O Sol e o Vento
Mas eu preciso caminhar
Me colocando em seu lugar,
Pois isso é que faz brilhar
O sol que as nossas vidas está a clarear.
Dia de Verão
O sol não brilha mas,pelo menos nao igual
a quando voce está comigo !
as estrelas ultimamente estão farceiras e não querem mas me acolher
e iluminar-me com sua luz ...
a manhã sem vooce acaba comigo de maneira que fico sem destino..quando me perco,estou pensando em voce e quando me acho estou tão só que só a lua para me dizer onde esta voce !
Quando meu mundo estava vazio e me sentia A INVISIVEL voce resolveu aparecer e os meus dias nao eram mais como um dia frio e monótomo de inverno ... o meu dia mais parecia um dia de verão em férias !
Passados alguns anos,
eu apresentei-me ao sol,
ele queimou em minha face a ponto de poder se ouvir os estalos há uma grande distância...
Meu coração bruscamente palpitou
pude sentir o sangue correndo em minhas veias,
o vermelho mais lindo que já imaginei
sim, pois, as cores elas são como despedidas,
tem substâncias diferentes em cada organismo...
precipitadamente curvei-me
e o vento sussurrou ao meu ouvido,
curtas palavras,
uma canção talvez...
uma emoção dançou no meu olhar e pude adormecer ali mesmo
sendo carregada pela terra,
e virei flor...
O Sofredor
O Sol que não brilha.
Nem tão pouco, a lua se oferece aos amantes.
Tristes lamentos e sofridos gemidos são ouvidos na noite.
Enquanto a beleza se faz pálida,
Uma alma gelida busca conforto,
Em um canto escuro de um gelido sepulcro.
O corpo expia a pena,
Condenado por uma paixão não correspondida,
Perambula mulambudo pelo mundo sem destino,
Talvez um dia enconte amparo,
Nos braços de um grande amor.
Apreciar o cair da tarde, ver o sol se pôr no horizonte, nos leva a refletir que mesmo quando o dia está agonizando já em sua fase terminal, ele se esforça para aperfeiçoar a beleza da chegada da noite...
Tal e qual
Clareou...
O sol é o mesmo;
Tudo parece igual.
Mesmo tom...
Mesma claridade.
Uma música toca...
O som parece o mesmo;
Está tudo como antes.
Nada diferente.
No ar...
No som...
Na maneira de amar.
Metamorfose
Raiou o dia...
Sol a pino
No ar cantava um bem-ti-vi
Havia um arco-íris
Bem no fim da estrada
Flores do campo em matizes
Enfeitavam a manhã.
A alma acendeu
Como um vulcão
Faiscando em cores.
E ainda nem era primavera.
Acordei...
Um anjo te fez pra mim, fez o sol a te brilhar
Fez o manto das estrelas, pra nele você se guiar e o meu corpo fez assim pra nele você navegar!
Realidade do amor
"Juntos no alto do monte olhando o por do sol no horizonte. Precisa ainda de filmes românticos?"
Porque você é o meu sol, a fé com a qual eu vivo, a potência da minha voz, os pés com os quais eu caminho, é você, amor, minha vontade de sorrir, adeus que não saberei dizer, porque nunca poderei viver sem você.
Minha Timidez!
Hoje vi o sol raiar!,E isso me fez recordar
De como é lindo o teu Sorriso e o teu Olhar,
Isso deixou meu Coração apertado,
Pois o AMOR que eu sentia por você foi desprezado!
E o Amor que você fez brotar em mim
Cresceu mas não vingou, enfim
Pois você não cuidou dele como deveria ser
Então esse AMOR veio a Morrer
A minha timidez e o medo de te perder
Me fez perceber!
Que era cedo demais
Pra desistir por isso fui atras!
Escrevendo foi o meio que eu encontrei
Pra diblar a minha timidez,
E assim poder te dizer
O quanto eu AMO você!!!
Um Lugar ao Sol
Vem o crepúsculo do dia, final para si mesmo
e único aos viventes.
Lembranças tornam-se passados, tantas esquecidas
no correr do dia.
E procuro um lugar ao Sol,
onde possa me aquecer o coração das vagas lembranças;
porque se foi o tempo e amigos partiram.
Partiram também meus sonhos juvenis.
E cá estou n’um lugar ao Sol,
Aguardando que o crepúsculo leve de mim
O dia que nasceu e logo finda;
não há mais Sol, nem lembranças
nem lugar para mim.
Foi-se o dia guardado
eternamente no tempo.
COBIÇO O SOL NESSA MINHA CARA DE CHUVA
Ponto de partida.
Eu e os meus contrapontos, nas suas complexas conexões.
Entre o branco e o preto, ilógica e incoerente minha alma navega em estado apocalíptico nos debates íntimos do paraíso perdido.
Sentimentos escondem-se em narrativas cifradas por suas rochas subterrâneas.
Uma forma crua de acesso aos sons desafinados dos desejos e anseios estanques revelados no universo onírico de minha alma alarmada diante de mim mesma.
Na ordem desordenada do abalo sísmico do abismo que me guarda e me amedronta, me debruço e invoco a calma.
Quero uma calma mediática, harmônica e voraz.
Quero pensamentos mágicos roubando-me desse isolamento que me prende, com uma âncora, às esquinas de meus medos e às zonas de turbulências.
Minha urgência reflete-se no visível, no grito da alma, nos sentimentos bailarinos de minhas veias, no cansaço da tristeza, nos sonhos caídos por terra, nas distâncias insanas, nas sintonias dessintonizadas.
Coração está asilado. Sufocado. Sentimentos no avesso.
Cobiço o sol nessa minha cara de chuva, porque a vida não peguei emprestada.
O ar da manhã,
respiro.
No calor do sol,
transpiro.
Sobre relva molhada,
me viro.
O vento me sopra,
espirro
Na preguiça da tarde,
suspiro.
Na poesia da noite,
me inspiro.
Sob a luz das estrelas,
cintilo!
Não haja tão estranho
Duro como uma pedra
Se te mostrei pedaços da pele
Que a luz do sol ainda não toca
E tantos sinais que nem eu mesma conhecia
Te mostrei a minha força bruta
Meu calcanhar de Aquiles, minha poesia
-Antes De Las Seis-
A solidão...
O Sol não nascerá pela manhã,
a plena escuridão da noite
predominará em seu olhos.
Nem o canto dos pássaros
nem o uivar dos lobos
poderemos ouvir...
Só o imenso silêncio da solidão.
