O que Nao Elabora se Repete Freud
Ah, quem me dera ser realmente louco... Só assim eu não teria noção do quanto certas pessoas são idiotas. Mas sou sábio e estou fadado a lidar com idiotas.
Hoje eu caio na real, de que não dá para esquece-lá.
Será que ela pensa em mim, assim como eu penso nela?
Será que ela derrama metade das lágrimas que escorrem sobre o meu rosto?
Havia dias que não conversava com ela, havia dias que eu não recebia o melhor bom dia, as melhores mensagens por mais bobo que fosse.
Esse dia tive a oportunidade de conversa com ela, mas nossas conversas já não são as mesmas, como duas conhecidas ou até mesmo duas estranhas, não havia mais aquelas preocupações que nos encantamos no começou e durante
a relação.
Ela que me aquecia e hoje está fria, mas quero poder me aquecer novamente e aqui dentro de mim está uma confusão, pois, meu coração diz que só você, só com você, posso arde , mas como , se o nosso caminho nos (distância)!
K.B
Você pensa que é fácil eu poder te ver novamente e não te abraçar? Lhe dizer o quanto eu te amo, o quanto é especial para mim? Todas as noites deito, desejando que quando eu acorde toda dor da noite passada passará, Mas não. Ela prevalece e parece que aumenta a cada dia chega, chega de você me puxar quando estou disposta a voar.
K.B
Aquariana*
A cada dia o meu pensamento insiste em você, me aproximei de você, mas não sabia o efeito que causaria em mim.
Tive um sentimento que jamais sentir em está perto de alguém , comecei a perceber um pouco das suas manias e fui me encantando cada vez mais, do nada você foi se afastando e não pude fazer nada, pois foi a sua escolha.
K.B
"Não precisa se desculpar se é algo que você sente"
Senti que eu queria te levar para um canto onde estaríamos eu e você
De sentir aquela sensação dos seus lábios nos meus
De sentir o seu perfume
Pegar em seus cabelos e em sua cintura
Sentir a vontade de te sentir novamente!
K.B
Ainda há tanta dor em mim, que já não sei mais como disfarçar
Será que um dia ela irá, ao menos, amenizar?
A solidão é um caminho longo.
E, confesso, ainda estou tentando aprender a caminhar por ele.
Sinto falta dos abraços.
Falta do que assistiríamos mais tarde, da sua voz nos chamando para jantar.
Agora, é só um vazio.
Um silêncio sem sorrisos, uma imensidão de dor, e o medo das lembranças que ainda virão.
A solidão é fria. É escura.
Tenho lutado para não deixar minha lanterna sem bateria,
porque ela é a única esperança de que um dia eu encontre algo — ou alguém — para me conectar de novo.
Estou exausta da dor que o mundo insiste em trazer.
Não estou suportando te perder.
E, sinceramente, não sei se irei suportar me despedir pela última vez.
Mas, dessa vez, mesmo com o peito rasgado,
eu decidi enfrentar a solidão.
E talvez, nela, eu consiga fazer o amor que sinto por você continuar existindo de alguma forma.
K.B."
Ah, morena…
Todas as barreiras que construí para não sentir mais aquela dor, para não me prender em ninguém, desmoronaram ao te beijar.
Sabe aquela sensação de se apaixonar pela primeira vez?
Aquela em que tudo é novo, em que você aprende a sentir sem ter noção do que está por vir?
O nervosismo de estar ao lado da pessoa, o tremor que vem com o primeiro beijo…
Tudo está acontecendo de novo.
E, no meio desse caos, eu me perco e me encontro ao mesmo tempo.
Ah, morena…
Eu vou me jogar nos seus braços, sem medo do que vai acontecer.
Essa paixão não me dá outra escolha, a não ser te admirar e me afundar nos meus desejos por você.
K.B
Ontem tivemos uma recaída.
Você estava diferente, não era a mesma que eu conhecia, na forma de conversar, rir e de transar.
Parecia que era a sua primeira vez comigo.
Me fez carinhos e me desejou.
Pena que você não percebeu que, enquanto estávamos juntas, eu sentia isso toda vez que te via!
K.B.
A Despedida desse Amor
Eu sempre fui sincera com você e com o que sinto, por mais que eu não fale, eu sempre fui.
