O Silencio de uma Tela em Branco
Um dia de chuva (17-09-09)
Tem horas que olho pro papel em branco e me estiga tanto a escrever, expressar ideias, tirar da cabeça, transferir pro papel, e quanto mais vontade dá, mais as palavras fogem da cabeça e o que resta são turbilhão de palavras soltas e sem nexo. Meu rádio, por um milagre, desligado ; e o som que está nos meus ouvidos são pingos de chuvas caindo no chão. Penso que essa chuva veio na hora certa, amenizando a dor do meu coração e esse som do relampago veio para sacudir as idéias e em formas de palavras fluir o pensamento. E percebo que nas linhas de cima, que foram escritas, com a realidade do momento.
Eu, sentada na cama olhando a chuva pela janelam e a imprensão que eu tenho é que a chuca cai dentro da minha alma, refrescando e preenchando o vazio que estava.
Meu Principe encantado,
tá na hora de vim me buscar,
no seu cavalo Branco,
pra nunca mais voltar.
É chegada a hora,
do meu final feliz,
o começo de uma história,
que eu jamais vou perder,
esperei por ti toda a vida,
sei que fui muitas vezes injusta,
mas hoje que eu te vi,
meu coração, enfim te reconheceu,
vem me despertar,
do sono profundo,
devolver enfim meu sapato de cristal,
vem me salvar da bruxa malvada,
E me dizer que seremos Felizes pra Sempre!
Você é tudo o que sempre sonhei!
Ah, fez bem a vida em lembrar
O jeito que você chegou
Vestida em um branco paz
Cuidando do seu beijo
Ah e a luz tão rara desse olhar
E a noite que desencantou
E fez vibrar o coração
É o que vale na vida
Todo o amor que existe desejo para lhe dar
Quando se sentir triste não pare de cantar
Catch a fire em tudo que lhe causa dor!
9
De madeira pintada de branco
Foi teu primeiro e único berço
Invólucro de mim em miniatura!
Esquife de inestimável tesouro
Em fétida carneira depositado
Habitada por todas as ordens de insetos!
Orgãos inertes
Pulmões que não sorveram ao ar
Olhos que não viram
Perfeição inútil, imperfeita!
Ordem invertida
O translado, foi todo o tempo em que tive aos braços
Haverias de carregar-me rumo ao Letes...
Teu par e poucos de peso
Fizeram-me suar, feriram-me aos músculos, nervos, carne
Alma!
Dei-te adeus, antes de haver-te conhecido por inteiro
Vida esvaziada
Alegria podada
Sonho interrompido
Esperança nati-morta!
Queria Ser Mágico (Médico?)....
Tá vendo esta ferida?
E cubro c'um lenço branco...
O qual retiro, de supetão: "Sumiu!"...
Que o oco me tinja de branco
Da mente aos pés
Por que já não posso mais forçar
Assim
Todo esse azul
Em mim
Quando te olho
e te vejo assim
Lindo, tão branco
Lembro-me do jasmim
Que mesmo em meio a tantas flores
encanta o meu jardim
Seus olhos tão meigos,como das pombas
Reflete calma, mesmo em meio à tempestades
Trazendo bonança dentro de mim
Seu riso traduz, o que a alma diz
Que de tão pura posso avistar
O outro lado
mesmo que as sombras
queiram ocultar
Vejo a arte em aquarela
o seu coração pincelar
Mil cores não bastam para preencher
onde tanta riqueza há
Presente maior não anelo
Igual a você nenhum haverá
Te amo pra sempre
e se distancia houver
Comigo,bem juntinho estará
Todos os dias
pois no meu coração
Lugar pra ti sempre haverá
Meu mundo em preto e branco
Eu, minhas lembranças e alguns cigarros,
Somente alguns poucos cigarros.
Queria poder aniquilar tudo isso,
Queria que o tempo reconhecesse
O seu lugar.
É arriscado viver de passado,
É noite, e tudo é presente novamente.
Minhas lembranças me desnorteiam,
Norteiam, “teiam”...
