O que Nao Elabora se Repete Freud
Não existe maquiagem, produção, roupa e nem Photoshop melhor que a simpatia. Qualquer um fica bonito usando.
Verdade, a vida realmente é um sopro, não avisa o seu fim, não nos prepara para o que, ou quem vamos perder, e este, é um dos motivos que precisamos amar e valorizar todos os dias, aqueles que nos rodeiam em presença, em atitudes, em palavras, e em amor. Nunca sabemos se o depois existirá.
A qualquer sinal de interesse disfarçado de boa amizade, Afaste-se! Não dê continuidade a relações movidas por trocas. Reciprocidade tem muito a ver com liberdade.. O amor é livre de oportunismos, eu também!
Fazemos nossos sonhos e também nossos pesadelos, não somos a história, mas ela dirá quem somos ou que fomos.
Confesso
Sou avessa a qualquer tipo de definição, monotonias não acontecem se tratando do meu humor. Não me esforço para agradar alguém. Vivo em constante confusão, hoje eu sei o que quero, já amanha não.
Sumo quando me dá vontade, vou para longe sem sair do lugar. Sou complexa em teorias e sentimentos. Gosto de extremos, ou tudo ou nada, sou sua amiga, ou sua inimiga. Não costumo manter duas versões dentro de mim. Sou uma Amanda a cada dia ou quem sabe uma cada hora. Não costumo buscar perfeição em ninguém, e tenho medo de que busquem isso em mim. Perfeita é a última coisa que eu sou. Falo demais, penso demais, amo demais, quero demais, enlouqueço demais.
Fujo do que me irrita, me arrependo do que eu não fiz. Luto pelo que eu quero se possível até o fim.
Não ligo para o que pensam. Faço planos de fuga, e gostaria de colocar todos que eu amo dentro de uma mochila, para sempre carregar comigo.
Sempre vou me importar com o que você talvez não se importe, mas sobre isso eu não ligo mesmo...
Namorar não se resume em um simples título, mas a uma condição onde duas pessoas decidiram acreditar uma na outra e entregar todo o seu amor e respeito, para juntos construir algo maior.
Sou impulsiva e não consigo viver nada pela metade. A superficialidade me irrita..... Tenho poucos amigos, mas faço qualquer coisa por eles. Tive um grande amor, mas a morte o levou..... sou uma romântica incurável... Pareço forte, e sou, mas menos do que as pessoas acham. Tenho uma fragilidade que poucos, muito poucos conhecem. Uma delicadeza e uma doçura que busco sufocar para poder viver. Em um primeiro contato,me acham pedante...mas é que sou tímida, e a presença de estranhos me coloca na defesa.....Não é fácil passar esta barreira. Gosto de dançar e de falar. Sou meio barulhenta... mas me refugio no silêncio. Erro e erro muito, mas reconheço meus erros. Sei pedir desculpas e lamento muito não poder corrigir o mal que fiz a algumas pessoas. Sou ética e tenho caráter, apesar de errar. Sempre acho que as pessoas merecem uma segunda chance e que podem ser melhores.
Não deixe que tempos turbulentos tirem a tua paz,a paz é teu tesouro de luz interior,confia em Deus que permite o melhor para todos nós.
As vezes me pergunto,como pode um homem: Sofrer e chorar por um amor não correspondido.E a razão me responde não se pode mandar em um coração em que há sinceridade,e o meu amor por você é tão sincero,que as vezes me esqueço que é preciso ir em busca de um novo amor!
Não queira vencer todos os seus obstáculos e dificuldades em um dia só, pois pode fraquejar e desanimar-se ainda mais e sentir o gosto amargo da derrota. Faça diferente: a cada dia busque se superar, alimentar a esperança dia após dia. Assim, todas as dificuldades e todos os obstáculos serão superados e alcançará a vitória.
Errar e admitir o erro, é normal. Errar e não admitir o erro também é normal. O que não é normal é não errar, pois você é humano e tem esse direito.
Não devemos cobrar tanto das pessoas que dizemos amar, quem ama acredita, confia e aceita; não sejamos todos tão cruéis a ponto de esperar que o outro seja um espelho do que somos ou queríamos ser... são as diferenças que fazem o mundo ser mundo, caso contrário seríamos clones de um único ser, sem nada pra dar e nada pra receber.
O melhor dia da vida não é aquele em que você sorriu demais, brincou, chorou, relembrou, amou... O melhor dia da vida é aquele que está nascendo, pois dele você desfrutará o melhor de sua vida.
Não é porque as coisas são difíceis que a gente não arrisca, é por não arriscar que elas se tornam difíceis.
O verdadeiro empreendedor é aquele que se relaciona com pessoas de forma simples e sincera, e não desanima com as crises, nem com o negativismo de indivíduos que o cercam. Ele pensa nas necessidades e nos sonhos de seus clientes, ele faz um produto novo gerar riquezas e desse negocio criar mais empresas.
Você deixa livre, porque o que é seu volta...
Quem costuma ir vai um recado:
Cuidado pra não voltar tarde demais!
Não seja leviano com o coração dos outros. Não ature gente de coração leviano. Não perca tempo com inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo. Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine. Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida. Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você. As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo. É assim pra todo mundo. Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro. Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Respeite os mais velhos. E não espere que ninguém segure a sua barra. Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.
Nota: Texto narrado por Pedro Bial e lançado no Brasil em 2003. É uma versão traduzida de “Everybody's Free to Wear Sunscreen”, que teve por base a coluna "Advice, like youth, probably just wasted on the young" escrita por Mary Schmich e publicada em 1997 no Chicago Tribune. Em 1997, o diretor de cinema Baz Luhrmann criou uma versão musical do texto.
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