O Sol e o Vento
A burrice como passado, a ilusão como futuro ou a sabedoria como o presente? Na verdade não há o que escolher; uma só opção existe, não existiu ou existirá, para ninguem.
E q se dane o mundo
.. e que se dane tudo.
Eu largo tudo tudo, pra poder te ver.
e se eu não te vejo, morro em desejos.
meu dia fica cinza longe de você, ♫ ıııı
Afinal, o que querem as mulheres” (Episódio I)
André: “Desde a antiguidade o feminino sempre foi visto como uma mistura de... Fascínio e... Medo. Decifra-me ou... devoro-te!”
Nefasta eloqüência
As vozes que ouço
iludem o meu inesperado,
e desespero com o desprezo que recebo.
São vozes de louca ciência,
de religião inexata.
Vozes de sentenças.
Sou um servo cego e mudo
mas as ouço como luz e verbo
e choro, com tormenta,
sua lógica esmagadora.
Não fujo.
São minhas as vozes
e me humilham
como os homens de pedra,
como a morte que me nega.
Obra registrada na Biblioteca Nacional sob o protocolo
410953-767-113
O despertar da consciência plena de um grande erro é pior do que a idéia da própria morte e "justifica" outra péssima e recorrente idéia.
Toda a forma de controle passa pela leitura sistemática e repetitiva, de um texto dúbio, imaginário e que submete.
Henrry todos somos iguais, se você tem a capacidade de amar, também terá a capacidade de odiar. Se você tem a capacidade de odiar, também terá a capacidade de matar. A unica diferença entre cada um são seus própios objetivos.
Se existiu algo para possibilitar a nossa existência, então existe algo para possibilitar a nossa continuidade.
Quem valoriza e ama os seus, independente do que podem oferecer na estrada da vida, tem garantido o amor no final dela também.
Onde não existe equilíbrio e a noção e o reconhecimento dos pontos negativos daquilo que se acredita, existe fanatismo claro.
Pense em tudo do jeito que você pode
e nas pessoas como você as acha,
mas diga apenas o que você deve
e às pessoas o que precisam ouvir.
A verdade deixou de ser a prioridade e a maior busca de quem quer a todo o custo apenas defender aquilo que acredita.
O tempo pode nos consumir por fora, naquilo que não deve nos interessar, mas jamais destruirá a nossa essência, nosso presente divino, que permanece intacto para toda a eternidade e em evolução.
