O Sol e o Vento
Poetizando...
A chuva chora,
O vento assobia
À noite e à hora
Que um luar sorria
Ao poeta que namora
Uma fingida poesia.
Porém,
Se o negro acontece
E a claridade não vem,
A tinta implode, esmorece
E o poeta também!
Ou então,
Ele não acompanha
O que o pensar debita,
E o poeta estranha
Tão generosa escrita!
Ó poeta,
Bebe, fuma e come
Desamores e dilemas,
Cafeína, cigarros e poemas,
Senão morres à fome!
O fado mais bem feito
Cai a noite, nasce a lua,
Finda o dia e nascemos nós!
Sopra o vento que apazigua
A minha alma e a tua
Enquanto estamos a sós!
Sob o luar mais perfeito,
Cantamos a uma só voz
O fado mais bem feito
Deste amor insuspeito,
Não querendo ficar sós!
Vai-se a lua, o galo canta,
Nasce o dia e ficamos sós!
Solidão que se agiganta
Até vir a lua santa
E de novo sermos ‘nós’!
Quando uma história termina, o livro se fecha para que o vento da raiva não apague a memória de vidas passadas.
A mãe natureza tem mesmo os seus encantos; ora sopra um vento que devasta, ora sopra brisa que acaricia. Sempre algo a ensinar:natureza mãe, natureza mulher, natureza magia.
Vai passar, o tempo e o vento vão levar embora este inimigo invisível, e o que ficará é a certeza de todos que estão passando por este caos, é que a solidariedade e a união nos fazem fortes diante de qualquer adversidade, e que a felicidade está nos detalhes da vida, é só ouvir e sentir o vento, o mar, o barulho das cachoeiras, os cantos dos pássaros, os sorrisos das crianças, a gratidão a amizade e o amor por nossas famílias e amigos, que nos leva a ter esperança, fé, saúde e paz.
O importante na vida é buscar a felicidade em coisas simples que fazem a gente sorrir todos os dias...
O que realmente importa na vida é ser feliz.
Mil palavras em mil alfabetos não definiriam a vida, os elementos da natureza vento, água, fogo e ar não definiriam a vida, portanto a vida será tudo aquilo que estará acontecendo enquanto pensares em outra coisa!
Em minha cama solitária estou só e sem a sua companhia, só o barulho do vento batendo em minha janela. E em meus pensamentos a imagem do nosso primeiro beijo, presa entre quatro paredes a sua ausência me faz chorar. Lembranças quentes ficaram em baixo do lençol em nossa primeira noite de amor guardada em minha memoria, tempos que não voltam mais, estou assustada e com medo. Estou distante de você apenas ouço a sua voz. Preciso sentir as suas mãos me tocar, a minha alma grita pelo seu beijo, volta meu amor antes que a solidão me mate!
Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”
Quando a tarde estiveres só e o vento roçares suas faces, não fique triste, não se assuste, são minhas saudades que estão te beijando...
(Zildo De Oliveira Barros)
Em Ituiutaba, sob a influência de um vento vigoroso nesta noite, as luzes oscilavam de maneira intrigante, criando uma atmosfera digna de um filme de terror.
“O vento sussurra segredos para as folhas, enquanto a lua brilha no céu, iluminando o caminho para o desconhecido.”
As folhas de Outono me lembram seus olhos
A brisa do vento me lembra tua voz
Nomearia o céu estrelado luar com o seu nome
Quando fecho os olhos é o teu abraço que eu procuro
Decoro cada traço do seu rosto pra te encontrar nos meus sonhos
Eu dançaria com o seu fantasma na chuva
Beijaria as gotas pensando na sua
boca.
Deixei a janela aberta.
O vento entrou.
Fez a maior bagunça.
Saiu como se nada tivesse acontecido.
De quem é a culpa?
Minha, do vento, da janela ou da bagunça?
A vida é assim.
Não se trata do outro ou das consequências.
É sempre eu, auto responsabilidade.
Coisas Que Partem do Coração
Há palavras que nunca se dizem,
Segredos que o vento levou.
Há silêncios que gritam no peito,
Memórias que o tempo apagou.
Um olhar que se perde na brisa,
Um suspiro que não tem razão.
São pedaços da alma escondida,
Coisas que partem do coração.
São vozes suaves, são sombras e luz,
São dores antigas que ainda reluz.
São marcas na pele, são gestos no ar,
Coisas que partem, sem nunca voltar.
[Verso 2]
Há promessas deixadas ao vento,
Sonhos que ficam pela metade.
Há amores que duram um instante,
Mas queimam por toda a eternidade.
Cada lágrima é um rio que canta,
Cada riso, um eterno refrão.
E no fim, tudo o que nos encanta
São coisas que partem do coração.
São vozes suaves, são sombras e luz,
São dores antigas que ainda reluz.
São marcas na pele, são gestos no ar,
Coisas que partem, sem nunca voltar.
Dissonâncias do Destino
O vento sussurra promessas ao mar,
Mas as ondas apagam o que ele quer dar.
Os passos que guiam, sem direção,
Se perdem nas sombras da contradição.
O tempo desenha caminhos no chão,
E apaga as trilhas sem explicação.
Os olhos procuram sinais no infinito,
Mas encontram silêncios, destinos aflitos.
Dissonâncias do destino, ecos a quebrar,
Notas dispersas que insistem em ficar.
Entre o que foi e o que deveria ser,
O caos nos ensina a sobreviver.
A sorte se veste de erro e mudança,
No espelho, refletem promessas distantes.
A vida é um canto de tons dissonantes,
Que grita verdades por entre os instantes.
Cada porta que fecha, um novo segredo,
Cada sonho desfeito, um mundo em medo.
Mas na dor que ecoa em notas partidas,
Nasce a harmonia nas cordas da vida.
Dissonâncias do destino, ecos a quebrar,
Notas dispersas que insistem em ficar.
Entre o que foi e o que deveria ser,
O caos nos ensina a sobreviver.
E se as sombras guiam a luz para além?
E se os desencontros nos fazem alguém?
Talvez o destino, em sua imperfeição,
Só cante verdades que vêm do coração.
Dissonâncias do destino, sombras a dançar,
No fio do tempo, tentamos vibrar.
Se tudo é um canto que vem e se vai,
Que seja um hino que ecoa por mais.
Fim de um Ciclo
As sombras alongam-se sobre o tempo,
O vento sussurra o que já foi esquecido.
As muralhas ruem sem resistência,
Pois tudo que nasce já foi prometido.
As águas apagam pegadas na areia,
O fogo consome o que era raiz.
O que um dia ergueu-se em glória,
Agora descansa onde nada mais diz.
O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Da cinza renasce o grito dos ventos,
Um novo destino começa a crescer.
Os reis de ontem são pó sobre o trono,
As vozes antigas se perdem no ar.
Mas dentro do caos há nova semente,
Pronta a romper e recomeçar.
A noite devora o dia sem medo,
Mas a aurora renasce no céu.
Toda ruína é um templo em segredo,
Esperando o toque de um novo anel.
O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Mas tudo que cai, renasce em segredo,
E a roda do tempo não vai se deter.