Levam-me para o lado errado,
Ou pior...
Para lado nenhum.
Debato-me entre
Meus pensamentos. Tento me impor...
Meus impulsos parecem ser mais fortes.
Pago caro por algo que de alguma forma escolhi.
“Foi a vida que me fez assim”, disse ele,
“Não aprendi a ser de outra forma”, continuou.
Como não ser tão intensa?
Tensa, densa...
Como enxergar o mundo exclusivamente em preto e branco?
Vejo uma infinidade de cores, como
Contentar-me exclusivamente com o preto e branco?
A solidão me confunde,
Atormenta-me.
Ilusão, solidão, confusão,
Fusão... solução!
A solução se confunde,
A solidão me consome.
Eu só...
Eu e meus pensamentos,
Tormentos...
Meu mundo em preto e branco.
naftalinne@gmail.com
Dreamed a dream
Eu estava vivendo um sonho,
onde nada era preto e branco,
e as estrelas cintilavam.
Eu estava vivendo um sonho,
onde eu não podia voar,
mas podia alcançar a lua.
Eu estava vivendo um sonho,
mas me acordaram com um tapa,
me trouxeram de volta a realidade,
e agora sou incapaz de olhar o céu.
Minha vida estava preto e branco , eu desacreditava no amor , nas pessoas e em mim , ate que você olhou pra mim e o seu brilho fez com que o meu mundo colorisse de uma forma que eu no instante me apaixonasse.
sentada observo atenciosamente um branco maravilhoso , seguro firme ... Á algo em minha mão! esse branco mistérioso me facina , sinto medo , alegria ... Ele me contagia! esse branco revelará meus desejos e guardará meus segredos ... Isso é caneta e papel !!!
Tenho um único fio de cabelo branco. No banho, percebo que vários fios caem. Me pergunto: qual será o dia dele?
Só deixarei de te amar quando na minha sepultura,nascer um cravo branco,cujas pétalas estará escrito,em linhas de sangue.Eu ainda TEAM0''
Desejo de Morte
Branco anjo de candura.
Negro anjo, bela morte.
Desejei-te um dia. Hoje desejo a salvação.
E num pequeno instante juro, que esta, é a morte,
para os males do coração.
Não tenho medo de morrer.
Não tive medo de lhe querer.
Desejo agora, o antónimo de viver.
Que minha existência seja cancelada.
A minha alma, aprisionada.
Já ouço o sussurro da foice
a satisfazer o meu desejo.
Agora que me entreguei a Ela,
grito aos sete ventos:
Vem Anjo! Vem foice!
Vejo-a se aproximar.
Fulgaz como a luz.
Veloz e impaciente.
Sorrateira e silenciosa.
Desliza num rasto de sangue e dor.
Ó doce anjo de morte
respira junto a mim.
A exibir tua inexorável foice
rompe as veias do meu pescoço.
Beija o sangue, que delas vais brotando
Em teus braços agora a minha pressão sinto aliviar.
A respiração mais lenta e regular.
Minha pulsação deixa de ser o que é.
Meus olhos passam a ver o que não é.
Confunde-me a ideia e traz-me visões
Lentamente a força começa a faltar.
Agora é pior
não consigo respirar.
Enquanto entrego minha vida a Ela,
a dor já não mais sinto.
Emaranhado em teus cabelos, sinto o fim
em cada em uma de tuas doces palavras.
Em cada uma de tuas falsas promessas
há a sombra da morte, há a certeza
de que me fizeste deseja-la para mim
Anjo, negro anjo de morte
Ai como te quis anjo!
Entreguei-me a Ela, iludido por ti.
Roubaste-me a paz de espírito
Não me esquecerei de ti.
Vou para o mundo dos mortos.
Levo-te no pensamento, espero por ti
aconchegada às portas do inferno
com as marcas da morte em mim.
As já cicatrizadas marcas da foice
que cortou minha cabeça e meu corpo
com minha alma consciente disso.
Anuncia a felicidade no negro refúgio
uma bela caixa de madeira preta
sete palmos de terra em cima
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