O Sol e o Vento
Deus, nome sublime, sublime igual não há.
Mais forte que o sol, maior do que o universo, igual a ti não há.
"Teu sorriso radia meu olhar, como o sol radia a terra. Quando te beijo e te abraço é como se o tempo não passasse. Minha alma canta ao olhar-te tão bela andando pela rua serena da cidade. Sua voz acalma meu coração e me traz uma imensa felicidade. Meu peito acelera ao sentir tua pele na minha pele, tua mão na minha mão e teu coração pulsando junto ao meu. Seus olhos encarando os meus , nossas almas se encontram em outras dimensões. A galáxia não consegue distinguir as estrelas do céu com o brilho do teu olhar; e teus cachos são tão bonitos, que parecem com as ondas do mar! Essas ondas de amor fazem meu barco velejar; eu sigo em frente sentindo teu cheiro atravessar todo esse imenso lugar. Os traços do teu corpo, são como serras que percorrem as planícies da minha epiderme. Teu abraço congela meu mundo; e desperta toda a penitenciaria do meu miocárdio. Tudo que vem de você é como se fosse novo , um universo a ser encontrado , e tudo fica alinhado quando você está do meu lado. Você consegue abrir as nuvens negras do meu temporal abatido; consegue ser meu céu, meu sol, minha paz e o meu abrigo!
E eu imagino nas noites mais frias , se sem você na minha vida, o que teria acontecido?
Você é o espelho que reflete a felicidade do meu ser; que mudou minha vida e que trouxe novamente minha vontade de viver. Tua companhia é meu refugio e alimento da minha alma; anula meus pesadelos, minhas fragilidades e os meus traumas!
Tu acalma o covil do meu peito e monta meu quebra cabeça. Ninguém se dispôs a ficar; espero que você permaneça!"
Nove da manhã, os raios do sol entram pela janela e iluminam os pequeninos olhos claros com raios dourados. Elas os herdara dele, assim como os cabelos cor de mel, da mãe herdara os cachos e as bochechas saltadas.
Onze da manhã e ela corre, ao menos tenta, mas curtas pernas ainda cambaleiam levando-a em direção ao pai e arrancando risadas da mãe.
Duas da tarde e a tolha está esticada sobre o gramado, deitados sobre ela, ambos brincam com a pequena. Sorrisos, risos e olhares repletos de felicidade. E há quem diga que o paraíso não é aqui.
É fim de tarde e a maçaneta da porta de entrada gira, a casa vazia encontra-se na penumbra e ela entra sozinha.
Já é noite, a escuridão tomou conta e as luzes não foram acesas, não há risos nem conversas intermináveis, nem beijos e abraços. Tudo ficou em um futuro que não virá e ela está sozinha e ficará assim.
De pedra à flor
Em um jardim arrasado pelo tempo
Em uma pedra envelhecida pela dor e pela solidão
Uma pequena flor tentou brotar
Mas a dor,de tão grande que era
tentava a todo custo a flor matar
Então,após séculos de luta
a pedra resolveu parar
Parou e olhou em sua volta
E uma pequena luz ela viu brilhar
E neste dia soube
Que em flor iria se transformar
Marilda dos Santos
O sol bate na solteira de minha porta,
iluminam-se os meus passos...
Caminho na relva, tropeço nos sonhos...
Vago sem rumo e o que encontro é teu olhar a me fitar, sorrateiramente...
De pés descalços,
solto nas nuvens...
Me perco ao te procurar,
te rubricando com meu desejo,
meu alento.
Perdido no imaginário,
transeunte da solidão...
Poema desnudo em versos,
verbo que me simplifica e te descobre...
O querer que aflora e te desmistifica, apenas!!!
20.09.2013
JRicardo de Matos Pereira
Este silêncio
Ah, este silêncio!
Aflora minha solidão.
Mas, confesso
Que há um gosto de sol da tarde:
Perto do amanhecer noturno
Que me agrada a alma
Que me ilumina à luz ao ser renascente
Do que leve se torna opaca
Ao que foi instaneamente
Meu.
E de instante e distante,
Neste exato momento, nada me importa;
Talvez a saudade me consola num violão
Em tons de lágrimas de notas ausentes.