Eu fico me perguntando todos os dias por que nunca fui suficiente para que você não pensasse em me "deixar".
Você sempre foi minha prioridade e todos enxergaram isso, até mesmo você!
Eu já senti atração por outras pessoas, mas jamais imaginei te traindo, porque eu sabia o que era importante na minha vida, no que podíamos construir, por mais dificuldades que passamos e passaríamos.
Eu jamais me imaginei beijando ou me deitando com outra pessoa enquanto estava com você.
Você me disse algumas vezes que o amor não era o suficiente e eu persistia em acreditar que você estava errada, porque o meu amor era, e me fazia acreditar que um dia eu faria você mudar de ideia.
Queria que você me enxergasse da maneira que eu te enxergava, ou pelo menos um pouco!
Duas vezes… duas vezes você se perdeu de mim ou, pelo menos, quis fugir do que tínhamos.
Não sei por qual razão, mas você escapou.
Eu me culpei por diversas vezes, até entender que não era comigo.
Você vive dizendo que não gosta de mudanças, mas as procura.
Parece que o que está ao seu redor, por um tempo, não te satisfaz — e então vem a tal da mudança.
Não te culpo por tentar suprir o que nem você sabe o que é.
Quero poder sentir isso novamente com outra pessoa.
O amor é suficiente.
Pois com ele vêm o respeito, o carinho e a superação.
Mas, infelizmente, não será com você.
Eu sempre superei tudo com amor, mesmo quando me faltava alguém que o retribuísse.
Mas jamais desistiria do que me mantém viva: amar.
Desde pequena aprendi a me agarrar ao que tinha por perto, por mais curto que fosse.
Por tudo que passei, eu não ousaria perder o único sentimento que me mantém aqui.
Espero que um dia você encontre esse sentimento.
Ele é magnífico.
Traz paz e te dá coragem para enfrentar o que for.
Espero que você seja feliz, assim como um dia eu irei ser.
K.B.
O amor é o mistério que habita o coração humano. Não se prende ao tempo, nem ao espaço, e mesmo invisível, é capaz de mover mundos. Ele nasce no silêncio de um olhar, cresce no gesto simples de cuidado e floresce quando duas almas se reconhecem. O amor é abrigo e tempestade, é calma e vertigem. Não pede explicações, apenas se sente. É a ponte entre o finito e o eterno, aquilo que dá sentido à vida e torna suportável até a dor. O amor é, enfim, o que nos torna humanos.
K.B
O amor não é apenas encontro, é também espera. Ele ensina a ter paciência, a respeitar o tempo do outro e a compreender que a intensidade não está na pressa, mas na verdade dos gestos.
O amor não é perfeito, mas é sincero. Ele não elimina as diferenças, mas as transforma em pontes. Não exige que o outro mude, apenas que seja.
O amor não é prisão, é liberdade. Quem ama de verdade não sufoca, mas impulsiona; não retém, mas fortalece; não pesa, mas acrescenta.
O amor é coragem. É arriscar-se a sentir, mesmo sabendo que pode doer. É abrir o coração sem garantias, acreditando que compartilhar vale mais do que se proteger.
E acima de tudo, o amor é presença: está no toque, no olhar, na palavra, mas também no silêncio que acolhe e no espaço que respeita.
K.B
Recomeçar
Não foi esquecer o que aconteceu.
Foi parar de usar o passado como endereço.
Levei comigo algumas cicatrizes,
algumas saudades,
algumas perguntas que nunca terão resposta.
Levei também versões minhas que eu precisei deixar morrer
para que outra pudesse respirar.
Por muito tempo, achei que recomeçar significava ser forte o bastante para não olhar para trás.
Hoje entendo que força também é olhar, reconhecer a dor
e ainda assim escolher continuar.
Não voltei a ser quem eu era.
E talvez essa seja a parte mais bonita.
Porque recomeçar não é começar do zero.
É começar de onde você finalmente entendeu que não pode mais permanecer.
K.B
Tem alguma coisa em você
que eu ainda não sei explicar.
Talvez seja a sua beleza,
essa coisa surreal
que me faz te olhar
e querer olhar mais uma vez.
Mas não é só isso.
Existe em mim
um desejo profundo de te conhecer,
de chegar mais perto,
de descobrir seus detalhes,
teu jeito,
teu silêncio.
