O que Nao Elabora se Repete Freud
Vivemos cercados por ilusões e indecisões, e só não tomamos as rédeas da vida, por falta de persistência.
A vida me ensinou a ser batalhadora e a seguir sem medo. Ensinou-me a não parar, a não me acostumar com o meio-termo nem com o pouco. Ensinou-me que, lá fora, a vida grita, esperando que eu vá ao seu encontro, e que parar é morrer lentamente.
Ensinou-me que, quando caminhamos sem olhar para o passado, seguimos sem medo de viver plenamente o presente. O futuro, esse, pertence somente a Deus. Lá fora, há um mundo nos esperando de braços abertos. E quando temos fome de viver, encontramos coragem para ir além das nossas próprias possibilidades.
Rita Padoin
Minha Verdade não se Negocia
Para sermos nós mesmos, é necessário deixar de lado as hipocrisias e ir direto ao ponto. Não é porque sou escritora e trabalho meu lado espiritual que preciso agradar a todos e engolir seco tudo o que vem pela frente.
Ser escritora ou buscar a espiritualidade para ser melhor não significa que eu tenha que ser boazinha e permitir que as pessoas pisem em mim, ou aceitar aquilo querem que eu seja. Não.
Ser nós mesmos e buscar o crescimento espiritual, é reconhecer que existem leis e direitos. Que existem regras. Que precisamos ser justos, bons de coração. Que as coisas precisam ser boas para ambas as partes, e não apenas para um lado.
Quero deixar registrado que não é porque escrevo sobre a vida – seus percalços, suas incógnitas, seus mistérios – que devo deixar de lado a minha verdade, os meus desejos e as minhas emoções.
Buscar evolução não significa aceitar desrespeito.
Bondade não é fraqueza.
Compreensão não é submissão.
Existem limites.
Existem direitos.
Existe verdade.
E eu não deixo a minha de lado para caber nas expectativas dos outros.
Rita Padoin
Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.
Tenho traumas que nem eu mesma compreendo. É um pavor que consome minha alma e não me permite seguir em frente.
Meus medos e meus traumas parecem vir de um tempo que não consigo lembrar. Ainda assim, estão em mim – entranhados, silenciosos, como se sempre tivessem feito parte de quem sou.
Somos protagonistas do que a vida nos impõe, mas não autores daquilo que sentimos. Há em nós vontades e emoções que florescem sem nos avisar; portanto, somos nós que decidimos o que fazer – ou não – diante desses acontecimentos.
Desistir dos nossos objetivos e sonhos é entregar de bandeja a vitória àqueles que não aceitam o nosso sucesso.
Se você tem um sonho, não desista dele por causa do desencorajamento de pessoas que ainda não têm a menor dimensão do sucesso que você fará! Emane luz insistentemente! Go ahead!
(Aline M. Abdalah)
Eu me reinvento todos os dias para não me entregar.
Às vezes, certas mudanças são necessárias para preservar aquilo que ainda resta de quem você era antes do caos se instalar.
Não é deixar de ser quem somos.
É aprender a proteger o que sobreviveu.
bom, lutando é uma palavra muito forte, e vencendo não é exatamente a verdade, eu to sem vontade. sem vontade nenhuma..
me vejo morta daqui 10 anos.