27092013
Eduardo Pinter
Eu vejo o Sol
Eu vejo o Mar
Da um arrepio
Só de Pensar
Nos dois na beira do mar
Vendo o Sol se Por
E a noite chegar
E eu olhando VOCÊ VOLTA
Malícia
...E ele dizia...
_ Teu beijo tem sabor de maçã.
_ Tua pele aquece como sol da manhã.
_ Rolando na cama tens perfume de flor.
_ Acariciada, exalas bálsamo de amor.
Confiei!...
Tinha-me o corpo ainda em broto...
Cravo cravado, me fazendo gemer...
No auge do amor a estremecer.
P’ra mim...
Versos de Zeus.
Quanto engano!
Quando se fora,
Amor cigano.
Nem adeus...
Cleir
Eu sei sorrir...
Sorrir a cada amanhecer...
Sorrir com o sol que aquece a terra...
Sorrir com as lágrimas das nuvens que banha as plantas...
Sorrir diante do alimento que nutre...
Sorrir com o entardecer...
Sorrir às batidas das ondas do mar como um hino de sereias...
Sorrir com a noite que desce...
Sorrir com a lua que por si trás as utopias enamoradas...
Sorrir com a coreografia das estrelas no tapete escuro...
Sorrir com tálamo que me aconchega...
E num sorriso brando e sublime...
Inclinando os joelhos, agradecer ao Arquiteto da Natureza...
E é nesse sorriso que me entrego ao letargo, nos belos devaneios.
Cleir
Na remansosa paz da rústica fazenda,
à luz quente do sol e à fria luz do luar,
vive, como a expiar uma culpa tremenda,
o engenho de madeira a gemer e a chorar.
Ringe e range, rouquenha, a rígida moenda;
e, ringindo e rangendo, a cana a triturar,
parece que tem alma, adivinha e desvenda
a ruína, a dor, o mal que vai, talvez, causar...
Movida pelos bois tardos e sonolentos,
geme, como a exprimir em doridos lamentos,
que as desgraças por vir sabe-as todas de cor.
Ai! dos teus tristes ais! Ai! moenda arrependida!
- Álcool! para esquecer os tormentos da vida
e cavar, sabe Deus, um tormento maior!
São tantas as coisas bonitas
Que a pura amizade nos traz
Parece o sol de uma ilha
Cujos raios são gotas de paz
Eu quero viver a amizade
Me envolver nessa doce magia
Neste brilho do sol sobre o mar
Vou navegar
Coro:
A amizade parece
Um barco que cruz o mar
Navegando tranquilo
Me ensina a viver e amar
Por rios e mares risonhos
Eu pude sentir o calor
Que veio da ilha de sonhos
E inundou o meu barco de amor
Eu quero viver a alegria
Me envolver nos encantos do dia
Pra que eu posso viver e sonhar
Vou navegar
Eu amo essa poesia ou musik sei lá.(jade)
Dentro de mim habita o brilho do sol, que adquiri quando te aprisionei em minha alma e passei a te amar intenso. Você é meu sonho; aquele que o destino anexou a mim. (*)
Vamos pegar um barco, atravessar o mar para um lugar onde sempre faz sol e você pode tomar sorvete todos os dias.
O arco que o indio arma, não é arma, é sobrevivência natural. O lugar que o indio vive não é moradia, é natureza. Ser indio, não é ser uma classe digna de piedade e de lamentos, é ser original, ser raiz, ser história e ser principalmente raça pura, com conceitos e modos que devem ser respeitados por quem veio depois!
Games of love... que rolem os dados da sedução... hoje em um lugar mais que especial, chamado campo dos desejos, vai ter mais uma rodada desse jogo onde ninguem perde, todos ganham!
Morenas são sublimes, pois trazem um pouco da negritude celeste, misturada com o alvor das manhãs... Tem um tom sabor de mel!
Recomeçar é pintar de outra cor, o quadro que o destino rascunhou, como obra de arte de nossa vida
Almany Falcão - Poeta do sol
O infinito do amor me seduz, pois ele é a eterna luz que eu preciso pra ser feliz, mesmo sendo eu tão efêmero!
VIVER A PLENITUDE NÃO SIGNIFICA SER SUPERIOR E SIM ENTENDER QUE A SUBLIMITUDE SÓ ACONTECE QUANDO A SUPERIORIDADE DEIXA DE SER...
Almany Sol - 09/07/2012
