientistas e da NASA. De certa forma, viajar pelo conhecimento também é uma maneira de viajar pelo universo.
A amizade é o tempo transformado em laço, onde a alma descanda da solidão para se reconhecer na virtude do outro.
Que o tempo ensine a nós, que vivemos em desamparo,
que a vida adulta não é tamanho fardo.
Você pode ser, para si, o abrigo nunca encontrado,
o afago, por vezes, negado.
Orgulhe-se: o tempo de outrora, é passado.
Nas vibrações da teoria das cordas, ressoam tonalidades que ecoam pelo tempo e pelo espaço. As cores absorvidas pela imensidão do microcosmo refletem-se no macrocosmo, revelando a nossa própria essência humana.
Novas crônicas inscrevem-se nas espirais do nosso DNA. Nascemos da luz de nebulosas geradas pelo sopro final de estrelas que morreram há milhares, ou talvez milhões, de anos.
O foco do telescópio faz resplandecer os olhos de quem observa. A imaginação resgata Galileu apontando sua luneta para a escuridão da noite — uma época em que apenas tochas iluminavam a Terra — para contemplar Marte, os anéis de Saturno e os relevos da Lua. O espetáculo de ver um astro errante atravessar o céu.
A imensidão de testemunhar momentos únicos: um eclipse total, a trajetória de meteoros queimando na atmosfera sob um céu limpo, livre de poluição visual e sonora. Naquele tempo, restavam apenas anotações e manuscritos; as teorias nasciam do olhar. Conhecimentos que se tornaram evidências, enquanto tantas outras descobertas se perderam com o incêndio da Biblioteca de Alexandria, um tesouro inestimável da humanidade. Projeções de uma era em que a ciência e a alquimia enfrentavam a intolerância.
Na busca por um sentido mais profundo no universo em que habitamos, enfrentamos a horda massiva de dúvidas que reside em cada um de nós. Criamos protocolos, fórmulas e normas acadêmicas. Mas nem todo conhecimento foi feito para a frieza dos números.
Para que expor em detalhes aquilo que a poesia traduz com mais alma? Para que tornar público o estudo de uma vida a meros observadores? A ciência precisa transbordar sentimento — para que não se torne fria, nem perca a sua capacidade de encantar.
A promessa se cumprirá, mas o tempo pertence a Deus. A espera exige resiliência, a escassez prova o caráter e as adversidades purificam a fé. Esses processos não são punições, mas o crisol divino para que você suporte e celebre a vitória que está por vir.
“Há coisas em mim que o tempo não levou. Apenas deixou mais profundas, mais silenciosas e impossíveis de decifrar.”
O orgulho pode até aplaudir a si mesmo por um tempo, mas a história só guarda com honra a memória dos humildes.
O tempo sempre arranca as máscaras: quem aparenta ser bom, mas destila o mal e despreza os puros, descobre que a falsidade é a porta de entrada para a própria ruína.
O tempo é o mestre da verdade: ele honra a alma humilde e desmascara quem usou a bondade alheia apenas para se promover.
O HOMEM, O TEMPO E O CAMINHO
Deus concedeu ao homem um dia, e dentro desse dia uma medida que não pode ser aumentada por sua riqueza, nem diminuída por sua pobreza: 86.400 segundos.
Cada homem recebe esse tesouro, mas nem todos compreendem o seu valor. Uns o empregam naquilo que edifica; outros o desperdiçam seguindo os passos da multidão, fazendo o que todos fazem e acreditando naquilo que todos acreditam.
Assim, muitos imaginam possuir liberdade, quando, na verdade, apenas obedecem aos costumes dos homens.
Pois não é livre aquele que escolhe somente aquilo que a multidão lhe ensinou a desejar.
O homem deve examinar o caminho que toma e perguntar a si mesmo: quem governa minhas escolhas?
Se é a multidão, será levado pela multidão.
Se são seus próprios desejos, tornar-se-á servo daquilo que deseja.
Mas, se reconhecer que Deus é o verdadeiro guia de sua vida, encontrará um caminho superior, porque aquele que se deixa conduzir pela vontade de Deus não é escravo dos homens nem dos próprios apetites.
Por isso, não basta possuir o tempo; é necessário saber para quem e para quê o empregamos.
Porque o dia passa, os anos desaparecem e a vida do homem é breve.
E chegará o momento em que cada um terá de responder não apenas pelo tempo que recebeu, mas pelas escolhas que fez enquanto o possuía.
Portanto, escolhe com entendimento.
Não sigas a multidão simplesmente porque ela caminha em determinada direção.
Não confundas desejo com verdade.
E não chames liberdade àquilo que apenas te torna servo de tua própria concupiscência.
O homem escolhe o caminho; mas Deus conhece onde esse caminho termina.
Se a vida fosse interminável, talvez o tempo perdesse a sua urgência e, consequentemente, parte do seu significado.
Quantas portas já foram abertas dentro do nosso huniverso antes do tempo, ou dentro do tempo
mas com chave errada.
Vivemos em um tempo, que o bom e o ruim é basicamente a mesma coisa.
tudo se resume a um curto momento,
quando você acha que está feliz ou bem , em uma questão de segundo, tudo muda.
você percebe que a felicidade é apenas passageiro e logo a realidade é apresentada com um requinte de crueldade.
Não sei para que fomos criados,mas de uma coisa eu tenho quase certeza,se alimenta do sofrimento humano.
Ontem foi passado
hoje já é presente
o amanhã futuro
junto com o absoluto tempo.
Mas, a história quem constrói somos nós que estamos passando pelo magnífico espaço tempo... Mas,logo deixaremos de existir e o tempo continuará levando nossa história, então viva a vida.
Por: Edilma Azevedo
Muitos dias de chuva
Tempo Véio bem louco
Sem poder sair do rancho
Pude juntar uns trocos
E com essa melhorada
Vou pegar a estrada
E numa gauderiada
Por aí retossar um pouco
A verdadeira tragédia do nosso tempo não é apenas a maldade dos maus, mas o cansaço dos bons, que de tanto serem feridos, começam a perder a esperança.
Desperta dessa maldade antes que seja tarde demais; o tempo de buscar a Deus, transformar a tua mente e aprender a respeitar as pessoas é agora.
Procura a Deus enquanto é tempo e limpa esse coração cheio de preconceito: ferir quem já carrega uma dor na mente é uma afronta direta ao mandamento de amar o irmão.
O tempo de mudar é agora: larga a arrogância de julgar as mentes e as ideias alheias, curva o teu joelho diante de Deus e pede um coração capaz de amar o teu semelhante sem restrições.
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