Não quero dar nome
ao que estou começando a sentir.
Quero apenas deixar acontecer.
K.B
Ela não estava caindo.
Era apenas um abraço que não cabia somente em dois corpos.
Cabia um turbilhão de sentimentos,
um desejo quase silencioso de não largar mais.
Havia algo de mágico naquele instante.
Do abraço vieram os olhares.
E os olhares se encontraram,
como se também soubessem exatamente o que estava acontecendo.
Naquele momento, não existia vontade de estar em outro lugar.
Existia apenas a vontade de permanecer ali.
E, quando finalmente fosse preciso sair,
já nasceria a vontade de voltar.
E então olhar para aquele rosto…
perceber que a beleza não estava apenas nos traços,
mas na magia que fazia tudo parecer mais bonito.
Sentir as mãos soarem,
o corpo tremer,
o coração denunciar aquilo que a boca ainda não consegue dizer.
Porque talvez alguns encontros não precisem de explicação.
Talvez o corpo simplesmente reconheça aquilo que a alma estava esperando.
Ela não estava caindo.
Estava apenas se permitindo ficar.
K.B
Talvez o que esteja me confundindo não seja exatamente o que sinto, mas o fato de eu não saber o que fazer com isso.
Passei tanto tempo aprendendo a me reconstruir, a não criar expectativas, a não me entregar antes de ter certeza, que agora qualquer coisa que desperte algo em mim parece exigir uma resposta que eu ainda não tenho.
Existe uma parte minha que quer mergulhar, conhecer, viver o que está surgindo sem tentar controlar. E existe outra que observa tudo de longe, procurando sinais, tentando entender se estou diante de algo real ou apenas encantada pela sensação de voltar a sentir.
E é estranho.
Porque eu não sei se devo me aproximar ou esperar. Se devo demonstrar ou guardar. Se devo confiar no que meu coração está dizendo ou ouvir aquela voz que insiste em perguntar: “e se você estiver entendendo tudo errado?”
Talvez eu esteja procurando uma certeza que só o tempo pode me dar.
E, enquanto ela não vem, fico aqui, nesse lugar entre a razão e a vontade, tentando descobrir não apenas o que estou sentindo, mas quem eu me torno quando alguém consegue despertar em mim aquilo que eu já tinha aprendido a deixar adormecido.
K.B
Talvez a minha maior confusão seja não saber o que fazer com aquilo que estou sentindo.
Depois de tanto tempo me reconstruindo, de aprender a seguir mesmo com medo, eu me vejo diante de algo que não sei nomear. E isso me intriga.
Não sei se estou sentindo de verdade ou apenas sentindo novamente. Não sei se é vontade, curiosidade, carência, adrenalina ou algo que pode se transformar em sentimento.
Uma parte de mim quer se permitir. Outra quer entender antes de se entregar.
E fico nesse lugar estranho entre querer sentir e ter medo do que sentir pode me fazer. Entre esperar, agir, recuar ou simplesmente deixar acontecer.
Talvez eu só esteja tentando descobrir como reagir a algo que, pela primeira vez em muito tempo, conseguiu me tirar do lugar onde eu estava tão acostumada a ficar.
K.B
Não sei… talvez eu tenha medo de perder isso antes mesmo de descobrir o que é.
Às vezes me pego pensando se ela também está pensando em mim, e, quando percebo, minha cabeça já foi longe demais. Cria possibilidades, interpreta silêncios, transforma pequenos sinais em perguntas que não sei responder.
E então vem a voz dela na minha cabeça.
Será que eu estou sentindo demais?
Será que ela sente alguma coisa também?
Será que eu deveria me aproximar ou esperar?
Será que estou confundindo vontade com sentimento?
Talvez seja isso que mais me assusta: não saber qual dessas perguntas merece uma resposta.
Porque eu quero sentir, mas também quero entender. Quero me permitir, mas não quero me perder. E, no meio de tudo isso, fico tentando descobrir como se reage quando o coração começa a querer alguma coisa antes que a razão consiga explicar o quê.
K.B
A nova geração fala em ganhar dinheiro, mas dinheiro não se ganha, se conquista, com muito trabalho e suor, seu ou dos outros!
